Política
ALMT promove 1º Prêmio de Jornalismo – Troféu Parlamento
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Na noite desta quinta-feira (29), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) promoveu o 1º Prêmio de Jornalismo – Troféu Parlamento. Além da premiação dos três melhores trabalhos jornalísticos nas categorias reportagem em texto, telejornalismo, radiojornalismo, fotojornalismo e universitário, o evento, realizado no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, contou com homenagens e palestras. Estiveram presentes autoridades, concorrentes, profissionais da imprensa e pessoas interessadas.
O concurso recebeu 293 produções publicados de 1º de janeiro a 24 de novembro de 2025, representando 54 empresas de comunicação de 19 municípios do estado. Na categoria “universitário”, foram julgados materiais de todas as faculdades de jornalismo de Mato Grosso públicas e privada. Os participantes tiveram de trabalhar com o tema “A Assembleia Legislativa na vida do povo mato-grossense”. Os três melhores trabalhos de cada categoria foram premiados da seguinte forma: 1º lugar – R$ 20.000,00 e troféu; 2º lugar – R$ 10.000,00 e placa de homenagem e 3º lugar – R$ 5.000,00 e placa de homenagem.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), celebrou o sucesso da primeira edição do prêmio e a ampla participação dos profissionais da comunicação. Ele ressaltou que o número de inscritos demonstrou o engajamento da imprensa e a relevância da iniciativa. “Esse prêmio foi muito bem pensado e organizado. A grande participação mostrou o envolvimento da imprensa de forma geral, e não tenho dúvida de que foi um sucesso”, avaliou.
Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
Russi lembrou que o prêmio integra a programação comemorativa dos 190 anos do Parlamento estadual e adiantou que novas edições já estão sendo planejadas, inclusive para este ano. “Pelo sucesso da primeira edição, já estamos pensando na segunda, na terceira. A ideia é melhorar a cada ano e fortalecer ainda mais essa iniciativa”, disse.
Integrante da comissão julgadora, composta por profissionais que não atuam na ALMT, o chefe da Assessoria de Comunicação do Ministério Público de Mato Grosso (MP-MT), Jonathan Cosme, destacou o alto nível dos materiais inscritos. Segundo ele, os trabalhos apresentaram narrativas bem construídas, humanizadas e com forte apuração. “O nível das inscrições foi admirável e surpreendente. Foram produções de rádio, TV, sites e trabalhos acadêmicos muito bem elaborados”, afirmou.
Entre os vencedores, a estudante da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Bianca Mortelaro, premiada na categoria universitário, elaborou uma reportagem em texto a partir de seu trabalho de conclusão de curso e abordou a violência de gênero sob a perspectiva do papel do Legislativo. “A reportagem surgiu do meu TCC e também de um documentário que estou produzindo. A ideia foi questionar o que está sendo feito, o que ainda não está e como a Assembleia participa desse processo, desde a criação da lei até a cobrança para que ela chegue ao cotidiano das mulheres”, explicou. Segundo Bianca, o reconhecimento amplia o alcance do debate. “Fico muito feliz por saber que esse tema vai chegar a quem precisa, especialmente aos parlamentares”, destacou.
Ganhador da categoria reportagem em texto, o jornalista Marcy Monteiro do veículo PNB Online afirmou que não esperava receber o prêmio e destacou o reconhecimento ao trabalho desenvolvido em parceria com a colega Safira Campos. Segundo ele, a reportagem foi pensada com o objetivo de informar e resgatar a história do Parlamento mato-grossense. “A gente faz a reportagem com a expectativa de transmitir uma informação, mas eu não imaginava que fosse ganhar. Estou muito feliz com o reconhecimento do trabalho que foi feito”, afirmou.
Ele explicou que a produção foi pensada para contar parte da história da construção de Mato Grosso, a partir da elaboração da Constituição Estadual. “Nós pensamos numa reportagem para contar um pouco da história da construção do estado. Eu e minha colega dividimos a pauta e buscamos personagens e fontes que pudessem trazer informações de 36 anos atrás”, relatou. Segundo o repórter, enquanto uma parte da apuração ficou voltada a historiadores, outra buscou ouvir ex-parlamentares que participaram do processo. “Conseguimos construir essa história e mostrar como foi o processo de elaboração das leis, com a participação da população, para a construção de um conjunto de normas que ajudaram a formar o estado”, concluiu.
O secretário de Comunicação da ALMT, Henrique Santos ressaltou que o prêmio reafirma o respeito do Parlamento à imprensa livre e responsável. “Ao criar o 1º Prêmio ALMT de Jornalismo – Troféu Parlamento, a Assembleia Legislativa reafirma que valoriza quem informa com seriedade e ajuda a construir uma sociedade mais consciente e democrática”, destacou. Ele também agradeceu aos jurados e ressaltou a transparência do processo. “Nenhum servidor da Assembleia integrou o corpo de jurados, o que garante imparcialidade, transparência e credibilidade ao resultado”, completou.
Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
A programação ainda incluiu palestras com o jornalista Fernando Mitre, que abordou o tema “A missão do jornalismo na cobertura ética de uma eleição”, e com o publicitário Marcelo Vitorino, que falou sobre “A inteligência artificial como aliada da comunicação”. Na solenidade, a ALMT também prestou homenagem a profissionais da comunicação já falecidos que marcaram a história do Parlamento e do jornalismo mato-grossense, reconhecendo suas trajetórias e contribuições para a imprensa e para a sociedade. São eles Fablício Rodrigues, Paulo Leite, Lygia Lemos, Mário Marques e Walter Rabello.
Avaliação dos parlamentares – Para o primeiro-secretário da ALMT, deputado Dr. João (MDB), a realização do prêmio representa um marco para o Parlamento e para a imprensa estadual. Segundo ele, a iniciativa valoriza o jornalismo sério e responsável produzido em Mato Grosso. “É um dia histórico para a Assembleia Legislativa e para o jornalismo mato-grossense. Esse prêmio Parlamento é fantástico para valorizar o verdadeiro jornalismo, investigativo e comprometido com a sociedade”, afirmou.
O parlamentar destacou ainda a importância da imprensa para o fortalecimento da democracia. “Não existe democracia sem uma imprensa atuante e verdadeira. Hoje nós temos uma democracia porque temos jornalistas que acordam cedo, vão às ruas e buscam a informação correta”, completou.
Para o deputado Wilson Santos, o prêmio representa um avanço histórico na relação entre o Legislativo e a imprensa. Ele destacou que o jornalismo exerce papel fundamental na fiscalização do poder público. “O jornalismo é o oxigênio da democracia. Premiar esses profissionais é uma forma de reconhecimento e de estímulo para que o jornalismo continue sendo sério, investigativo e ético”, concluiu.
Confira abaixo a lista de vencedores e finalistas:
Vencedores:
Reportagem em texto
1º Lugar
MARCY MONTEIRO e SAFIRA CAMPOS
Reportagem: Constituição de MT: pelo povo e para o povo
Veículo: PNB Online
Cidade: Cuiabá
2º Lugar
KESSILLEN LOPES E ROGÉRIO JÚNIOR
Reportagem: Da crise à retomada: como pequenos negócios sobreviveram à pandemia e alavancaram a economia de MT
Veículo: g1 Mato Grosso
Cidade: Cuiabá
3º Lugar
CRISTIANE GUERREIRO e DANTIELLE VENTURINI
Reportagem: Socorro na hora certa permite que mulheres narrem própria história; AL pressiona Estado a cumprir leis que protegem as mulheres
Veículo: Jornal A Gazeta
Cidade: Cuiabá
Telejornalismo
1º Lugar
LEANDRO TRINDADE
Reportagem: CPI da qualidade telefônica constata falta de antenas em Mato Grosso, sinal instável causa prejuízos
Veículo: SBT CUIABÁ
Cidade: Cuiabá
2º Lugar
NAYANA BRICAT
Reportagem: ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MATO GROSSO OFERECE SERVIÇOS GRATUITOS COM INCLUSÃO E CIDADANIA PARA A POPULAÇÃO
Veículo: TV VILA REAL – RECORD
Cidade: Cuiabá
3º Lugar
ELISSA NEVES
Reportagem: Assembleia Legislativa e Pontal do Marape: A união do Parlamento e do Campo traz segurança e transforma sonhos em realidade
Veículo: TV MUTUM – BAND
Cidade: Nova Mutum
Radiojornalismo
1º Lugar
VERÔNICA RAQUEL
Reportagem: Audiência Pública: A Assembleia Legislativa de Mato Grosso trabalhando em parceria com o cidadão
Veículo: Rádio Vila Real
Cidade: Cuiabá
2º Lugar
VINICIUS ANTÔNIO
Reportagem: Valorização cultural – Judiciário e Legislativo reforçam a luta dos quilombolas em MT
Veículo: TRT FM
Cidade: Cuiabá
3º Lugar
SIMONE SOUZA GUEDES e EDUARDO GUEDES
Reportagem: ALMT revisa limites urbanos para destravar serviços e dar segurança jurídica
Veículo: Rádio Bom Jesus FM
Cidade: Cuiabá
Fotojornalismo
1º Lugar
EDNILSON AGUIAR
Foto publicada na reportagem: Após criação da CNH Social na ALMT, acidentes de trânsito diminuíram em Mato Grosso
Veículo: PNB Online
Cidade: Cuiabá
2º Lugar
RODINEI CRESCÊNCIO
Foto publicada na reportagem: Entre barreiras e avanços: lei busca garantir a PCDs o direito de dirigir em MT
Veículo: Site RDNews
Cidade: Cuiabá
3º Lugar
OTMAR DE OLIVEIRA
Foto publicada na reportagem: Emendas Parlamentares levam recursos para onde a dor “mora”
Veículo: Jornal A Gazeta
Cidade: Cuiabá
Universitário
1º Lugar
BIANCA MORTELARO
Reportagem: Mulheres sob ameaça constante: Entre proteção prevista por lei e a escalada da violência em Mato Grosso
Estudante da UFMT
Cidade Cuiabá
2º Lugar
ANDREY BONFIM
Reportagem: PartiuIF na TVAL transforma o estudo e inspira jovens a sonhar com o IFMT
Estudante da UFMT Cidade: Cuiabá
3º Lugar
ALEXANDRE CARDOSO, ANDERSON DOS SANTOS E GUILLERME COSTA
Reportagem: O apoio da ALMT ao curso de jornalismo da Unemat
Estudante da Unemat
Cidade: Tangará da Serra
Finalistas:
Reportagem em texto
CRISTIANE GUERREIRO e DANTIELLE VENTURINI
Veículo: Jornal A Gazeta
Cidade: Cuiabá
KESSILLEN LOPES e ROGÉRIO JÚNIOR
Veículo: g1 Mato Grosso
Cidade: Cuiabá
MARCY MONTEIRO e SAFIRA CAMPOS
Veículo: PNB Online
Cidade: Cuiabá
AIRTON MARQUES
Veículo: Olhar Direto
Cidade: Cuiabá
POLLYANA ARAÚJO
Veículo: Primeira Página
Cidade: Cuiabá
BRUNA BARBOSA
Veículo: Olhar Direto
Cidade: Cuiabá
PATRÍCIA SANCHES
Veículo: RDNews
Cidade: Cuiabá
Telejornalismo
ELISSA NEVES
Veículo: TV Mutum – Band
Cidade: Nova Mutum
MATHEUS MENDES
Veículo: SBT Cuiabá
Cidade: Cuiabá
LEANDRO TRINDADE
Veículo: SBT Cuiabá
Cidade: Cuiabá
NAYANA BRICAT
Veículo: TV Vila Real – Record
Cidade: Cuiabá
LUCIANA GAVIGLIA
Veículo: TV Vila Real – Record
Cidade: Cuiabá
WENDER DIAS
Veículo: Sistema Rondon de Comunicação
Cidade: Rondonópolis
THEODORA MACRIDA
Veículo: TV Vale – Record
Cidade: Tangará da Serra
Radiojornalismo
ALLAN MESQUITA
Veículo: Rádio Capital
Cidade: Cuiabá
MESSIAS SOBRINHO
Veículo: Rádio 14 de Maio FM
Cidade: Mirassol D’Oeste
SIMONE SOUZA GUEDES e EDUARDO GUEDES
Veículo: Rádio Bom Jesus
Cidade: Cuiabá
VINÍCIUS ANTÔNIO
Veículo: Rádio TRT FM
Cidade: Cuiabá
LUZIA ARAÚJO
Veículo: Rádio Capital
Cidade: Cuiabá
CLEMERSON MENDES
Veículo: Rádio Jovem Pan FM
Cidade: Sinop
VERÔNICA RAQUEL
Veículo: Rádio Vila Real
Cidade: Cuiabá
Fotojornalismo
RODINEI CRESCÊNCIO
Veículo: RDNews
Cidade: Cuiabá
OTMAR DE OLIVEIRA
Veículo: Jornal A Gazeta
Cidade: Cuiabá
CHICO FERREIRA
Veículo: Jornal A Gazeta
Cidade: Cuiabá
JOÃO VIEIRA
Veículo: Jornal A Gazeta
Cidade: Cuiabá
VICTOR OSTETTI
Veículo: MidiaNews
Cidade: Cuiabá
EDNILSON AGUIAR
Veículo: PNB Online
Cidade: Cuiabá
ROGÉRIO FLORENTINO
Veículo: Conexão
Cidade: Cuiabá
Universitário
BIANCA MORTELARO
Instituição: UFMT
Cidade: Cuiabá
ALEXANDRE CARDOZO, ANDERSON DOS SANTOS e GUILLERME COSTA
Instituição: Unemat
Cidade: Tangará da Serra
ANDREY BONFIM
Instituição: UFMT
Cidade: Cuiabá
ALINE COSTA
Instituição: UFMT
Cidade: Cuiabá
DIONES KRINSKI
Instituição: Unemat
Cidade: Tangará da Serra
IRENE LOPES
Instituição: Unemat
Cidade: Tangará da Serra
SILVANO COSTA
Instituição: UFMT
Cidade: Cuiabá
Fonte: ALMT – MT
Política
Quem fiscaliza as eleições no Brasil
A fiscalização do processo eleitoral envolve diferentes órgãos e entidades, responsáveis por acompanhar etapas que vão da preparação dos sistemas e das urnas eletrônicas à votação, à apuração e à totalização dos resultados. A Justiça Eleitoral coordena e administra as eleições, mas partidos, Ministério Público, instituições públicas e entidades credenciadas também participam do acompanhamento e da auditoria do processo.
A Justiça Eleitoral é responsável por organizar e administrar as eleições. É formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), pelos juízes eleitorais e pelas juntas eleitorais. O TSE estabelece normas para as eleições, enquanto TREs, juízes e juntas exercem competências específicas nos estados e municípios.
A Justiça Eleitoral é responsável por organizar e administrar as eleições. É formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), pelos juízes eleitorais e pelas juntas eleitorais. O TSE é o órgão máximo da Justiça Eleitoral e estabelece as normas das eleições, enquanto TREs, juízes e juntas exercem competências específicas nos estados e municípios.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) também participa da fiscalização. Cabe à instituição atuar para assegurar o cumprimento da legislação eleitoral nas situações previstas em lei, desde o alistamento de eleitores até as etapas posteriores à votação. O MPE pode atuar, por exemplo, em questões relacionadas ao registro de candidaturas, ao abuso de poder econômico ou político e a crimes eleitorais, como a compra de votos.
Fiscalização vai além da Justiça Eleitoral
Partidos políticos, federações e coligações podem acompanhar a votação e a apuração dos resultados. Entidades privadas brasileiras sem fins lucrativos também podem participar da fiscalização e da auditoria dos sistemas eleitorais, desde que tenham atuação reconhecida na fiscalização e na transparência da gestão pública e sejam credenciadas pelo TSE, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Também podem participar departamentos de tecnologia da informação de universidades credenciadas pelo Tribunal.
As entidades autorizadas podem desenvolver programas próprios para verificar a integridade e a autenticidade dos sistemas eleitorais. Para isso, devem cumprir os requisitos técnicos e os procedimentos definidos pelo TSE. A Resolução do TSE 23.673/2021, atualizada por normas posteriores, apresenta a lista de entidades autorizadas a participar da fiscalização. Entre as entidades e instituições autorizadas estão:
- Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);
- Ministério Público;
- Defensoria Pública;
- Congresso Nacional;
- Controladoria-Geral da União (CGU);
- Polícia Federal;
- Sociedade Brasileira de Computação (SBC);
- Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea);
- Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
- Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP);
- Tribunal de Contas da União (TCU);
- Confederação Nacional da Indústria (CNI);
- demais integrantes do Sistema Indústria e entidades corporativas do Sistema S.
As entidades fiscalizadoras podem acompanhar as etapas previstas na regulamentação e pedir esclarecimentos à Justiça Eleitoral. A participação ocorre de acordo com as atribuições de cada instituição e com as regras estabelecidas pelo TSE.
A fiscalização inclui testes e verificações dos sistemas e das urnas eletrônicas, além do acompanhamento de procedimentos que vão do desenvolvimento e da preparação dos sistemas à votação, à apuração e à totalização, conforme as regras do TSE.
Eleitor também pode denunciar irregularidades
O eleitor também pode denunciar irregularidades durante as eleições por meio de canais oficiais. Um deles é o aplicativo Pardal, ferramenta do TSE destinada ao recebimento de denúncias sobre compra de votos, uso indevido da máquina pública, crimes eleitorais e propaganda irregular.
Para as eleições de 2026, o aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas oficiais de aplicativos para dispositivos móveis. Para registrar uma denúncia, é necessário se identificar pelo e-Título ou pela conta Gov.br e apresentar informações que ajudem a apurar a possível irregularidade. Fotos, vídeos e áudios também podem ser enviados. Veja aqui as orientações do TSE sobre o Pardal.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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