Cuiabá

Inscrições para seleção de professores alfabetizadores em Cuiabá terminam domingo

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Cuiabá

Termina no domingo (28) as inscrições do processo interno da Secretaria Municipal de Educação (SME) que vai selecionar professores efetivos para atuarem em aulas destinadas à alfabetização de crianças matriculadas nos anos iniciais do ensino fundamental. As provas ocorrerão no dia 12 de outubro. Confira AQUI a íntegra do edital publicado em edição suplementar da Gazeta Municipal do dia 11 de setembro.

Os interessados deverão efetuar suas inscrições neste LINK. Todos estão isentos de taxas de inscrição.

Os professores aprovados receberão acréscimo de R$ 1 mil em seus salários para desempenharem atividades de alfabetização. A jornada de trabalho será de 23 horas semanais.

“É uma medida de reconhecimento e valorização dos professores dispostos a contribuir para avanços na alfabetização da rede pública”, destaca o secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes.

Para se inscrever no processo seletivo, é obrigatório ser servidor efetivo no cargo de professor pedagogo da educação básica da Prefeitura de Cuiabá, possuir formação em licenciatura plena em Pedagogia reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), e, já ter atuado como professor alfabetizador, conforme regras do edital.

Confira as atribuições dos professores alfabetizadores:

– Planejar, executar e avaliar atividades pedagógicas voltadas ao processo de alfabetização e letramento, considerando os direitos de aprendizagem dos estudantes do 1º e 2º anos do Ensino Fundamental.

– Realizar avaliações diagnósticas, formativas e somativas, registrando de forma sistemática o progresso e as necessidades de aprendizagem de cada estudante, com foco na promoção da aprendizagem contínua.

– Participar ativamente das formações continuadas, encontros pedagógicos, estudos e demais ações formativas, bem como aplicar os programas e projetos promovidos pela Secretaria Municipal de Educação de Cuiabá, para aprimorar suas práticas pedagógicas.

– Elaborar relatórios pedagógicos individuais e coletivos, bem como manter atualizados os registros de acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem, conforme orientações institucionais.

– Atuar em articulação com a equipe pedagógica da unidade escolar e demais profissionais da educação, promovendo o planejamento integrado e ações pedagógicas colaborativas.

– Fomentar a participação e o envolvimento da família, reconhecendo seu papel no processo de alfabetização e estabelecendo diálogo contínuo entre escola e comunidade.

#PraCegoVer

A foto ilustra a fachada do prédio da Secretaria Municipal de Educação com letras maiúsculas para identificação. Há uma cor verde com brasão do município de Cuiabá do lado esquerdo.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Câmara de Cuiabá aprova moção de repúdio contra indicação de Jorge Messias ao STF

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Luciéder Luz | Assessoria do vereador Dilemário Alencar 

A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, durante a sessão desta quinta-feira (23), requerimento de autoria dos vereadores Dilemário Alencar (UB) e Rafael Ranalli (PL) de moção de repúdio à indicação de Jorge Messias ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.

No requerimento, os parlamentares alegaram que, após parecer favorável emitido por Jorge Messias quando ocupava a chefia da Advocacia-Geral da União (AGU), a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a ADPF 1141, na qual permitiu a situação de morte de três bebês por dia no Brasil, desde maio de 2024.

“Enquanto 33 mil famílias esperam na fila de adoção, essa triste realidade de matança de bebês indefesos vem ocorrendo porque o ex-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, assinou parecer jurídico que endossou o posicionamento do ministro relator Alexandre de Moraes na ADPF 1141, que permitiu o aborto de bebês durante os nove meses de gestação. Por isso, a Câmara de Cuiabá repudiou o nome de Jorge Messias, que foi indicado pelo presidente Lula, para o STF. Essa indicação não pode prosperar”, disse o vereador Dilemário.

A aprovação da ADPF 1141 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) é uma ação no STF que suspendeu a Resolução 2.378/24 do Conselho Federal de Medicina (CFM), a qual proibia a assistolia fetal para interrupção de gravidez acima de 22 semanas decorrente de estupro.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) havia proibido a assistolia fetal em razão da crueldade do método. O CFM considerou o fato de que o bebê, no último trimestre da gestação, é um ser humano formado.

“O CFM alertou que o correto é fazer o parto e entregar o bebê para adoção, e não praticar o assassinato. Mas o STF derrubou a proibição estabelecida pela resolução do CFM, dizendo que a morte do bebê no ventre materno é um elemento indissociável do direito da mulher de abortar”, relatou o vereador Rafael Ranalli.

A assistolia fetal é um procedimento feito por meio de uma agulha que atravessa o ventre da mãe, guiada por um ultrassom, para perfurar o ponto central do coração do bebê. Sem anestesia, o bebê sente a agulha entrar. E a agulha injeta cloreto de potássio no coração do bebê para matá-lo. O bebê sente uma dor fortíssima, equiparada à dor provocada por infarto no adulto, antes de morrer.

A assistolia fetal foi liberada até o momento do parto. E o mais absurdo é que o ministro Alexandre de Moraes proibiu punições a médicos que realizarem o procedimento de assistolia fetal.

“Estão fazendo esse tipo de procedimento com bebês de 7, 8 e 9 meses de gestação. Bebês que já ouvem a voz da mãe, que colocam o dedinho na boca, que já sentem dor. É muita crueldade! O bebê pode tentar fugir da agulhada, se contorcer dentro do útero, mas não tem como escapar da picada mortal”, observou Dilemário.

“Eu jamais ficarei calado vendo esse tipo de atrocidade! E Jorge Messias, defensor de tamanha crueldade, pode se tornar ministro do STF, caso a indicação de seu nome seja aprovada pelos senadores. Isso não pode acontecer, pois quem defende a morte não pode decidir sobre a vida”, concluiu o vereador Dilemário Alencar.

A moção de repúdio será encaminhada pela Câmara Municipal para os três senadores de Mato Grosso e ao presidente do Senado Federal.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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