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Palmeiras vence por 3 x 1, rebaixa o Ceará e fecha Brasileirão como o melhor vice-campeão da história

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Em um confronto que marcou o encerramento do Campeonato Brasileiro de 2025 para ambas as equipes, o Palmeiras superou o Ceará de virada por 3 a 1 na Arena Castelão. A vitória, conquistada com gols de Facundo Torres, Ramón Sosa e Flaco López após Pedro Raul ter aberto o placar para o Vozão, não apenas coroou o Verdão com o título de melhor segundo colocado na história do Brasileirão de pontos corridos com 20 clubes, mas também decretou o rebaixamento do Ceará para a Série B.

O Palmeiras, já com a vice-liderança assegurada antes da rodada final, finalizou sua campanha com impressionantes 76 pontos, estabelecendo um novo recorde para clubes que terminam na segunda posição desde a adoção do formato atual em 2006. Para o Ceará, a derrota foi um golpe duro, deixando-o na 18ª colocação com 43 pontos e confirmando sua queda para a segunda divisão do futebol nacional.

O jogo

O início da partida trouxe emoções rapidamente. O Palmeiras desperdiçou uma chance de ouro aos oito minutos, quando Sosa saiu na cara do goleiro Bruno Ferreira, mas finalizou para fora. O Ceará não perdoou e, em uma cobrança de falta, Lucas Mugni lançou na área, Willian Machado desviou e Pedro Raul apareceu livre para empurrar a bola para o fundo das redes de Marcelo Lomba, abrindo o placar.

A resposta alviverde veio pouco depois, aos 16 minutos. Após um lateral cobrado por Giay, Bruno Fuchs dominou e cruzou na segunda trave para Facundo Torres, que bateu de primeira, superando Bruno Ferreira e empatando a partida. Após um começo favorável ao Ceará, o Verdão cresceu no jogo, criando mais chances. Marcelo Lomba, goleiro palmeirense, ainda realizou uma importante defesa em finalização de Dieguinho, mantendo o empate antes do intervalo.

Na etapa final, o Palmeiras voltou com um ímpeto renovado. Flaco López teve duas oportunidades nos primeiros minutos, mas não conseguiu converter. A virada, no entanto, não tardaria. Aos 15 minutos, Ramón Sosa sofreu uma falta próxima à área e, ele mesmo, cobrou com maestria, fazendo um golaço e virando o placar para o Verdão. Quatro minutos depois, a vitória foi sacramentada: Mauricio lançou Jefté pela esquerda, que cruzou na medida para Flaco López empurrar para o gol. O Ceará ainda tentou reagir, com Pedro Raul perdendo uma chance de diminuir e Lourenço acertando a trave em uma cobrança de falta, mas o resultado final foi o 3 a 1.

Com o fim da temporada, Palmeiras e Ceará entram de férias e já começam a focar nos desafios de 2026. O Verdão iniciará sua jornada no Campeonato Paulista contra a Portuguesa, enquanto o Ceará fará sua estreia no Campeonato Cearense diante do Floresta, ambos os jogos de estreia fora de casa.

FICHA TÉCNICA
                                                                    Ceará 1 x 3 Palmeiras
Competição Campeonato Brasileiro (38ª rodada)
Local Arena Castelão, em Fortaleza (CE)
Data 7 de dezembro de 2025 (domingo)
Horário 16 horas (de Brasília)
Público Não informado
Renda Não informada
Cartões Amarelos Ceará: Fernandinho
Palmeiras: Larson e Luís Pacheco
Cartões Vermelhos Nenhum
Árbitro Bruno Arleu de Araújo (RJ)
Assistentes Rodrigo Figueiredo Henrique (RJ) e Thiago Henrique Neto (RJ)
VAR Rodrigo D’Alonso Ferreira (SC)
Gol (Ceará) Pedro Raul, aos 11′ do 2°T
Gols (Palmeiras) Facundo Torres, aos 16′ do 2°T
Ramón Sosa, aos 15′ do 2°T
Flaco López, aos 19′ do 2°T
Escalação Palmeiras Marcelo Lomba; Giay, Bruno Fuchs, Benedetti e Jefté; Aníbal Moreno (Luís Pacheco), Larson (Allan) e Mauricio (Erick Belé); Facundo Torres (Luighi), Ramón Sosa e Flaco López (Bruno Rodrigues).
Técnico: Abel Ferreira
Escalação Ceará Bruno Ferreira; Rafael Ramos (Aylon), Marcos Victor, Willian Machado e Matheus Bahia; Zanocelo, Lucas Mugni e Dieguinho (Fernando Sobral); Galeano (Lourenço), Fernandinho e Pedro Raul
Técnico: Léo Condé

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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