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PF realiza audiência pública com a comunidade de CACs em Brasília/DF

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Brasília/DF. A Polícia Federal realizou, na tarde desta terça-feira (7/10), no auditório de seu Edifício-Sede, audiência pública voltada à comunidade do tiro desportivo, caçadores eventuais e colecionadores (CACs).

O encontro contou com a participação dos deputados federais Marco Pollon e Paulo Bilynskyj, além de representantes do setor, e teve como objetivo debater soluções para os desafios enfrentados por esse público, além de buscar o aprimoramento da qualidade dos serviços prestados pela instituição.

O Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, destacou a responsabilidade da Polícia Federal na qualidade dos serviços prestados à sociedade: “esse é um serviço que queremos oferecer com excelência. Nos esforçamos para prestar todos os nossos serviços com dedicação. Não temos nenhum compromisso com o erro; nosso objetivo é melhorar continuamente e aprimorar sempre os nossos processos.”

Ainda durante a audiência pública, o diretor de Polícia Administrativa da Polícia Federal, Fabrício Schommer Kerber, afirmou que “a PF estruturou suas ações em três pilares: prestar um serviço de excelência a todos os usuários; coibir fraudes no uso desse serviço, fortalecendo a comunidade de caçadores, colecionadores e atiradores, e reprimir o desvio de armas e munições para o crime organizado.”

A audiência pública contou com uma participação expressiva de representantes do setor e foi transmitida on-line.

A Polícia Federal segue aprimorando seus serviços e permanece aberta a sugestões da sociedade para o contínuo fortalecimento de suas ações.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
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(61) 2024-8142

Fonte: Polícia Federal

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Pivetta admite possibilidade de boicote no DAE e diz que “já viu de tudo”

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) não descartou a possibilidade de ter ocorrido um boicote dentro do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) em meio à crise de abastecimento enfrentada pelo município. Questionado sobre a hipótese, Pivetta afirmou que já presenciou diferentes situações na autarquia, mas evitou apontar possíveis responsáveis.

“A gente já viu de tudo lá, tá? Já vimos de tudo lá, mas nós vamos vencer. O importante é que o interesse da população vai prevalecer”, afirmou o governador.

A declaração ocorre em meio à tentativa do Governo do Estado e da Prefeitura de Várzea Grande de enfrentar os problemas históricos do sistema de abastecimento. A crise também ganhou contornos políticos após episódios envolvendo a administração do DAE e a troca de integrantes da direção da autarquia.

Entre os episódios que aumentaram a pressão sobre o departamento está a divulgação de um vídeo no qual o então diretor Rogerinho Dakar aparece com uma mala contendo dinheiro. O caso provocou questionamentos sobre a gestão do DAE e ampliou o desgaste em torno da estrutura responsável pelo abastecimento da cidade.

Apesar dos problemas, Pivetta afirmou que as medidas adotadas pelo Estado já começaram a apresentar resultados. Segundo o governador, 14 poços que estavam desativados foram recuperados, permitindo uma produção aproximada de 700 mil litros de água por hora. As ações teriam beneficiado cerca de 20% dos moradores que enfrentavam problemas de abastecimento.

O governador, no entanto, afirmou que ainda existem dificuldades para identificar a origem de todos os problemas no sistema.

“O grande problema lá é o mistério que existe debaixo das ruas que precisa ser conhecido. E nós estamos lá mapeando isso”, explicou.

Pivetta disse que equipamentos e materiais já foram adquiridos para ampliar as ações, mas parte dos itens ainda não chegou por se tratar de produtos importados. Por enquanto, segundo ele, o trabalho tem se concentrado na recuperação de estruturas existentes e na reativação de poços.

As ações fazem parte da “Aliança pela Água”, acordo firmado entre Governo do Estado, Prefeitura de Várzea Grande, Ministério Público e Tribunal de Contas de Mato Grosso. O objetivo é buscar uma solução para os problemas estruturais do DAE e evitar medidas mais drásticas para a gestão da autarquia. O TCE já havia apontado um cenário de endividamento superior a R$ 315 milhões e suspeitas de irregularidades administrativas.

Pivetta reconheceu que ainda há um longo caminho pela frente.

“Cerca de 20% da população que sofria com a falta de abastecimento de água já tem água. Temos 80% para vencer ainda”, afirmou.

Apesar de admitir a possibilidade de boicote, o governador não apresentou evidências de que a prática tenha ocorrido nem indicou quem poderia estar envolvido. A declaração, portanto, mantém a hipótese no campo da suspeita enquanto as autoridades avançam na apuração e nas medidas para tentar normalizar o abastecimento em Várzea Grande.

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