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PF e PM apreendem mais de 1,7 tonelada de maconha no rio Iguaçu

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Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal e a Polícia Militar apreenderam, na noite desta sexta-feira (20/06), mais de 1,7 tonelada de maconha durante uma ação no rio Iguaçu, na fronteira com a Argentina.

Durante patrulhamento em trilhas às margens do rio, os policiais identificaram uma embarcação que havia saído do Paraguai transportando diversos fardos. No momento da abordagem, os ocupantes da embarcação efetuaram disparos contra a equipe policial e fugiram em seguida.

Com apoio de outras equipes, inclusive da Polícia Civil, os policiais localizaram os fardos de maconha abandonados nas margens do rio. Em continuidade às buscas, foi encontrada uma casa de madeira desabitada, onde havia mais fardos da droga armazenados.

Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 1.774 quilos de maconha, que foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR para os procedimentos legais cabíveis.

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR
[email protected] | www.gov.br/pf
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Fonte: Polícia Federal

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Brasil proíbe produção e venda de ‘foie gras’, feito por alimentação forçada

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O Brasil proibiu a produção e a comercialização de alimentos obtidos por meio da alimentação forçada de animais. A medida foi oficializada pela Lei 15.475, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. A lei entra em vigor em 180 dias.

A nova legislação atinge principalmente o foie gras, produto da culinária francesa feito a partir do fígado de patos e gansos submetidos ao método conhecido como gavage. A técnica consiste na introdução de um tubo na garganta da ave para forçar a ingestão de grandes quantidades de alimento, provocando o aumento anormal do fígado. A proibição vale tanto para produtos in natura quanto industrializados. 

A lei tem origem no Projeto de Lei (PL) 90/2020, de autoria do senador Eduardo Girão (Novo-CE). O texto foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado em 2022 e confirmado pela Câmara dos Deputados em abril deste ano.

Ao defender a proposta, Girão classificou a prática como cruel. “Essa tortura cruel é imposta sobre a criação de animais. Aqui eu falo especificamente de patos e gansos, mas pode valer para outros animais. Com essa ingestão forçada, o fígado incha rapidamente, podendo crescer até 12 vezes, causando uma doença pelo acúmulo de gordura e, claro, muito sofrimento ao animal”, afirmou.

A norma define alimentação forçada como qualquer método mecânico ou manual que obrigue o animal a ingerir alimentos ou suplementos acima do seu limite natural de saciedade, por meio de instrumentos introduzidos na garganta, esôfago, papo ou estômago.

Quem descumprir a lei estará sujeito às penas previstas na Lei de Crimes Ambientais, com detenção de três meses a um ano, além de multa. Também poderão ser aplicadas sanções administrativas, como apreensão de animais e produtos, suspensão da fabricação e da venda, embargo de atividades e inutilização dos produtos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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