Política
Assembleia divulga os vencedores do 1º Prêmio de Jornalismo – Troféu Parlamento
Política
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso divulgou agora há pouco os vencedores do 1º Prêmio de Jornalismo – Troféu Parlamento com o tema “A Assembleia Legislativa na vida do povo mato-grossense”. Na noite desta quinta-feira (29), o Parlamento estadual entregou prêmios para diferentes veículos de imprensa e para universitários do curso de comunicação cumprindo o objetivo de divulgar e estimular os trabalhos dos jornalistas que fazem a cobertura das atividades legislativas.
O presidente da ALMT destacou a importância da premiação. “O Prêmio ALMT de Jornalismo mostra a força e a qualidade da imprensa mato-grossense. Ter entre os vencedores profissionais do interior é motivo de muito orgulho, porque valoriza quem faz jornalismo longe dos grandes centros, muitas vezes com poucos recursos, mas com muita dedicação, coragem e compromisso com a informação”, afirmou.
Segundo ele, “o Troféu Parlamento tem um significado especial porque reconhece tanto profissionais já consagrados, com muitos anos de estrada, quanto aqueles que estão dando os primeiros passos na carreira. Entre os premiados, temos jornalistas experientes, que ajudaram a construir a história da imprensa em Mato Grosso, e novos talentos, cheios de vontade e compromisso com a boa informação”, complementou.
“Ao criar o 1º Prêmio ALMT de Jornalismo – Troféu Parlamento, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso reafirma seu respeito à imprensa livre, responsável e comprometida com a sociedade. Reafirma que valoriza quem informa com seriedade e ajuda a construir uma sociedade mais consciente e democrática”, declarou o secretário de Comunicação da ALMT, Henrique Santos.
Os três melhores trabalhos de cada categoria (Telejornalismo, Reportagem em texto, Radiojornalismo, Fotojornalismo e Universitário), definidos pela Comissão foram premiados da seguinte forma: 1º lugar – R$ 20.000,00 e troféu; 2º lugar – R$ 10.000,00 e placa de homenagem e 3º lugar – R$ 5.000,00 e placa de homenagem.
Confira abaixo os vencedores:
Reportagem em texto
1º Lugar
MARCY MONTEIRO e SAFIRA CAMPOS
Reportagem: Constituição de MT: pelo povo e para o povo
Veículo: PNB Online
Cidade: Cuiabá
2º Lugar
KESSILLEN LOPES E ROGÉRIO JÚNIOR
Reportagem: Da crise à retomada: como pequenos negócios sobreviveram à pandemia e alavancaram a economia de MT
Veículo: g1 Mato Grosso
Cidade: Cuiabá
3º Lugar
CRISTIANE GUERREIRO e DANTIELLE VENTURINI
Reportagem: Socorro na hora certa permite que mulheres narrem própria história; AL pressiona Estado a cumprir leis que protegem as mulheres
Veículo: Jornal A Gazeta
Cidade: Cuiabá
Telejornalismo
1º Lugar
LEANDRO TRINDADE
Reportagem: CPI da qualidade telefônica constata falta de antenas em Mato Grosso, sinal instável causa prejuízos
Veículo: SBT CUIABÁ
Cidade: Cuiabá
2º Lugar
NAYANA BRICAT
Reportagem: ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MATO GROSSO OFERECE SERVIÇOS GRATUITOS COM INCLUSÃO E CIDADANIA PARA A POPULAÇÃO
Veículo: TV VILA REAL – RECORD
Cidade: Cuiabá
3º Lugar
ELISSA NEVES
Reportagem: Assembleia Legislativa e Pontal do Marape: A união do Parlamento e do Campo traz segurança e transforma sonhos em realidade
Veículo: TV MUTUM – BAND
Cidade: Nova Mutum
Radiojornalismo
1º Lugar
VERÔNICA RAQUEL
Reportagem: Audiência Pública: A Assembleia Legislativa de Mato Grosso trabalhando em parceria com o cidadão
Veículo: Rádio Vila Real
Cidade: Cuiabá
2º Lugar
VINICIUS ANTÔNIO
Reportagem: Valorização cultural – Judiciário e Legislativo reforçam a luta dos quilombolas em MT
Veículo: TRT FM
Cidade: Cuiabá
3º Lugar
SIMONE SOUZA GUEDES e EDUARDO GUEDES
Reportagem: ALMT revisa limites urbanos para destravar serviços e dar segurança jurídica
Veículo: Rádio Bom Jesus FM
Cidade: Cuiabá
Fotojornalismo
1º Lugar
EDNILSON AGUIAR
Foto publicada na reportagem: Após criação da CNH Social na ALMT, acidentes de trânsito diminuíram em Mato Grosso
Veículo: PNB Online
Cidade: Cuiabá
2º Lugar
RODINEI CRESCÊNCIO
Foto publicada na reportagem: Entre barreiras e avanços: lei busca garantir a PCDs o direito de dirigir em MT
Veículo: Site RDNews
Cidade: Cuiabá
3º Lugar
OTMAR DE OLIVEIRA
Foto publicada na reportagem: Emendas Parlamentares levam recursos para onde a dor “mora”
Veículo: Jornal A Gazeta
Cidade: Cuiabá
Universitário
1º Lugar
BIANCA MORTELARO
Reportagem: Mulheres sob ameaça constante: Entre proteção prevista por lei e a escalada da violência em Mato Grosso
Estudante da UFMT
Cidade Cuiabá
2º Lugar
ANDREY BONFIM
Reportagem: PartiuIF na TVAL transforma o estudo e inspira jovens a sonhar com o IFMT
Estudante da UFMT Cidade: Cuiabá
3º Lugar
ALEXANDRE CARDOSO, ANDERSON DOS SANTOS E GUILLERME COSTA
Reportagem: O apoio da ALMT ao curso de jornalismo da Unemat
Estudante da Unemat
Cidade: Tangará da Serra
Fonte: ALMT – MT
Política
Quem fiscaliza as eleições no Brasil
A fiscalização do processo eleitoral envolve diferentes órgãos e entidades, responsáveis por acompanhar etapas que vão da preparação dos sistemas e das urnas eletrônicas à votação, à apuração e à totalização dos resultados. A Justiça Eleitoral coordena e administra as eleições, mas partidos, Ministério Público, instituições públicas e entidades credenciadas também participam do acompanhamento e da auditoria do processo.
A Justiça Eleitoral é responsável por organizar e administrar as eleições. É formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), pelos juízes eleitorais e pelas juntas eleitorais. O TSE estabelece normas para as eleições, enquanto TREs, juízes e juntas exercem competências específicas nos estados e municípios.
A Justiça Eleitoral é responsável por organizar e administrar as eleições. É formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), pelos juízes eleitorais e pelas juntas eleitorais. O TSE é o órgão máximo da Justiça Eleitoral e estabelece as normas das eleições, enquanto TREs, juízes e juntas exercem competências específicas nos estados e municípios.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) também participa da fiscalização. Cabe à instituição atuar para assegurar o cumprimento da legislação eleitoral nas situações previstas em lei, desde o alistamento de eleitores até as etapas posteriores à votação. O MPE pode atuar, por exemplo, em questões relacionadas ao registro de candidaturas, ao abuso de poder econômico ou político e a crimes eleitorais, como a compra de votos.
Fiscalização vai além da Justiça Eleitoral
Partidos políticos, federações e coligações podem acompanhar a votação e a apuração dos resultados. Entidades privadas brasileiras sem fins lucrativos também podem participar da fiscalização e da auditoria dos sistemas eleitorais, desde que tenham atuação reconhecida na fiscalização e na transparência da gestão pública e sejam credenciadas pelo TSE, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Também podem participar departamentos de tecnologia da informação de universidades credenciadas pelo Tribunal.
As entidades autorizadas podem desenvolver programas próprios para verificar a integridade e a autenticidade dos sistemas eleitorais. Para isso, devem cumprir os requisitos técnicos e os procedimentos definidos pelo TSE. A Resolução do TSE 23.673/2021, atualizada por normas posteriores, apresenta a lista de entidades autorizadas a participar da fiscalização. Entre as entidades e instituições autorizadas estão:
- Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);
- Ministério Público;
- Defensoria Pública;
- Congresso Nacional;
- Controladoria-Geral da União (CGU);
- Polícia Federal;
- Sociedade Brasileira de Computação (SBC);
- Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea);
- Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
- Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP);
- Tribunal de Contas da União (TCU);
- Confederação Nacional da Indústria (CNI);
- demais integrantes do Sistema Indústria e entidades corporativas do Sistema S.
As entidades fiscalizadoras podem acompanhar as etapas previstas na regulamentação e pedir esclarecimentos à Justiça Eleitoral. A participação ocorre de acordo com as atribuições de cada instituição e com as regras estabelecidas pelo TSE.
A fiscalização inclui testes e verificações dos sistemas e das urnas eletrônicas, além do acompanhamento de procedimentos que vão do desenvolvimento e da preparação dos sistemas à votação, à apuração e à totalização, conforme as regras do TSE.
Eleitor também pode denunciar irregularidades
O eleitor também pode denunciar irregularidades durante as eleições por meio de canais oficiais. Um deles é o aplicativo Pardal, ferramenta do TSE destinada ao recebimento de denúncias sobre compra de votos, uso indevido da máquina pública, crimes eleitorais e propaganda irregular.
Para as eleições de 2026, o aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas oficiais de aplicativos para dispositivos móveis. Para registrar uma denúncia, é necessário se identificar pelo e-Título ou pela conta Gov.br e apresentar informações que ajudem a apurar a possível irregularidade. Fotos, vídeos e áudios também podem ser enviados. Veja aqui as orientações do TSE sobre o Pardal.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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