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Flamengo conquista a América pela quarta vez e crava o tetracampeonato da Libertadores em Lima

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Em um confronto eletrizante e de muita intensidade neste sábado (29.11), o Rubro-Negro Carioca superou o Palmeiras por 1 a 0 no Estádio Monumental, em Lima, e garantiu seu quarto título continental. O gol solitário da vitória, que ressoou por todo o continente, foi assinalado pelo volante Danilo.

Com essa vitória histórica, o clube da Gávea consolida sua hegemonia no cenário sul-americano, ultrapassando gigantes como São Paulo, Santos, Grêmio e o próprio Palmeiras na lista dos maiores vencedores brasileiros da competição. Os títulos anteriores foram conquistados em 1981, 2019 e 2022, e esta vitória ainda teve o sabor de revanche pela derrota na final de 2021 contra o Alviverde.

Para o Palmeiras, o revés representa um golpe duro, mas a equipe de Abel Ferreira precisa rapidamente focar suas energias na disputa do Campeonato Brasileiro. O Verdão ocupa a segunda posição na tabela, com 70 pontos, cinco a menos que o líder Flamengo, e tem apenas duas rodadas restantes para tentar reverter a situação.

O jogo

A grande final teve um primeiro tempo marcado pela tensão e pela cautela de ambas as equipes. O Flamengo demonstrou mais iniciativa no início, com Arrascaeta e Bruno Henrique criando as primeiras oportunidades perigosas. Aos 14 minutos, Bruno Henrique disparou pela direita, mas finalizou por cima do gol de Carlos Miguel. O Palmeiras, aos poucos, foi se ajustando e respondeu com um cabeceio de Vitor Roque, que não encontrou o alvo.

Um momento de alta temperatura ocorreu aos 30 minutos, quando Pulgar, com a partida já paralisada, acertou Bruno Fuchs com uma solada, gerando clamor por expulsão do lado palmeirense, mas resultando apenas em cartão amarelo.

Segundo tempo

O segundo tempo começou com um susto para o Palmeiras, quando Murilo errou na saída de bola, entregando a bola para Bruno Henrique, que acionou Arrascaeta. O chute cruzado do uruguaio foi travado por Gustavo Gómez, evitando o que poderia ser o primeiro gol.

O grito de gol ecoou aos 21 minutos da etapa final. Arrascaeta, em uma cobrança de escanteio perfeita, encontrou Danilo, que subiu com absoluta liberdade na área e cabeceou firme. A bola tocou na trave antes de beijar as redes, abrindo o placar para o Flamengo.

Em desvantagem, o Palmeiras se lançou ao ataque em busca do empate. Apesar da pressão e de tentativas de Felipe Anderson e Vitor Roque – com este último perdendo uma chance clara debaixo das traves após um desvio de Gustavo Gómez aos 43 minutos –, a defesa rubro-negra se manteve sólida, garantindo a conquista.

Próximos Desafios

Palmeiras:

  • Atlético-MG x Palmeiras (34ª rodada do Brasileirão)
  • Data e horário: 03/12 (quarta-feira), às 21h30 (de Brasília)
  • Local: Arena MRV, em Belo Horizonte (MG)

Flamengo:

  • Flamengo x Ceará (37ª rodada do Brasileirão)
  • Data e horário: 03/12 (quarta-feira), às 21h30 (de Brasília)
  • Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

FICHA TÉCNICA

Palmeiras 0 x 1 Flamengo

Competição Copa Libertadores (final)
Local Monumental de U, em Lima (PER)
Data 29 de novembro de 2025 (sábado)
Horário 18h (de Brasília)
Cartões Amarelos Raphael Veiga, Piquerez, Murilo e Mauricio (Palmeiras); Arrascaeta, Erick Pulgar e Jorginho (Flamengo)
Cartões Vermelhos Nenhum
Arbitragem
Árbitro Darío Herrera (ARG)
Assistentes Cristian Gonzalo Navarro (ARG) e Jose Miguel Savorani (ARG)
VAR Héctor Palleta (ARG)
Gol
Flamengo Danilo, aos 21′ do 2ºT
Escalações
Palmeiras Carlos Miguel; Khellven (Ramón Sosa), Gustavo Gómez, Murilo (Giay) e Piquerez; Bruno Fuchs, Andreas Pereira, Raphael Veiga (Facundo Torres) e Allan (Felipe Anderson (Mauricio)); Flaco López e Vitor Roque. Técnico: Abel Ferreira.
Flamengo Rossi; Varela, Danilo, Léo Pereira e Alex Sandro; Erick Pulgar, Jorginho e Arrascaeta (Luiz Araújo); Carrascal, Bruno Henrique (Juninho) e Samuel Lino (Everton Cebolinha). Técnico: Filipe Luís.

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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