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FICCO/PB destrói dezenas de hectares de plantação de maconha na Paraíba

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João Pessoa/PB. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado da Paraíba deflagrou, nesta data, a Operação Corte Raso, resultando na erradicação de uma vasta plantação de maconha localizada na zona rural de Camalaú/PB.

As ações desencadeadas são fruto de intenso trabalho investigativo e integrado entre as forças de segurança, resultando na desarticulação de uma estrutura criminosa voltada ao cultivo e distribuição de entorpecentes.

Durante a operação, foram localizados e erradicados milhares de pés de maconha, além de equipamentos utilizados no plantio e no beneficiamento da droga.

Devido às dificuldades de aproximação e acesso à área, foi necessário o emprego do Comando de Operações Especiais Policiais (COPESP) da Polícia Militar da Paraíba, cujas capacidades ampliam a segurança e surpresa no combate a organizações criminosas, visto o alto grau de adestramento e profissionalismo das equipes.

A FICCO/PB é composta pela Polícia Federal, Polícia Militar, Policia Civil, Polícia Penal, Polícia Penal Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social da Paraíba e Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba.

Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba 

Fonte: Polícia Federal

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Projeto assegura informações de saúde para familiares de pacientes inconscientes

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O Projeto de Lei 780/26 estabelece regras para que hospitais públicos e privados forneçam informações básicas sobre o estado de saúde de pacientes impossibilitados de se comunicar.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta permite que familiares ou pessoas autorizadas recebam dados essenciais, como o estado geral, os riscos do quadro clínico e a confirmação de procedimentos de emergência.

Para proteger a intimidade do paciente e seguir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), é proibido entregar o prontuário médico completo ou resultados integrais de exames, salvo com autorização judicial. Toda informação prestada deve ser registrada no prontuário, com a identificação de quem recebeu os dados, a data e o horário.

Pelo texto, considera-se impossibilitado de manifestar vontade o paciente em situação de inconsciência, sedação, intubação ou estado clínico grave. As informações podem ser solicitadas por pessoas previamente autorizadas pelo paciente, cônjuges, pais, filhos e irmãos. O projeto dá prioridade para quem o paciente cadastrou antes de ficar doente, garantindo sua autonomia.

“A ausência de um protocolo claro e padronizado gera insegurança jurídica para profissionais de saúde e estabelecimentos, que se veem entre o sigilo médico e a necessidade humanitária de informar os familiares sobre o estado de saúde do paciente”, argumenta o autor do projeto, deputado Bibo Nunes (PL-RS).

Violência doméstica
Se houver indícios de violência doméstica, a equipe de saúde pode negar informações e a localização do paciente ao suspeito, com o objetivo de proteger a vítima.

O descumprimento dessas regras sujeitará o hospital a sanções administrativas.

Próximas etapas
A proposta tem caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Pierre Triboli

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