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FICCO/Ilhéus deflagra operação em combate ao comércio e fabricação ilegal de armas de fogo

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Ilhéus/BA. Nesta quarta-feira (26/11), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Ilhéus – FICCO/Ilhéus deflagrou a operação Vulcanus, ação voltada ao combate do comércio ilegal, fabricação e manutenção clandestina de armas de fogo que abasteciam facções criminosas atuantes no sul da Bahia.

A operação teve como alvos um armeiro e um distribuidor das armas que, segundo as investigações, realizavam fabricação artesanal, adaptação, manutenção e reparo de armas de fogo utilizadas por organizações criminosas.

Os investigados mantinham estruturas irregulares destinadas ao conserto e à circulação de armamentos entre os municípios de Ubatã/BA e Itabuna/BA, atividade identificada em trabalhos de inteligência e vigilância de campo.

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, resultando em duas prisões em flagrante. Os mandados foram deferidos pela Vara Criminal da Comarca de Ubatã/BA.

Durante as diligências, foram apreendidas diversas armas de fogo, peças, acessórios, munições, ferramentas e maquinários utilizados na fabricação e manutenção de armamentos, além de celulares, mídias e documentos que auxiliarão no aprofundamento das investigações.

A ação foi coordenada pela FICCO/Ilhéus, com o apoio do CETO do 15º Batalhão de Polícia Militar, SOINT do 15º BPM e da 6ª COORPIN da Polícia Civil da Bahia.

A FICCO/Ilhéus é composta pela Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal da Bahia e Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia.

 

Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia

WhatsApp: (71) 3319-6002
E-mail: cs.srba
@pf.gov.br
www.gov.br/pf

Fonte: Polícia Federal

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Brasil proíbe produção e venda de ‘foie gras’, feito por alimentação forçada

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O Brasil proibiu a produção e a comercialização de alimentos obtidos por meio da alimentação forçada de animais. A medida foi oficializada pela Lei 15.475, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. A lei entra em vigor em 180 dias.

A nova legislação atinge principalmente o foie gras, produto da culinária francesa feito a partir do fígado de patos e gansos submetidos ao método conhecido como gavage. A técnica consiste na introdução de um tubo na garganta da ave para forçar a ingestão de grandes quantidades de alimento, provocando o aumento anormal do fígado. A proibição vale tanto para produtos in natura quanto industrializados. 

A lei tem origem no Projeto de Lei (PL) 90/2020, de autoria do senador Eduardo Girão (Novo-CE). O texto foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado em 2022 e confirmado pela Câmara dos Deputados em abril deste ano.

Ao defender a proposta, Girão classificou a prática como cruel. “Essa tortura cruel é imposta sobre a criação de animais. Aqui eu falo especificamente de patos e gansos, mas pode valer para outros animais. Com essa ingestão forçada, o fígado incha rapidamente, podendo crescer até 12 vezes, causando uma doença pelo acúmulo de gordura e, claro, muito sofrimento ao animal”, afirmou.

A norma define alimentação forçada como qualquer método mecânico ou manual que obrigue o animal a ingerir alimentos ou suplementos acima do seu limite natural de saciedade, por meio de instrumentos introduzidos na garganta, esôfago, papo ou estômago.

Quem descumprir a lei estará sujeito às penas previstas na Lei de Crimes Ambientais, com detenção de três meses a um ano, além de multa. Também poderão ser aplicadas sanções administrativas, como apreensão de animais e produtos, suspensão da fabricação e da venda, embargo de atividades e inutilização dos produtos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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