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Vasco e Atlético-MG empatam em São Januário em jogo de luta e frustrações

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Em um confronto válido pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro, Vasco da Gama e Atlético-MG empataram em 1 a 1 neste domingo, em São Januário. O resultado, embora adicione um ponto à tabela de ambas as equipes, deixa um gosto amargo para o Vasco, que segue na zona de rebaixamento, enquanto o Galo perde a oportunidade de ascender na classificação. Vegetti marcou o gol cruzmaltino, e Gabriel Menino, logo no início, balançou as redes para os mineiros.

Com o ponto somado, o Vasco alcança 16 pontos, mas permanece na 17ª posição, duas unidades atrás do Vitória, a primeira equipe fora do Z4. A luta contra o rebaixamento segue intensa para o time carioca. O Atlético-MG, por sua vez, com 24 pontos, mantém-se na décima colocação.

O jogo

A partida começou com um susto para a torcida vascaína. Com menos de um minuto de jogo, o Atlético-MG surpreendeu ao abrir o placar. Gabriel Menino recebeu um passe na entrada da área e acertou um belo chute, indefensável para o goleiro Léo Jardim, colocando o Galo em vantagem.

O gol precoce forçou o Vasco a sair para o ataque em busca do empate. A primeira ameaça cruzmaltina veio com um chute de Tchê Tchê aos 13 minutos. Logo em seguida, a sorte sorriu para o time da casa: Coutinho foi derrubado na área e, após revisão do VAR, um pênalti foi assinalado. Vegetti, com categoria, cobrou e não deu chances a Everson, deixando tudo igual.

Após o empate, o confronto se tornou mais aberto, com as duas equipes buscando o gol. O Atlético-MG assustou novamente aos 22 minutos, com um chute de Rony que exigiu boa defesa de Léo Jardim. O Vasco, por sua vez, manteve a posse de bola e criou duas boas oportunidades em cruzamentos, com Puma Rodríguez cabeceando mal e Rayan mandando por cima do travessão. Nos minutos finais da primeira etapa, Léo Jardim salvou o Vasco em cobrança de falta de Scarpa, e Everson fez grande defesa em cabeçada de Paulo Henrique, garantindo a igualdade no placar até o intervalo.

Segundo tempo

A etapa final também começou com o Atlético-MG assustando, com Lyanco finalizando por cima do travessão após uma cobrança de falta. O Vasco reagiu ao susto e quase virou aos nove minutos, quando Coutinho aproveitou um erro de passe da defesa e, ao entrar na área, finalizou para uma grande defesa de Everson.

Após um início movimentado, o jogo se tornou mais equilibrado, mas as duas equipes começaram a pecar no setor ofensivo, com dificuldades em criar lances de real perigo. O Vasco voltou a ameaçar em dois lances com Tchê Tchê, com a bola passando muito perto do gol. O Atlético-MG respondeu em um contra-ataque rápido, com Rony cruzando para Biel, que, na pequena área, mandou por cima do travessão.

Nos minutos finais, o equilíbrio se manteve, e tanto Vasco quanto Atlético-MG priorizaram a segurança defensiva, resultando em um empate que não alterou significativamente a situação de nenhuma das equipes na tabela.

Próximos desafios

O Vasco terá um novo desafio decisivo no próximo domingo, às 16h (de Brasília), quando visitará o Santos pela 20ª rodada do Brasileirão, em busca de pontos vitais para sair da zona de rebaixamento. O Atlético-MG, por sua vez, foca agora na Copa Sul-Americana, enfrentando o Godoy Cruz nesta quinta-feira, às 19h (de Brasília), pelo jogo de ida das oitavas de final da competição continental.

FICHA TÉCNICA

VASCO 1 x 1 ATLÉTICO-MG

Data: 10/08/2025
Horário: às 16h (de Brasília)
Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Davi De Oliveira Lacerda (ES)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Douglas Pagung (ES)
VAR: Rafael Traci (SC)
Cartões amarelos: Paulo Henrique e Pablo Vegetti (Vasco); Alexander (Atlético-MG)
GOLS: Pablo Vegetti, aos 18’ do 1°T (Vasco) / Gabriel Menino, aos 0’ do 1°T (Atlético-MG).

VASCO: Léo Jardim, Paulo Henrique (Victor Luís), João Victor, Lucas Freitas e Puma Rodríguez; Hugo Moura, Tchê Tchê e Coutinho (Garré); Rayan, Nuno Moreira (David) e Pablo Vegetti. Técnico: Fernando Diniz

ATLÉTICO-MG: Everson, Natanael, Lyanco, Junior Alonso e Guilherme Arana; Alan Franco, Gabriel Menino (Biel), Gustavo Scarpa (Caio Paulista) e Igor Gomes (Alexander); Cuello (Junior Santos) e Rony (Bernard). Técnico: Cuca.

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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