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Palmeiras vence São Paulo em jogo polêmico e garante vaga na final do Paulistão contra o Corinthians

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Em uma noite de muita tensão e controvérsia no Allianz Parque, o Palmeiras venceu o São Paulo por 1 a 0, garantindo sua vaga na final do Campeonato Paulista. O gol da vitória foi marcado por Raphael Veiga, de pênalti, em uma jogada que gerou muita reclamação por parte dos jogadores e da comissão técnica do São Paulo.

O Jogo

O Palmeiras começou a partida pressionando o São Paulo no campo de ataque, buscando abrir o placar logo nos primeiros minutos. Aos cinco minutos, Richard Ríos arriscou um chute de fora da área, obrigando o goleiro Rafael a fazer uma boa defesa. O São Paulo respondeu com um cabeceio de Calleri, que passou por cima do gol de Weverton.

Aos 11 minutos, Martínez derrubou Lucas, e o árbitro marcou falta. Oscar cobrou na área, Calleri cabeceou na pequena área, e a defesa palmeirense afastou. O jogo seguiu equilibrado, com os dois times buscando o gol. Aos 20 minutos, Richard Ríos cobrou uma falta perigosa, que passou perto do travessão. Três minutos depois, Vanderlan finalizou para o gol, obrigando Rafael a fazer outra grande defesa. Já aos 30, Estêvão arriscou de fora da área, mas a bola subiu demais.

A pressão do Palmeiras aumentou na reta final do primeiro tempo. Ferraresi recuou a bola para Rafael, que precisou sair rápido após chegada de Veiga e tocou errado para Arboleda. Vitor Roque roubou a bola, foi derrubado pelo zagueiro, e o árbitro marcou pênalti, decisão que foi muito questionada pelos jogadores do São Paulo. Flávio Rodrigues de Souza marcou em campo e não foi chamado para rever o lance no VAR. Na cobrança, aos 46 minutos, Raphael Veiga estufou a rede.

No início do segundo tempo, o São Paulo teve uma boa chance com Calleri, que cabeceou para o chão, mas Weverton fez a defesa. Aos 13, Enzo Díaz cruzou e Calleri cabeceou com perigo. A bola passou perto da trave palmeirense. Aos 21, Vitor Roque fez boa jogada pelo lado esquerdo e deixou Facundo Torres na cara do gol. O uruguaio, porém, viu Rafael sair e fazer grande defesa para evitar o segundo gol. Pouco depois, Flaco López foi derrubado pouco antes da meia-lua. Veiga cobrou direto e Rafael defendeu.

Aos 41, Felipe Anderson puxou contra-ataque pela esquerda, mas errou na hora de finalizar. Estêvão ficou com o rebote, bateu colocado, mas para fora.

Final à vista

Com a vitória, o Palmeiras chega à sua sexta final consecutiva de Campeonato Paulista, a quarta sob o comando do técnico Abel Ferreira. O Verdão, atual tricampeão, busca o inédito tetracampeonato.

As finais contra o Corinthians estão marcadas para os dias 16 e 27 de março. O primeiro jogo será no Allianz Parque, e o segundo, na Neo Química Arena. A expectativa é de dois jogos emocionantes, com muita rivalidade em campo.

Destaques

Raphael Veiga: O meia foi o autor do gol da vitória e um dos principais jogadores do Palmeiras na partida.
Rafael: O goleiro do São Paulo fez boas defesas e evitou que o Palmeiras ampliasse o placar.
Arbitragem: A arbitragem de Flávio Rodrigues de Souza foi muito criticada, principalmente pela marcação do pênalti em cima de Vitor Roque.

Próximos passos

Agora, o Palmeiras se prepara para enfrentar o Corinthians na final do Campeonato Paulista. O primeiro jogo será no próximo domingo, dia 16 de março, no Allianz Parque.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 1 X 0 SÃO PAULO

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data: 10/03/2025
Horário: 21h35 (de Brasília)
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Assistentes: Daniel Paulo Ziolli e Daniel Luis Marques
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
Público: 38.865 torcedores
Renda: R$ 5.263.294,60
Gol: Raphael Veiga, aos 46′ do 1º T (Palmeiras)
Cartões amarelos: Emiliano Martínez, Estêvão e Micael (Palmeiras); Alan Franco, Ferraresi e Sabino (São Paulo)

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Micael, Murilo e Vanderlan; Emi Martínez (Aníbal Moreno), Richard Ríos (Gustavo Gómez) e Veiga; Estêvão (Mayke), Vitor Roque (Flaco López) e Facundo Torres (Felipe Anderson). Técnico: Abel Ferreira

SÃO PAULO: Rafael; Ferraresi (Igor Vinícius), Arboleda e Alan Franco (Sabino); Cédric (Ferreira), Alisson, Oscar, Luciano (André Silva) e Enzo Díaz; Lucas (Erick) e Calleri. Técnico: Luis Zubeldía

Fonte: Esportes



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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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