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PF encerra atividade de segurança privada clandestina em Porto Velho/RO

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Porto Velho/RO. A Polícia Federal realizou, no domingo (21/9), uma ação de fiscalização em uma casa noturna localizada em Porto Velho, com o objetivo de combater a atuação irregular de empresas de segurança privada.

A operação foi motivada por denúncia anônima, que indicava a presença de vigilantes atuando sem autorização da Polícia Federal. Durante a fiscalização, os policiais federais constataram que os serviços de segurança estavam sendo prestados por empresa não autorizada, o que configura atividade clandestina.

Como resultado, foi lavrado auto de encerramento da atividade irregular, e os responsáveis foram notificados. A Polícia Federal reforça que a contratação de segurança privada sem autorização representa risco à integridade física dos frequentadores e ao patrimônio do estabelecimento, uma vez que os profissionais não passam por controle de antecedentes criminais, formação técnica, nem avaliação de aptidão física e psicológica.

A ação faz parte dos esforços contínuos da Polícia Federal para garantir que os serviços de segurança privada sejam prestados dentro dos parâmetros legais, protegendo a sociedade e coibindo práticas irregulares.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
Tel. 69 99972-8890/ 69 3216-6208
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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