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FICCO/PR prende um indivíduo pelo crime de descaminho

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Cambé/PR. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná (FICCO/PR), em ação conjunta com a Polícia Militar do Paraná (PMPR), por meio do 5º BPM e da Companhia de Choque de Londrina, além de contar com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), BPMOA, POP 14º BPM, COBRA/CAÇADOR, Choque de Maringá, e demais órgãos integrados, prendeu em flagrante, na última sexta-feira (3/10), um homem na cidade de Cambé/PR, pelo crime de descaminho.

Durante a ação, direcionada ao enfrentamento de crimes fronteiriços, foi realizada a abordagem de um veículo. Em seu interior, policiais localizaram 523 aparelhos celulares, ocultados em compartimento especialmente preparado para o transporte ilícito. O motorista não apresentou documentação que comprovasse a origem legal da carga, motivo pelo qual recebeu voz de prisão.

O veículo e a mercadoria apreendida foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal em Londrina/PR, onde serão adotados os procedimentos legais cabíveis.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná – FICCO/PR – é composta pela Polícia Federal (PF), Polícia Militar do Paraná (PMPR), Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná (SESP-PR) e Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN).

Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná
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Fonte: Polícia Federal

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Comissão aprova projeto que autoriza extensão de estágio após conclusão de curso superior

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante a continuidade do contrato de estágio mesmo após a formatura do estudante, desde que a vaga seja na empresa em que estava vinculado durante a fase de estudos.

O texto limita em 12 meses a duração do estágio após a conclusão do curso. A regra prevê teto de dois anos para a permanência na empresa, com exceção para pessoas com deficiência.

O estágio poderá ser realizado de forma presencial, a distância ou híbrida.

Por recomendação do relator, deputado Luiz Carlos Motta (PL-SP), o colegiado aprovou o substitutivo da Comissão de Trabalho ao Projeto de Lei 7021/17, de autoria do deputado Alex Manente (Cidadania-SP), com alterações.

Segundo o relator, a proposta ajuda o estagiário na fase de transição para o mercado de trabalho. “O jovem obtém a graduação, mas não tem a experiência exigida pelas empresas para a primeira contratação na área de formação. O problema resulta na ausência de vivência profissional”, afirmou.

Luiz Carlos Motta cita pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) pela qual a informalidade atinge 38,5% dos jovens entre 18 e 19 anos em 2026.

O texto aprovado proíbe a gestão de contratos de estágio por empresas terceirizadas, bem como a cobrança de taxas aos envolvidos no acordo de trabalho.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Pierre Triboli

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