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Fluminense vence Fla-Flu com falha de Rossi, freia o líder e incendeia o Brasileirão

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Em um clássico eletrizante e com roteiro imprevisível no Maracanã, o Fluminense impôs uma derrota amarga ao Flamengo por 2 a 1 na noite desta quarta-feira, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com gols de Lucho Acosta e Kevin Serna no primeiro tempo, o Tricolor aproveitou os erros do rival, que só conseguiu diminuir com Jorginho, e colocou fogo na disputa pelo título nacional.

A vitória foi crucial para as pretensões do Fluminense, que se consolidou na sexta posição com 54 pontos, abrindo uma confortável vantagem de dez pontos para o oitavo colocado e se firmando no G7. Para o Flamengo, a noite foi de pura frustração. Após o tropeço do vice-líder Palmeiras, o Rubro-Negro tinha a chance de ouro para disparar na liderança, mas estacionou nos 71 pontos e viu a distância para o rival paulista (69 pontos) encurtar para apenas dois.

O jogo

O Fluminense construiu sua vitória com inteligência e oportunismo na primeira etapa. Aos 24 minutos, o maestro do time, Lucho Acosta, abriu o placar com sua marca registrada: recebeu a bola na entrada da área e bateu com categoria, no canto, sem chances para o goleiro Rossi.

O golpe mais duro para o Flamengo, no entanto, veio aos 32 minutos, em uma falha bizarra do goleiro Rossi. Ao tentar dominar um recuo de bola, o argentino se atrapalhou de forma inacreditável e praticamente presenteou o atacante Kevin Serna, que, atento ao lance, só teve o trabalho de roubar a bola e empurrar para o gol vazio, levando a torcida tricolor ao delírio.

No segundo tempo, o Flamengo voltou disposto a reverter o prejuízo e partiu para a pressão. A equipe rondou a área tricolor e teve sua grande chance aos 35 minutos, quando Plata cabeceou para uma defesa espetacular do veterano Fábio. No rebote, a bola tocou na mão de Renê, e o árbitro, com auxílio do VAR, marcou o pênalti. Jorginho foi para a cobrança e diminuiu a desvantagem.

Apesar da pressão rubro-negra nos minutos finais e do clima de tensão no Maracanã, o Fluminense demonstrou maturidade defensiva para segurar o resultado e garantir três pontos importantíssimos no clássico.

Próximos desafios

Fluminense: O Tricolor terá um confronto direto na parte de cima da tabela.

  • Adversário: Palmeiras
  • Data e Horário: 22/11 (sábado), às 21h30
  • Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)

Flamengo: O Rubro-Negro busca a recuperação em casa para se manter na liderança.

  • Adversário: Red Bull Bragantino
  • Data e Horário: 22/11 (sábado), às 21h30
  • Local: Maracanã.

FICHA TÉCNICA

FLUMINENSE 2 X 1 FLAMENGO

  • Competição: Campeonato Brasileiro – 34ª rodada
  • Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
  • Data: 19 de novembro de 2025
  • Horário: 21h30 (de Brasília)

Arbitragem

  • Árbitro: Davi De Oliveira Lacerda (ES)
  • Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ) e Douglas Pagung (ES)
  • Quarto Árbitro: Jefferson Ferreira de Moraes (GO)
  • VAR: Wagner Reway (SC)

Cartões

  • Amarelos: Lucho Acosta, Samuel Xavier, Renê e Everaldo (Fluminense); Saul, Ayrton Lucas e Pulgar (Flamengo)

Gols

  • Fluminense: Lucho Acosta (aos 24′ do 1ºT) e Kevin Serna (aos 32′ do 1ºT)
  • Flamengo: Jorginho (aos 39′ do 2ºT)

FLUMINENSE Fábio; Samuel Xavier, Thiago Silva, Freytes e Renê; Martinelli, Hércules (Bernal) e Lucho Acosta (Nonato); Serna (Ignacio), Canobbio e Everaldo (John Kennedy). Técnico: Luis Zubeldía

FLAMENGO Rossi; Emerson Royal, João Victor (Danilo), Léo Pereira e Ayrton Lucas; Pulgar, Saul e Carrascal; Luiz Araújo (Juninho), Bruno Henrique e Samuel Lino (Everton Cebolinha). Técnico: Filipe Luís

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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