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Polícia Civil de MT prende pai e filho que cometeram chacina no ano de 2020 em Colniza

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Pai e filho, autores da chacina que matou quatro pessoas no ano de 2020 no município de Colniza, foram presos na quinta-feira (18.9), no Estado de Rondônia, após investigação da Polícia Civil de Mato Grosso para apurar o paradeiro dos procurados.

Ambos estavam com os mandados judiciais de prisão preventiva, expedidos pela Justiça, e foram localizados pelos policiais civis da Gerência Estadual de Polinter e Capturas com apoio da Delegacia Regional de Juína.

Homicídios

O crime ocorreu na noite do dia 3 de janeiro de 2020, em uma residência no centro de Colniza. No local foram apreendidas armas de fogo, munições e porção de drogas.

As vítimas foram identificadas como: Matheus Lucas Nascimento Lag, Ronei Vitorino da Silva, Julio Amorim dos Santos e Adenilson Figueiredo Magalhães.

Conforme apurado pela Delegacia de Colniza na época, os homicídios foram motivados por disputa pelo controle do tráfico de drogas na região.

Localização

Desde então foragidos, o Núcleo de Inteligência (NI) da Polinter vinha realizando diligências e através das técnicas de investigação foi possível descobrir que pai e filho estavam escondidos em Rondônia.

Com base nos indícios, as equipes da Polinter e da Delegacia Regional de Juína descolaram até o estado vizinho visando dar cumprimento às ordens judiciais. Durante campana nas cidades de Arari e Ji-Paraná, os policiais civis conseguiram efetuar as prisões.

A primeira prisão ocorreu em um estabelecimento comercial no bairro Primavera, em Ji-Paraná, onde o pai foi surpreendido. Durante a abordagem ele apresentou documento falso com o nome de outra pessoa.

Em seguida, o filho foi preso em uma residência no bairro Parque São Pedro, também em Ji-Paraná. Na ocasião, ao perceber a presença dos policiais civis ele tentou fugir, mas foi contido.

Na casa foi apreendida uma arma de fogo (espingarda calibre 12) sem numeração e sem marca aparente, além de cinco munições do mesmo calibre.

Ato contínuo pai e filho foram levados até a Delegacia de Polícia de Ji-Paraná. Os conduzidos tiveram as ordens judiciais devidamente cumpridas, bem como foram autuados em flagrante, o pai por uso de documento falso e o filho por posse ilegal de arma de fogo.

Após a confecção dos autos, pai e filho foram apresentados em audiência de custódia na Comarca de Ji-Paraná, ficando à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Bebê recém-nascida é encontrada sem vida em lixeira de condomínio em VG

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A ocorrência registrada na manhã desta quinta-feira (23), no bairro Nova Várzea Grande, ganhou novos desdobramentos. O feto encontrado dentro de uma lixeira é de uma menina e, segundo as equipes que atuam no atendimento da ocorrência, estava totalmente formado, com cabelos e o cordão umbilical ainda preso ao corpo.

Os coletores de lixo que localizaram o feto ficaram profundamente abalados com a situação e acionaram a Polícia Militar. Conforme as primeiras avaliações realizadas no local, existem indícios de que o descarte tenha ocorrido poucas horas antes da localização.

De acordo com informações preliminares repassadas pelas equipes que acompanham a ocorrência, o corpo ainda apresentava sangue e características compatíveis com um parto muito recente. Esses indícios, no entanto, deverão ser confirmados ou descartados por meio dos exames periciais realizados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

O local permanece isolado para os trabalhos de investigação. Equipes da Polícia Militar, da Politec e da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realizam os levantamentos periciais e a coleta de informações que possam esclarecer as circunstâncias do caso.

A Polícia Civil também trabalha para obter imagens de câmeras de segurança da região e reunir outros elementos que permitam identificar quem abandonou o feto na lixeira.

A ocorrência segue em andamento e, até o momento, a identidade da mãe e as circunstâncias que levaram ao abandono do corpo ainda não foram esclarecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil, que aguarda os laudos periciais para definir a dinâmica dos fatos e as eventuais responsabilidades criminais.

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