Mato Grosso

Polícia Civil e Politec confirmam sêmen em vítima de estupro na Estrada da Guarita

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Mato Grosso

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande, investiga o crime de estupro, ocorrido na noite de segunda-feira (20.10), na região da estrada da Guarita, em Várzea Grande. Nesta quinta-feira (23.10), os exames periciais apontaram positivo para encontro de sêmen no corpo da vítima.

A vítima, de 21 anos, foi atendida na delegacia, na terça-feira (21), ocasião em que foi ouvida sobre os fatos e encaminhada para exames periciais e profilático no hospital. A vítima também solicitou medidas protetivas de urgência.

Ainda na terça-feira (21), o mototaxista, apontado como principal suspeito do crime, registrou um boletim de ocorrência negando a autoria do estupro. Na manhã desta quinta-feira, foi confirmado o resultado positivo para sêmen no exame vaginal da vítima.

Com base nos elementos coletados, a delegada responsável pelas investigações, Jéssica Cristina de Assis, solicitou as imagens da região e iria representar pela prisão prisão preventiva do mototaxista, porém antes do procedimento ser finalizado, ele foi encontrado morto, na manhã de quarta-feira (22.10), na região do Distrito do Sucuri, em Cuiabá.

O homicídio é investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).As investigações estão em andamento para total esclarecimentos dos fatos e identificação dos envolvidos.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

MP participa da inauguração de oficina de costura em penitenciária

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal, participou, nesta quinta-feira (23), da inauguração da oficina de costura escola da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. A nova estrutura vai ofertar 120 vagas de trabalho, com jornada de oito horas diárias, contribuindo para a reintegração social das reeducandas e para a redução de custos do Estado. Ao todo, foram instaladas 91 máquinas de costura, adquiridas pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP).
Atualmente, 20 reeducandas já foram certificadas pelo Senai e atuarão como multiplicadoras, auxiliando na capacitação das demais internas. O espaço conta com área de produção, estoque de matéria-prima e de peças prontas, além de refeitório e área de descanso. A produção da oficina será destinada, principalmente, à confecção de uniformes escolares da rede estadual, o que permitirá economia aos cofres públicos.
A procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou que o Ministério Público atua de forma permanente no fortalecimento de projetos voltados à ressocialização no sistema prisional. “A oficina de costura representa uma oportunidade concreta de qualificação profissional e de reinserção social. Além do trabalho e da renda, iniciativas como essa fortalecem a autoestima dessas mulheres e contribuem para um recomeço digno.”

A procuradora também ressaltou a importância de práticas humanizadas, alinhadas a experiências exitosas, como as desenvolvidas na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), em especial nas unidades femininas, que estimulam responsabilidade, autonomia e a reconstrução de vínculos familiares.

A diretora da Penitenciária Feminina, Keily Adriana Arruda Marques, afirmou que a participação no projeto é voluntária e teve grande adesão. “As reeducandas recebem capacitação prática e certificação profissional, o que amplia as chances de retorno digno à sociedade. Já temos uma lista de mulheres interessadas em participar das próximas etapas.”

O presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, informou que a oficina atenderá demandas de órgãos públicos, com produção inicial estimada em 110 mil peças de uniformes escolares, podendo ser ampliada gradativamente.

Já o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, destacou que o investimento reforça a política de ressocialização adotada pelo Estado. “Esse investimento representa um caminho eficaz para a ressocialização, ao garantir trabalho, dignidade e qualificação profissional. As reeducandas saem mais preparadas para o mercado de trabalho e para a vida em sociedade.”

Fonte: Ministério Público MT – MT

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