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Homem é preso pela Polícia Militar por violência doméstica em Paranaíta

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Um homem, de 59 anos, foi preso pela Polícia Militar pelos crimes de ameaça e lesão corporal, nesta terça-feira (7.10), na zona rural de Paranaíta. O suspeito foi denunciado por agredir e ameaçar sua companheira e estava com um mandado de prisão em aberto pelos crimes de homicídio e estupro.

A Polícia Militar do município foi acionada por funcionários do hospital municipal que denunciaram que uma mulher, vítima de violência doméstica, havia dado entrada na unidade de saúde.

No local, os policiais fizeram contato com a vítima, que afirmou estar convivendo com o suspeito há 15 dias. A mulher disse que, na noite anterior, o homem ingeriu bebidas alcoólicas e começou a lhe agredir, por motivos de ciúmes.

A vítima relatou que foi agredida com socos e golpes com a lateral de um facão e que os ataques duraram toda a noite, causando hematomas pelo corpo e lesões no tórax, pescoço, boca e couro cabeludo. Ela afirmou que foi levada ao hospital pelo patrão do suspeito, durante a manhã, e disse que o agressor estaria trabalhando na fazenda.

Os militares foram até a propriedade rural onde o suspeito trabalha e deram voz de prisão ao homem. Durante a abordagem, os policiais identificaram que ele estava com mandado de prisão em aberto pelos crimes de estupro e homicídio qualificado, pela Comarca de Alta Floresta.

O homem foi conduzido para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Bebê recém-nascida é encontrada sem vida em lixeira de condomínio em VG

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A ocorrência registrada na manhã desta quinta-feira (23), no bairro Nova Várzea Grande, ganhou novos desdobramentos. O feto encontrado dentro de uma lixeira é de uma menina e, segundo as equipes que atuam no atendimento da ocorrência, estava totalmente formado, com cabelos e o cordão umbilical ainda preso ao corpo.

Os coletores de lixo que localizaram o feto ficaram profundamente abalados com a situação e acionaram a Polícia Militar. Conforme as primeiras avaliações realizadas no local, existem indícios de que o descarte tenha ocorrido poucas horas antes da localização.

De acordo com informações preliminares repassadas pelas equipes que acompanham a ocorrência, o corpo ainda apresentava sangue e características compatíveis com um parto muito recente. Esses indícios, no entanto, deverão ser confirmados ou descartados por meio dos exames periciais realizados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

O local permanece isolado para os trabalhos de investigação. Equipes da Polícia Militar, da Politec e da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realizam os levantamentos periciais e a coleta de informações que possam esclarecer as circunstâncias do caso.

A Polícia Civil também trabalha para obter imagens de câmeras de segurança da região e reunir outros elementos que permitam identificar quem abandonou o feto na lixeira.

A ocorrência segue em andamento e, até o momento, a identidade da mãe e as circunstâncias que levaram ao abandono do corpo ainda não foram esclarecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil, que aguarda os laudos periciais para definir a dinâmica dos fatos e as eventuais responsabilidades criminais.

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