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Polícia Civil desmantela ponto de venda de drogas e prende traficante de alta periculosidade

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Rondonópolis, realizou operação contra o tráfico ilícito de drogas, resultando na prisão de um suspeito, de 31 anos, conhecido como “Monstrinho”, e na apreensão de uma grande quantidade de substâncias ilícitas.

A operação ocorreu no bairro Vila Goulart II, na quinta-feira (07.3), após uma investigação detalhada.

Apreensões e prisão

Os investigadores monitoraram um ponto de venda de drogas operado por “Monstrinho”, que era abastecido por uma suspeita, de 30 anos, conhecida como “Baratinha”. Ela já era investigada pela DERF como integrante de organização criminosa e foi vista chegando ao local com uma motoneta Honda Biz, utilizada para transportar os entorpecentes.

Durante buscas na residência, foram apreendidas 64 porções de maconha, 28 porções de pasta base de cocaína, 1 porção de cocaína, R$ 1.347,00 em dinheiro trocado, uma balança de precisão, embalagens plásticas, papéis alumínio usados para embalar drogas e dois cadernos com anotações relacionadas ao tráfico.

Conexão com o crime de homicídio

Após a prisão, foi constatado que “Monstrinho” possuía um mandado de prisão em aberto por homicídio qualificado, relacionado a um crime brutal ocorrido em Portelândia (GO). De acordo com a Polícia Civil de Goiás, ele era considerado um criminoso de alta periculosidade, com envolvimento direto em crimes violentos.

A Polícia Civil segue as investigações para capturar a suspeita, que conseguiu fugir da abordagem e permanece foragida. A operação reforça o comprometimento da DERF em desmantelar pontos de tráfico e enfraquecer a atuação de facções criminosas no estado.

Essa ação integra o Programa Tolerância Zero, que tem como objetivo o combate rigoroso às facções criminosas, ao tráfico de drogas e à violência em Mato Grosso.

A Polícia Civil segue firme no compromisso de garantir a segurança da população, enfrentando a criminalidade de forma contundente.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Polícia Civil cumpre mandados contra faccionados envolvidos em homicídio e ocultação de cadáver em Araputanga

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (29.4), a Operação Sem Rastros, para cumprimento de ordens judiciais dentro de investigação sobre a atuação de membros de uma facção criminosa envolvidos em crime de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, ocorrido em fevereiro de 2026, no município de Araputanga.

Na operação, são cumpridas 12 ordens judiciais, sendo três mandados de prisão preventiva, um mandado de internação provisória, quatro mandados de busca e apreensão e quatro quebras de sigilo telefônico, expedidos pela Vara Única de Araputanga.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Araputanga, Indiavaí, Cáceres e Figueirópolis D’Oeste. Além das medidas executadas na operação, no curso das investigações foram concedidas outras ordens judiciais que contribuíram para o avanço das apurações.

Desaparecimento

As investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia de Araputanga iniciaram com o registro de boletim de ocorrência noticiando o desaparecimento da vítima, vista pela última vez em 20 de fevereiro de 2026. Ao longo de aproximadamente dois meses de investigação, foi possível identificar cinco autores com participação direta na execução da vítima.

Durante o trabalho investigativo, foram reunidos diversos elementos probatórios que subsidiaram a operação, entre os quais relatórios de investigação, termos de interrogatório, representações, além de registros de áudio e vídeo que confirmaram a participação do grupo criminoso no crime.

Os trabalhos também contaram com o apoio do Corpo de Bombeiros de Pontes e Lacerda e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que atuaram nas buscas pelo corpo da vítima e na realização de perícias técnicas, contribuindo de forma relevante para o esclarecimento dos fatos.

Dinâmica do crime

Segundo as investigações, a vítima vinha sofrendo ameaças de integrantes da facção criminosa, em razão de rumores de que teria praticado crime de natureza sexual contra uma mulher.

No dia dos fatos, a vítima teria sofrido uma emboscada arquitetada pelos autores na residência de um dos envolvidos.

Com planejamento prévio, os criminosos agiram de forma coordenada para suprimir a capacidade de defesa da vítima, que, em seguida, foi conduzida às margens do Rio Jauru, onde foi assassinada com golpe de faca na região do pescoço, sendo degolada pelos executores.

Após a execução, os autores ainda tentaram apagar os rastros incendiando o corpo da vítima e lançando-o nas águas do Rio Jauru, em evidente tentativa de dificultar o trabalho investigativo da polícia.

Cabe destacar que um dos autores, indivíduo já conhecido no meio policial pela prática reiterada de crimes graves e que se encontrava monitorado por tornozeleira eletrônica, rompeu o dispositivo logo após a execução do delito e empreendeu fuga em direção ao município de Cáceres.

Nome da operação

O nome da operação faz referência à forma de atuação dos integrantes do grupo criminoso, que agiram na execução e ocultação do corpo da vítima tentando apagar todos os vestígios, para que o corpo não fosse localizado, na tentativa de não deixar rastros para o esclarecimento do crime.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Renorcrim

As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas).

A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e sua Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência). A rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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