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Polícia Federal prende motorista com celulares e medicamentos contrabandeados em Foz do Iguaçu/PR

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Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal prendeu, na manhã deste sábado (3/1), um motorista de ônibus que transportava mercadorias de origem estrangeira introduzidas ilegalmente no país, durante fiscalização realizada na BR-277, nas proximidades da Rodoviária Internacional de Foz do Iguaçu.

A ação teve início após o recebimento de informações indicando que ônibus de linha estariam sendo utilizados para o transporte de mercadorias provenientes de descaminho. Diante disso, policiais federais passaram a realizar diligências e vigilância na região.

Por volta das 8h30, os agentes identificaram um ônibus de uma empresa de viagens interestaduais que trafegava no sentido Foz do Iguaçu. O veículo foi acompanhado de forma velada até a entrada da Rodoviária Internacional, onde foi realizada a abordagem.

O ônibus era conduzido por um homem que estava sozinho no veículo e demonstrou nervosismo durante a fiscalização. Em inspeção minuciosa, foram localizados compartimentos ocultos na área do condutor, onde estavam escondidos diversos produtos de origem estrangeira, entre eles aparelhos celulares e centenas de ampolas de medicamento, introduzidos de forma irregular no país.

Os medicamentos estavam acondicionados em ambiente de temperatura elevada, em desacordo com as orientações técnicas de armazenamento e transporte, que determinam a manutenção do produto sob refrigeração.

O condutor informou que receberia pagamento em dinheiro pelo transporte das mercadorias e declarou ter conhecimento da ilegalidade da carga, cujo destino final seria a cidade de São Paulo/SP.

Durante a ação, o motorista apresentou mal-estar e foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), sendo constatada queda de pressão arterial, sem necessidade de encaminhamento hospitalar.

Diante dos fatos, o indivíduo foi conduzido à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu, juntamente com as mercadorias apreendidas, para os procedimentos legais cabíveis.

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR
[email protected]
@pffoz

Fonte: Polícia Federal

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Projeto assegura informações de saúde para familiares de pacientes inconscientes

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O Projeto de Lei 780/26 estabelece regras para que hospitais públicos e privados forneçam informações básicas sobre o estado de saúde de pacientes impossibilitados de se comunicar.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta permite que familiares ou pessoas autorizadas recebam dados essenciais, como o estado geral, os riscos do quadro clínico e a confirmação de procedimentos de emergência.

Para proteger a intimidade do paciente e seguir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), é proibido entregar o prontuário médico completo ou resultados integrais de exames, salvo com autorização judicial. Toda informação prestada deve ser registrada no prontuário, com a identificação de quem recebeu os dados, a data e o horário.

Pelo texto, considera-se impossibilitado de manifestar vontade o paciente em situação de inconsciência, sedação, intubação ou estado clínico grave. As informações podem ser solicitadas por pessoas previamente autorizadas pelo paciente, cônjuges, pais, filhos e irmãos. O projeto dá prioridade para quem o paciente cadastrou antes de ficar doente, garantindo sua autonomia.

“A ausência de um protocolo claro e padronizado gera insegurança jurídica para profissionais de saúde e estabelecimentos, que se veem entre o sigilo médico e a necessidade humanitária de informar os familiares sobre o estado de saúde do paciente”, argumenta o autor do projeto, deputado Bibo Nunes (PL-RS).

Violência doméstica
Se houver indícios de violência doméstica, a equipe de saúde pode negar informações e a localização do paciente ao suspeito, com o objetivo de proteger a vítima.

O descumprimento dessas regras sujeitará o hospital a sanções administrativas.

Próximas etapas
A proposta tem caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Pierre Triboli

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