Pressão Internacional

Visa e Mastercard ameaçam deixar o Brasil por sanções

Gigantes financeiras avaliam saída do país caso Brasil não siga exigências dos EUA.

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Política

Reprodução STF

Em meio a tensões entre Brasil e Estados Unidos, as empresas Visa e Mastercard sinalizam a possibilidade de deixar o mercado brasileiro caso o país não se alinhe às exigências norte-americanas.

O impasse se intensificou após declarações do ministro do STF, Flávio Dino, que afirmou que empresas brasileiras não aceitarão sanções impostas por entidades dos EUA. Em reação, as companhias alertaram que poderiam encerrar suas operações no país.

Especialistas apontam que a medida pode afetar de forma significativa o mercado financeiro e o comércio, e destacam a necessidade do governo brasileiro de equilibrar políticas internas com pressões externas.

O desfecho da situação ainda é incerto, e o impacto econômico pode ser amplo, influenciando desde transações comerciais até investimentos internacionais no Brasil.

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Motta: projeto sobre minerais críticos será votado na primeira semana de maio

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O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o relatório do projeto que trata dos minerais críticos (Projeto de Lei 2780/24), as chamadas terras raras, será apresentado no dia 4 de maio e votado em seguida no Plenário.

Segundo ele, o texto do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) vai contribuir para garantir investimentos em educação e mão de obra qualificada no país. Motta concedeu uma entrevista nesta quinta-feira (23) antes de participar de evento na Câmara.

“Representará um grande avanço na legislação para podermos nos beneficiar ao máximo dessa reserva de minerais críticos. Devemos aproveitar essa janela não só para exploração, mas para exportação desses produtos com alto valor agregado, o que vai deixar riqueza para investirmos em educação e mão de obra de qualidade”, disse Motta.

Havia previsão de votar a proposta nesta semana, mas a pedido do governo a votação foi adiada.

“Queremos que as indústrias possam se instalar aqui sem haver compromisso prévio com nenhum país ou preconceito, mas fazendo o que é melhor para o Brasil”, completou Motta.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Geórgia Moraes

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