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Fabinho vistoria construção de pontes que vão beneficiar agricultores familiares em Poconé

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O deputado estadual Fabio Tardin esteve neste sábado, 13 de agosto, no Assentamento Carrijo, em Poconé, para vistoriar mais uma das cinco pontes que estão sendo construídas na comunidade. A obra atende a um pedido do prefeito Dr. Jonas e dos pequenos produtores da região, que há anos enfrentam prejuízos por causa da precariedade das antigas estruturas.

“Estamos aqui hoje acompanhando a obra da ponte que vai facilitar o escoamento da produção da agricultura familiar no Assentamento Carrijo, em Poconé. Essa é uma das cinco pontes que estamos construindo em parceria com o prefeito Jonas e que vai transformar a vida da comunidade”, destacou Fabinho.

A agricultora Sandra ressaltou a importância da iniciativa e recordou a trajetória do parlamentar. “Acompanho o trabalho do deputado Fabinho, que valoriza muito o pequeno produtor. Ele, assim como nós, veio de baixo e sabe das nossas dificuldades. Essa é a primeira ponte de qualidade que recebemos aqui. Antes, todo ano a antiga caía. Agora, acredito que mesmo com chuvas fortes ou enchentes, ela vai resistir”, afirmou.

Moradora do assentamento, Sandra também agradeceu pela obra. “Somos produtores de leite e queremos crescer, mas sem estrutura é impossível. O Fabinho sempre traz projetos para os pequenos agricultores e, desta vez, chegou a nossa vez. Espero que venham mais melhorias, porque só assim nossos jovens poderão permanecer no campo, com renda e dignidade”, acrescentou.

Defensor da agricultura familiar, o deputado reforçou a relevância da iniciativa para o fortalecimento do setor. “É do pequeno produtor que, muitas vezes, vem o alimento que chega à nossa mesa. Por isso, é justo garantir que essas famílias tenham condições dignas de viver e trabalhar no campo, com a infraestrutura necessária”, concluiu o parlamentar.

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Experiência em Comodoro inspira debate sobre criação de banco de boas práticas na educação prisional

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Foto horizontal que mostra uma mulher privada de liberdade sentada em uma sala de aula, lendo o livro A experiência desenvolvida na Cadeia Pública de Comodoro, apresentada durante a III Capacitação – Práticas de Leitura no Sistema Prisional e Remição de Pena, promovida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e Secretarias de Estado de Educação e Justiça , despertou reflexões sobre a importância de ampliar o compartilhamento de iniciativas exitosas entre as unidades prisionais do estado.

Com o tema “Letras que Libertam: Educação e Leitura no Sistema Prisional”, a professora e facilitadora Luana Pâmela Cordeiro de Sousa Belmont apresentou na tarde desta quarta-feira (3) os resultados do trabalho de alfabetização e incentivo à leitura realizado junto às pessoas privadas de liberdade da unidade de Comodoro, evidenciando o potencial transformador da educação no processo de ressocialização.

Durante sua exposição, a educadora relatou que decidiu atuar de forma mais intensiva na alfabetização após constatar que alguns custodiados não sabiam sequer assinar o próprio nome.

“Fiquei incomodada com o fato de algumas pessoas não saberem nem assinar o nome. Muitas vezes existe a ideia de que o sistema prisional não é um espaço para adquirir conhecimento, mas encontrei pessoas com muita vontade de aprender. Elas queriam escrever o próprio nome, os nomes dos filhos e participar dos projetos de remição pela leitura”, contou.

Atualmente, cerca de 120 pessoas privadas de liberdade participam das atividades de remição pela leitura na unidade prisional. Paralelamente, dez estudantes integram as turmas de alfabetização, organizadas de acordo com os diferentes níveis de aprendizagem.

Segundo a professora, o trabalho é desenvolvido com metodologias adaptadas à realidade dos alunos e busca fortalecer não apenas a alfabetização, mas também a autonomia e a autoestima dos participantes.

“Eu sempre digo que é impossível alguém passar pelas aulas sem aprender pelo menos o básico. Quero que saiam dali com condições de buscar uma oportunidade de trabalho, conversar com os filhos e ter mais independência. Trabalhamos a partir da realidade deles, do próprio nome, das experiências que carregam”, explicou.

A apresentação evidenciou o impacto positivo das ações educacionais desenvolvidas dentro do sistema prisional e suscitou discussões entre os participantes sobre a possibilidade de reunir experiências exitosas em um banco de boas práticas. A iniciativa permitiria registrar, compartilhar e difundir projetos que vêm apresentando resultados positivos em diferentes unidades prisionais de Mato Grosso, fortalecendo as políticas de educação e ressocialização.

Para Luana, independentemente do contexto em que esteja inserida, a educação continua sendo uma das mais importantes ferramentas de transformação social.

“A educação é um instrumento poderoso. Ela cria oportunidades, amplia horizontes e permite que as pessoas construam novas perspectivas para suas vidas”, afirmou.

A III Capacitação – Práticas de Leitura no Sistema Prisional e Remição de Pena é realizada pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF) do TJMT, em parceria com a Coordenadoria de Educação de Jovens e Adultos (Coeja) da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) e o Núcleo de Educação no Sistema Penitenciário (NESP) da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT). O evento é coordenado pelo juiz auxiliar do GMF/TJMT, Pierro de Faria Mendes, responsável pelo Eixo Práticas Educativas.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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