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Polícia Civil prende 4 faccionados envolvidos em dois homicídios em Juruena
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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na manhã desta sexta-feira (12.9), quatro membros de uma facção criminosa que estavam envolvidos em dois homicídios com ocultação de cadáver, praticados um dia após o outro, no município de Juruena (a 880 km de Cuiabá).
Os suspeitos, de 18, 24, 27 e 31 anos, foram presos e autuados em flagrante pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, tráfico de drogas e promover ou constituir organização criminosa. Um dos criminosos também estava com mandado de prisão preventiva em aberto. Eles são suspeitos de executar Alex Almeida da Silva e Daniel Lopes dos Santos, de 25 e 27 anos, respectivamente.
As diligências iniciaram-se na terça-feira (9.9), após a Delegacia de Juruena ser acionada para atender o homicídio de Daniel, que foi atingido por disparos de arma de fogo em uma residência no bairro Bela Vista.
Durante a investigação para esclarecer o crime, os policiais civis de Juruena, com apoio da equipe da Delegacia de Juína, conseguiram identificar o primeiro criminoso, membro de uma facção criminosa e já conhecido por envolvimento em diversos crimes.
Em seguida, foi identificado o segundo criminoso, inclusive com mandado de prisão preventiva em aberto, decretado pela Comarca de Campo Novo dos Parecis, pelo crime de roubo.
Os investigadores descobriram um endereço situado próximo ao terminal rodoviário, no centro da cidade, possivelmente frequentado pela dupla e outros membros da facção responsável pela execução de Daniel.
Durante dois dias de campana nas proximidades do imóvel, os policiais observaram um homem, de nacionalidade venezuelana, se aproximar do imóvel para comprar entorpecentes. Imediatamente, os policiais civis se aproximaram da casa. Um dos suspeitos tentou fugir, pulando vários muros ao ver os agentes, mas ele foi alcançado. Ele tentou resistir violentamente à prisão e foi contido.
Já dentro da residência, o segundo homem foi surpreendido na posse de várias porções de droga. Enquanto os policiais civis realizavam as buscas no interior do imóvel, outros dois indivíduos, em uma motocicleta Honda Pop, se aproximaram da residência.
Ao perceberem a presença da equipe, a dupla empreendeu fuga em alta velocidade. Mas, devido a buracos na via, o garupa da moto se desequilibrou e caiu no solo, momento em que o terceiro suspeito foi detido e preso. O outro suspeito na moto conseguiu fugir.
Ao serem questionados, os suspeitos assumiram o crime contra Daniel. Eles relataram que a execução foi determinada pelos líderes da facção, em razão de a vítima pertencer a um grupo criminoso rival. Eles também confessaram a autoria de outro homicídio praticado no dia anterior à morte de Daniel Lopes.
Na noite de segunda-feira (8.9), o grupo sequestrou Alex Almeida da Silva e, após mantê-lo em cárcere privado por horas, o submeteu a várias sessões de tortura. Ele foi executado, e o corpo foi jogado em uma região de mata de difícil acesso na região conhecida como Prainha, próximo à margem do rio Juruena.
Em continuidade às diligências, foi localizado o quarto suspeito, que levou o corpo de Alex Almeida da Silva, envolto em cobertas no bagageiro do seu carro Fiat Uno até o local de ocultação. Com base nas informações referentes ao local exato, os policiais civis localizaram o cadáver.
A equipe também descobriu que um dos presos havia furtado uma motocicleta na cidade de Vilhena (RO), na última sexta-feira (5), e, posteriormente, levou o veículo para Juruena, sendo a moto apreendida pela Polícia Militar na quarta-feira (10), escondida no quintal de uma casa abandonada.
Diante dos fatos, os quatro criminosos foram conduzidos para a Delegacia de Juruena, interrogados e autuados em flagrante pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, tráfico de drogas e promover ou constituir organização criminosa. Após a confecção dos autos, os presos foram apresentados e colocados à disposição da Justiça.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Homem é sequestrado durante assalto em Várzea Grande
Wellington Eduardo da costa jardim, de 35 anos, foi sequestrado dentro da própria residência, na madrugada deste domingo (10), no bairro são benedito, em várzea grande, e segue desaparecido. Desde que foi levado, a família não conseguiu mais qualquer contato com ele e, até o momento, não há informações sobre seu paradeiro.
De acordo com o boletim de ocorrência, os suspeitos invadiram a residência por volta das 4h40. Armados, eles afirmaram ser policiais civis e renderam Wellington Eduardo da Costa Jardim, de 35 anos, e sua companheira M…..
Durante a ação criminosa, os assaltantes mantiveram o casal sob ameaça enquanto procuravam dinheiro e objetos de valor. Conforme o registro policial, foram levados uma quantia em dinheiro, um aparelho celular da marca Poco e um iPhone 12 pertencentes às vítimas.
Após o roubo, os criminosos fugiram levando Wellington Eduardo da Costa Jardim. A mulher foi deixada no local e, assim que conseguiu pedir ajuda, procurou a Polícia Civil para registrar a ocorrência.
O caso foi registrado como sequestro e cárcere privado consumado, além dos demais crimes relacionados à ação criminosa. As investigações foram encaminhadas à Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e à Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), que trabalham para identificar os autores e localizar a vítima.
Qualquer pessoa que tenha visto Wellington, tenha presenciado alguma movimentação suspeita na região do bairro são benedito durante a madrugada, possua imagens de câmeras de segurança ou tenha qualquer informação que possa contribuir para sua localização deve procurar imediatamente as autoridades.
A Polícia Civil segue investigando o caso e realiza diligências para localizar
Wellington Eduardo da Costa Jardim. Familiares e amigos pedem a colaboração da população. Quem tiver qualquer informação que possa ajudar a localizar Wellington ou indicar seu paradeiro pode entrar em contato pelo telefone 190 ou (65) 99247-5665. A identidade do denunciante será preservada.
Atenção: Esta reportagem foi elaborada com base nas informações constantes no boletim de ocorrência, que registra a versão inicial dos fatos apresentada às autoridades competentes. Novas informações poderão alterar o andamento da investigação
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