Mato Grosso

“Investimentos do Governo de MT têm ajudado Dom Aquino a crescer nos últimos 7 anos”, afirma prefeito

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O prefeito Carlos Alberto da Costa, o Carlim Amarelo, afirmou que os investimentos de R$ 167,1 milhões do Governo de Mato Grosso, realizados nos últimos sete anos, têm ajudado no crescimento e no desenvolvimento de Dom Aquino. Apenas nesta quarta-feira (5.2), foram anunciados mais R$ 6,3 milhões em novas obras e ações.

“Os investimentos do governo têm feito o município crescer. Dom Aquino passa por uma situação que não é fácil e, com a ajuda do Estado, conseguimos trazer melhorias para o nosso povo em quadras de esportes, escolas, asfalto, máquinas para a agricultura familiar, habitação e muitas outras áreas. Fico feliz porque isso nos dá a esperança e está melhorando o nosso município”, destacou.

O vice-governador Otaviano Pivetta afirmou que os investimentos do governo são pensados para construir um novo modelo de sociedade.

“Nós temos um ideal e um objetivo, que é fazer Mato Grosso crescer para todos. Colocamos o Estado no lugar de onde nunca deveria ter saído – nos braços do povo mato-grossense. E aqui, em Dom Aquino, o governo cumpriu o seu papel de ser indutor do desenvolvimento, fazendo com que os municípios menores possam se desenvolver e gerar bem-estar em escala”, destacou.

Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT

Em Dom Aquino, o Governo de Mato Grosso destinou materiais para a prefeitura executar o asfaltamento de ruas e avenidas do município, além da recuperação das vias já asfaltadas. O valor dos dois investimentos é de R$ 5,8 milhões.

Também foi repassado um caminhão-pipa para a agricultura familiar do município, que teve um investimento estadual de R$ 571,8 mil.

“Esse governo está devolvendo o Estado de Mato Grosso para cada mato-grossense por meio de investimentos. Isso só foi possível depois que a atual gestão entrou com uma grande missão de consertar o governo. Com seriedade, honestidade e muitas parcerias, estamos mudando muitas realidades aqui no Estado”, apontou o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia.

Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT

Além disso, foram realizadas entregas de ações na área de assistência social, pelo programa SER Família, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes.

“É realmente necessário fazer os investimentos, trazer obras e ações para melhorar a vida da população. Dom Aquino merece isso e muito mais. Nós vamos trabalhar para fazer muito mais por essa cidade”, garantiu o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Max Russi.

Dispositivo

Participaram da solenidade em Dom Aquino os deputados estaduais Carlos Avallone, Thiago Silva, Sebastião Rezende, Fábio Tardin e Nininho; os secretários estaduais Klebson Gomes (Assistência Social e Cidadania) e coronel PM César Roveri (Segurança Pública), além de prefeitos da região sul do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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Escravidão e memória histórica são tema de webinar do MPMT

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Em diálogo com a agenda internacional de direitos humanos, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realizou, nesta quarta-feira (22), um webinar dedicado à reflexão crítica sobre a escravidão e o tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. A iniciativa destacou a centralidade da memória histórica como elemento fundamental na promoção da igualdade racial e na defesa dos direitos humanos.O webinar foi idealizado pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Escola Institucional do MPMT. O objetivo foi fomentar o debate qualificado sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão na sociedade brasileira.A palestra central foi ministrada pela escritora e imortal da Academia Brasileira de Letras Ana Maria Gonçalves, que apresentou uma abordagem acadêmica e reflexiva sobre os silêncios presentes nos registros oficiais da escravidão e seus desdobramentos na realidade social contemporânea.Segundo a autora, refletir sobre a escravidão exige compreendê-la como um processo cujos efeitos permanecem ativos no presente. “Quando a gente pensa na escravidão apenas como um episódio encerrado, perde a dimensão de como ela continua estruturando desigualdades e violências que atravessam o nosso tempo”, pontuou.Durante a exposição, Ana Maria Gonçalves apresentou conceitos desenvolvidos por pensadoras negras, como a fabulação crítica e a noção de rastro da escravidão. A partir dessas referências, destacou como a história oficial apagou trajetórias de pessoas negras e como a literatura e a pesquisa podem contribuir para a reconstrução dessas narrativas.Ao relatar o processo de criação do romance “Um defeito de cor”, a escritora explicou que a escassez de registros sobre mulheres negras escravizadas demanda um trabalho rigoroso de investigação e imaginação responsável. “Escrever essas histórias é uma forma de enfrentar a violência do arquivo e afirmar que essas vidas existiram, mesmo quando os documentos tentaram silenciá-las”, destacou.O procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, atuou como debatedor do evento e ressaltou a importância do debate no âmbito do Ministério Público e o papel das instituições públicas na construção de uma sociedade comprometida com o enfrentamento do racismo.“A obra da professora Ana Maria Gonçalves não me ensinou apenas a não ser racista, mas, sobretudo, a ser antirracista, a partir da força da sua escrita e da história que ela escolheu narrar”, afirmou o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira.Reconhecimento – Considerado a principal obra de Ana Maria Gonçalves, o romance “Um defeito de cor” venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, e foi eleito o melhor livro da literatura brasileira do século 21 por júri da Folha de S.Paulo. A obra narra a trajetória de Kehinde, mulher negra sequestrada ainda criança no Reino do Daomé e trazida ao Brasil para ser escravizada na Ilha de Itaparica, na Bahia.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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