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Atenção, corredores! Vem aí a 8ª edição da Corrida do Judiciário 2026

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Seja amador ou profissional, quem pratica corrida de rua já pode marcar no calendário: em novembro será realizada a 8ª edição da Corrida do Judiciário 2026, evento que une esporte, cidadania e saúde, promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso em parceria com a Associação Mato-Grossense de Magistrados (Amam).

Com largada em frente ao Fórum de Cuiabá, a corrida oferecerá percursos de 5 km e 10 km, reunindo magistrados(as), servidores(as), colaboradores(as) e toda a comunidade interessada em participar. As inscrições serão abertas em breve, e o cronograma será divulgado pelos canais oficiais do TJMT.

A competição também terá premiação para os três primeiros colocados, nas categorias masculina e feminina, além do público geral. Todos os participantes que cruzarem a linha de chegada receberão medalhas.

Esporte em crescimento

A corrida de rua é uma das modalidades esportivas que mais cresce no Brasil e, em Cuiabá e região, tem conquistado cada vez mais adeptos.

A Corrida do Judiciário tem como objetivo incentivar hábitos saudáveis e proporcionar momentos de integração entre magistrados, servidores, colaboradores e a comunidade, fortalecendo a aproximação do Poder Judiciário com a sociedade por meio do esporte.

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MPE quer recuperar área pública ocupada por mansão e comércios em Cuiabá

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPE) entrou na Justiça para recuperar uma área pública que, segundo o órgão, foi ocupada irregularmente por imóveis residenciais e comerciais no Residencial Nico Baracat, em Cuiabá. A ação civil pública, assinada pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, pede a desocupação e a demolição de 11 construções erguidas na chamada “Área Verde 01”, pertencente ao município.

Entre as edificações identificadas estão padarias, pizzarias, distribuidoras de bebidas, oficina mecânica, farmácia e uma igreja evangélica. O local também abriga uma construção de alto padrão, descrita na ação como um imóvel de grande metragem, com piscina, painéis solares e espaço para vários veículos.

Para o Ministério Público, o problema vai além da ocupação irregular do terreno. O órgão sustenta que a maior parte das construções estaria sendo utilizada comercialmente, permitindo que particulares obtenham lucro a partir de um espaço que deveria permanecer destinado ao uso coletivo.

“Quase todas as edificações existentes no local são utilizadas para fins comerciais”, afirma trecho da ação, segundo o qual a exploração dos imóveis restringiria o aproveitamento da área pública pela população.

De acordo com o processo, as construções começaram a surgir a partir de 2019. Desde 2022, o município teria adotado medidas administrativas para tentar retirar os ocupantes da área, mas, segundo o MPE, nenhum deles deixou o espaço voluntariamente.

Na ação, a promotoria pede que a área seja desocupada em até 90 dias e que, posteriormente, as edificações sejam demolidas. O órgão também solicita que os resíduos resultantes das demolições tenham destinação ambientalmente adequada.

Além disso, o MPE quer uma decisão urgente para impedir novas construções, ampliações ou transferência dos imóveis para terceiros enquanto o processo estiver em andamento. A promotoria também aponta risco de que a ocupação avance para outras áreas públicas localizadas na região oeste de Cuiabá.

Outro pedido apresentado é a condenação dos ocupantes ao pagamento de indenização por dano moral coletivo. Como parâmetro, o Ministério Público sugere que o valor seja calculado mensalmente entre 0,5% e 1% do valor venal de cada imóvel, considerando o período de ocupação. A quantia, caso seja fixada pela Justiça, deverá ser destinada ao Fundo Municipal de Meio Ambiente.

O MPE também pediu multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento das determinações judiciais. A ação ainda será analisada pela Justiça, portanto os pedidos apresentados pelo Ministério Público não representam, neste momento, uma decisão definitiva sobre a situação dos imóveis. A legislação municipal de Cuiabá estabelece proteção específica às áreas verdes e proíbe edificações nesses espaços.

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