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FICCO/PR prende dois suspeitos por contrabando de mais de 600 caixas de cigarros em Santa Terezinha de Itaipu

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Foz do Iguaçu/PR. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná (FICCO/PR), em ação conjunta com o 14º Batalhão da Polícia Militar (equipes POP e GOTAMOTRAM), com o Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron), por meio da equipe COBRA e da 1ª CIA de Foz do Iguaçu, e com apoio aéreo do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), prendeu dois homens por contrabando de cigarros no município de Santa Terezinha de Itaipu.

A ação ocorreu nessa quinta-feira (29/1) e foi desencadeada a partir de informações de inteligência da FICCO/PR, que indicavam que um caminhão de origem paraguaia estaria transportando mercadorias ilícitas, sendo precedido por outro veículo que atuaria como batedor. Em decorrência da análise dessas informações e do planejamento operacional, as equipes realizaram um cerco estratégico na BR-277 e identificaram duas carretas trafegando em comboio.

Durante a abordagem simultânea, constatou-se que os condutores, de nacionalidade paraguaia, agiam de forma coordenada. No compartimento de carga da carreta foram localizadas 603 caixas de cigarros de origem estrangeira, desacompanhadas de documentação fiscal. A outra carreta, conduzida por um dos indivíduos, era utilizada como veículo batedor, trafegando à frente e mantendo contato com o condutor do caminhão carregado, com a finalidade de alertá-lo sobre a presença da fiscalização.

Diante dos indícios de atuação conjunta, os dois homens, os veículos e as cargas foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu para a realização dos procedimentos legais cabíveis.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná (FICCO/PR) é composta pela Polícia Federal (PF), pela Polícia Militar do Paraná (PMPR) e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN).


Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR – CS/PF/Foz

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Fonte: Polícia Federal

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Brasil proíbe produção e venda de ‘foie gras’, feito por alimentação forçada

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O Brasil proibiu a produção e a comercialização de alimentos obtidos por meio da alimentação forçada de animais. A medida foi oficializada pela Lei 15.475, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. A lei entra em vigor em 180 dias.

A nova legislação atinge principalmente o foie gras, produto da culinária francesa feito a partir do fígado de patos e gansos submetidos ao método conhecido como gavage. A técnica consiste na introdução de um tubo na garganta da ave para forçar a ingestão de grandes quantidades de alimento, provocando o aumento anormal do fígado. A proibição vale tanto para produtos in natura quanto industrializados. 

A lei tem origem no Projeto de Lei (PL) 90/2020, de autoria do senador Eduardo Girão (Novo-CE). O texto foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado em 2022 e confirmado pela Câmara dos Deputados em abril deste ano.

Ao defender a proposta, Girão classificou a prática como cruel. “Essa tortura cruel é imposta sobre a criação de animais. Aqui eu falo especificamente de patos e gansos, mas pode valer para outros animais. Com essa ingestão forçada, o fígado incha rapidamente, podendo crescer até 12 vezes, causando uma doença pelo acúmulo de gordura e, claro, muito sofrimento ao animal”, afirmou.

A norma define alimentação forçada como qualquer método mecânico ou manual que obrigue o animal a ingerir alimentos ou suplementos acima do seu limite natural de saciedade, por meio de instrumentos introduzidos na garganta, esôfago, papo ou estômago.

Quem descumprir a lei estará sujeito às penas previstas na Lei de Crimes Ambientais, com detenção de três meses a um ano, além de multa. Também poderão ser aplicadas sanções administrativas, como apreensão de animais e produtos, suspensão da fabricação e da venda, embargo de atividades e inutilização dos produtos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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