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Comissão debate dispensa de registro em conselho regional para professores de educação física

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados discute, na próxima terça-feira (30), o Projeto de Lei 2062/23, que dispensa professores de educação física do registro em conselhos regionais.

O debate será realizado às 16 horas, no plenário 10.

A audiência foi sugerida pela autora do projeto, deputada Professora Luciene Cavalcante (Psol-SP).

Exceção só para escolas
Segundo a parlamentar, a discussão envolve a exigência de registro nos conselhos regionais de Educação Física para profissionais que atuam exclusivamente na docência.

Ela argumenta que os requisitos para o exercício do magistério já estão definidos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e que há divergências entre essa lei e a norma que regulamenta a profissão de educação física, o que tem gerado questionamentos judiciais.

Da Redação – ND

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Comissão aprova projeto que amplia informação sobre atendimento a crianças com autismo

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A Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê a colocação de cartaz em estabelecimentos comerciais para informar que ali há um profissional treinado para atender crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A medida vale para locais que ofereçam espaços ou atividades de recreação infantil.

Segundo o Projeto de Lei 6564/25, do deputado André Fernandes (PL-CE), a capacitação pode ser feita presencialmente ou pela internet.

O treinamento deve incluir orientações sobre:

  • comunicação;
  • manejo de crises sensoriais; e
  • técnicas de proteção de crianças em situação de risco.

Mudanças no texto original
O relator, deputado Duda Ramos (Pode-RR), fez mudanças no texto original para deixar claro que os estabelecimentos podem treinar funcionários que já fazem parte da equipe, sem a necessidade de contratar novos profissionais.

Além disso, ele limitou a presença da pessoa capacitada ao período de funcionamento das atividades de recreação.

Ambientes preparados
Segundo Ramos, a medida ajuda a prevenir respostas inadequadas em episódios de sobrecarga sensorial e cria ambientes mais preparados.

“O projeto enfrenta uma questão presente na rotina de muitas famílias: a possibilidade de frequentar espaços de consumo, lazer e cultura em condições de acolhimento, segurança e respeito”, afirmou Duda Ramos.

Autor da proposta, André Fernandes acrescenta que as famílias enfrentam dificuldades pela falta de preparo de espaços públicos e privados.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Natalia Doederlein

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