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PF, Receita Federal e PM/MS apreendem 25 mil litros de éter etílico em carreta na fronteira

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Corumbá/MS. A Polícia Federal, em ação conjunta com a Receita Federal e a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, apreendeu uma carreta carregada com aproximadamente 25 mil litros de insumo químico utilizado na produção de cocaína.

A ação foi resultado do cruzamento de informações de inteligência que indicaram a circulação do carregamento. O veículo foi abordado no município de Corumbá/MS, transportando 500 bombonas, cada uma contendo 50 litros de éter etílico. Os vasilhames apresentavam rótulos ideologicamente falsos, confirmando as suspeitas iniciais de desvio e uso ilícito.

De acordo com análises realizadas com base em apreensões anteriores e nos métodos de processamento clandestino da droga, a quantidade interceptada seria suficiente para produzir ao menos 25 toneladas de cocaína pura, ou cerca de 75 toneladas do entorpecente misturado a outras substâncias para distribuição no varejo.

O motorista foi conduzido à sede da Polícia Federal em Corumbá/MS para os procedimentos legais.

Nos últimos quatro anos, a Polícia Federal, em cooperação com a Receita Federal e forças de segurança locais, vem monitorando rotinas de exportação de produtos químicos para a Bolívia, com especial atenção aos precursores frequentemente desviados para a produção de drogas.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul
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Fonte: Polícia Federal

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Projeto assegura informações de saúde para familiares de pacientes inconscientes

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O Projeto de Lei 780/26 estabelece regras para que hospitais públicos e privados forneçam informações básicas sobre o estado de saúde de pacientes impossibilitados de se comunicar.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta permite que familiares ou pessoas autorizadas recebam dados essenciais, como o estado geral, os riscos do quadro clínico e a confirmação de procedimentos de emergência.

Para proteger a intimidade do paciente e seguir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), é proibido entregar o prontuário médico completo ou resultados integrais de exames, salvo com autorização judicial. Toda informação prestada deve ser registrada no prontuário, com a identificação de quem recebeu os dados, a data e o horário.

Pelo texto, considera-se impossibilitado de manifestar vontade o paciente em situação de inconsciência, sedação, intubação ou estado clínico grave. As informações podem ser solicitadas por pessoas previamente autorizadas pelo paciente, cônjuges, pais, filhos e irmãos. O projeto dá prioridade para quem o paciente cadastrou antes de ficar doente, garantindo sua autonomia.

“A ausência de um protocolo claro e padronizado gera insegurança jurídica para profissionais de saúde e estabelecimentos, que se veem entre o sigilo médico e a necessidade humanitária de informar os familiares sobre o estado de saúde do paciente”, argumenta o autor do projeto, deputado Bibo Nunes (PL-RS).

Violência doméstica
Se houver indícios de violência doméstica, a equipe de saúde pode negar informações e a localização do paciente ao suspeito, com o objetivo de proteger a vítima.

O descumprimento dessas regras sujeitará o hospital a sanções administrativas.

Próximas etapas
A proposta tem caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Pierre Triboli

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