Mato Grosso
Hospital Regional de Rondonópolis acaba com espera por cirurgia de urgência na região Sul de MT
Mato Grosso
O Hospital Regional de Rondonópolis, administrado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), zerou a fila de espera por uma cirurgia de Urgência e Emergência na região Sul, tanto de procedimentos ortopédicos, clínicos gerais e cirúrgicos. A unidade de saúde é referência para Rondonópolis e outros 18 municípios do sul de Mato Grosso.
“O feito já havia sido alcançado no Hospital Regional de Rondonópolis em setembro deste ano e aconteceu novamente, motivo de orgulho para a Secretaria de Estado de Saúde, porque demonstra que o trabalho está sendo muito bem feito e que estamos salvando cada vez mais vidas e atingindo os nossos objetivos”, afirmou o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.
A unidade realizou 5.558 cirurgias de 1º de janeiro a 30 de novembro, sendo que 3.759 foram da Urgência e Emergência. Das 5.558 cirurgias realizadas neste ano no hospital, 2.438 eram ortopédicas, o que representa o maior fluxo e demanda.
Conforme o secretário adjunto de Gestão Hospitalar da SES, Oberdan Lira, o alto fluxo de cirurgias no Hospital Regional de Rondonópolis é decorrente dos investimentos do Governo de Mato Grosso para a modernização do parque tecnológico.
“O número de arcos cirúrgicos dobrou neste ano, passando para quatro modernos equipamentos de raio-X móveis que fornecem imagens nítidas e de alta resolução em tempo real durante as cirurgias, o que facilita a tomada de decisão dos cirurgiões. Além disso, a unidade tem seis salas cirúrgicas prontas para o atendimento aos usuários do SUS”, explicou.
Segundo a diretora do Hospital Regional de Rondonópolis, Milena Polizel, o resultado também pode ser explicado pelo aumento de oferta de OPME (Órteses, Próteses e Materiais Especiais).
“O hospital tem mais empresas aptas a ofertar os materiais necessários, o que permite que tenhamos sempre fácil acesso às órteses, próteses e outros itens necessários, sem que ocorra falta de material que possa atrasar a realização das cirurgias. Isso faz com que o agendamento dos procedimentos possa ser feito com muita agilidade e sem erros”, avaliou.
A diretora lembrou que o sucesso é ainda maior considerando que Rondonópolis é uma das cidades de Mato Grosso com mais acidentes de trânsito.
“Não temos nenhum paciente na fila da Urgência e Emergência aguardando vaga para ser regulado para o Hospital Regional de Rondonópolis. Isso é motivo para comemorar. E com o alto fluxo de cirurgias também conseguimos diminuir o tempo de permanência dos pacientes internados. A nossa perspectiva agora é chegar a 6.000 cirurgias até o fim do ano”, acrescentou.
Saiba mais sobre o hospital
O Hospital Regional de Rondonópolis conta com 134 leitos hospitalares, sendo 30 de UTI, 82 de enfermaria, 12 leitos de observação e oito de box de emergência.
A unidade atua como referência para os municípios de Alto Araguaia, Alto Garças, Alto Taquari, Araguainha, Campo Verde, Dom Aquino, Guiratinga, Itiquira, Jaciara, Juscimeira, Paranatinga, Pedra Preta, Poxoréu, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, São Pedro da Cipa e Tesouro.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Vacina disponível, proteção possível: Sorriso precisa aderir já
Sorriso vive um momento decisivo na campanha de vacinação contra a gripe. As doses estão disponíveis, as equipes de saúde estão mobilizadas, mutirões vêm sendo organizados — há, portanto, um esforço concreto e contínuo do poder público para ampliar a cobertura vacinal. Ainda assim, os números revelam um desafio: apenas cerca de 15% do grupo prioritário foi vacinado até o momento.Esse dado não deve ser lido como falha isolada, mas como um sinal de alerta que exige corresponsabilidade.A vacina oferecida pelo Sistema Único de Saúde é atualizada anualmente e protege contra os principais vírus da influenza em circulação — H1N1, H3N2 e influenza B. Mais do que reduzir casos leves, ela cumpre um papel essencial: evitar agravamentos, internações e mortes, sobretudo entre os grupos mais vulneráveis.E aqui está o ponto central: a gripe não é uma doença trivial.Em determinadas situações, ela evolui para quadros graves, com complicações como pneumonia, desidratação e descompensação de doenças crônicas. No Brasil, todos os anos, a influenza está associada a centenas de internações e a um número expressivo de óbitos, especialmente entre idosos e pessoas com comorbidades.Ou seja, quando a adesão vacinal é baixa, não se trata apenas de um número aquém da meta — trata-se de uma janela aberta para o agravamento de casos que poderiam ser evitados.Diante disso, é preciso reconhecer: o sistema de saúde tem feito sua parte. Mas a vacinação não se sustenta apenas na oferta — depende da adesão.E adesão se constrói com envolvimento.As famílias têm um papel decisivo. Levar um idoso ao posto, garantir que uma criança seja vacinada, orientar alguém com doença crônica — são gestos simples, mas que fazem diferença concreta nos indicadores de saúde.A sociedade também precisa assumir protagonismo. Informação de qualidade, combate à desinformação e incentivo ao cuidado coletivo são elementos que ultrapassam o espaço das unidades de saúde.Mas há um ponto ainda mais relevante: a resposta precisa ser intersetorial.O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) podem intensificar as ações destinadas a mobilizar a comunidade. São estruturas que conhecem o território, mantêm contato direto com famílias em situação de vulnerabilidade e têm capacidade de identificar, orientar e ajudar a encaminhar quem ainda não se vacinou. Sua atuação pode ser decisiva para alcançar exatamente aqueles que mais precisam da proteção.A rede de educação pode atuar como multiplicadora de informação e mobilização, envolvendo professores, alunos e famílias.As áreas de esporte e cultura, por sua capilaridade e proximidade com a população, podem incorporar a pauta da vacinação em suas atividades e eventos.As lideranças religiosas, por sua vez, ocupam um lugar singular de confiança social. Igrejas, templos e comunidades de fé alcançam pessoas onde muitas vezes o Estado não chega com a mesma força. Podem orientar, incentivar e engajar, transformando a vacinação em um compromisso com o cuidado da vida.A comunicação institucional precisa ser clara, direta e insistente — não apenas informando, mas convocando.E as lideranças comunitárias e associativas também podem desempenhar papel decisivo ao reforçar a importância da imunização em seus espaços de influência. Os Presidentes das associações de moradores podem ajudar muito nesse sentido!É importante destacar que a vacina já está disponível em todas as unidades básicas de saúde do município. Ainda assim, para ampliar o acesso e incentivar a adesão, será realizado um novo mutirão neste sábado, dia 25. Três unidades estarão abertas no período da tarde, das 15h às 17h: os postos de saúde dos bairros Mário Raiter, Jardim Amazonas e União.Além disso, no próprio sábado, das 7h às 11h, a vacinação também estará disponível no Centro de Convivência da Pessoa Idosa (CCPI), localizado na Rua Criciúma, nº 165, bairro Centro-Sul, ao lado do Fórum de Sorriso — uma oportunidade especialmente relevante para facilitar o acesso da população idosa.O mutirão é uma medida acertada. Mas, mais do que um evento pontual, ele precisa ser compreendido como parte de um movimento maior: transformar disponibilidade em acesso real, e acesso em adesão efetiva.No fim, a equação é simples.Vacina disponível + mobilização social = proteção ampliada.Sem essa soma, o esforço público perde alcance. Com ela, a cidade ganha em saúde, reduz internações, evita complicações e protege quem mais precisa.Sorriso já deu o primeiro passo, com uma rede de saúde atuante e comprometida. Agora, é hora de dar o passo seguinte: engajar famílias, instituições e toda a sociedade nessa agenda comum.Vacinar é um ato de cuidado individual. Mas, sobretudo, é uma decisão que protege o coletivo.E cidades que se mobilizam juntas, salvam vidas!Márcio Florestan Berestinas é promotor de Justiça do MPMT
Fonte: Ministério Público MT – MT
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