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Polícia Civil prende professor acusado de assediar alunas em escola municipal de Peixoto de Azevedo

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A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira (3.7), um professor de 58 anos, acusado de assédio e importunação sexual contra alunas e uma técnica de desenvolvimento infantil (TDI) de uma escola da rede municipal de Peixoto de Azevedo (a 675 km de Cuiabá).

As investigações tiveram início no final de junho, após a mãe de uma aluna da escola procurar a diretoria, afirmando que colegas de sua filha vinham sendo assediadas pelo professor e que temia que sua filha também se tornasse vítima.

A diretora, que até então não havia recebido nenhuma denúncia, conversou com a técnica de desenvolvimento infantil que trabalhava na sala com o professor. Ela confirmou a denúncia. Diante disso, ela procurou a Polícia Civil e registrou um boletim de ocorrência.

A equipe da Delegacia de Peixoto de Azevedo deu início às investigações e identificou que o professor assediava as crianças em sala de aula, tentando tocá-las e elogiando-as de maneira excessiva. Além disso, ele também tentava beijar a técnica de desenvolvimento infantil à força.

Diante disso, foi representado pelo mandado de prisão preventiva, que foi acatado pela Justiça e cumprido na manhã desta quinta-feira, na escola municipal em que o professor atua.

Depois, a equipe policial foi até a casa do suspeito, onde foi cumprido um mandado de busca e apreensão, mas nada de ilícito foi encontrado na casa.

As investigações continuam para a conclusão do inquérito. Denúncias referentes a esse caso podem ser realizadas diretamente para a Delegacia de Peixoto de Azevedo pelo número (66) 98156-0119.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Tribunal do Júri de Carlinhos Bezerra é remarcado após abandono da defesa durante sessão

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O Tribunal do Júri de Carlos Alberto Gomes Bezerra foi remarcado para o dia 31 de julho, às 9h, no Fórum de Cuiabá, após a defesa abandonar a sessão de julgamento realizada na manhã desta terça-feira (21).

No início dos trabalhos, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da 1ª Vara Criminal da Capital, constatou o abandono da defesa e determinou que o réu providencie a nomeação de novos advogados para atuar no processo. Caso isso não ocorra, o defensor público Marcus Vinícius Esbalqueiro já foi intimado para assumir a defesa técnica de Carlos Alberto.

A defesa do réu era formada pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.

O julgamento envolve o processo nº 1001239-10.2023.8.11.0042 e terá como responsável pela acusação o Ministério Público Estadual, representado pelos promotores de Justiça Élide Manzini de Campos e Vinicius Gahyva Martins.

Com a remarcação, o Tribunal do Júri deverá ser retomado com a definição da nova composição da defesa, garantindo a continuidade dos atos processuais e o cumprimento das determinações judiciais.

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