Cuiabá
Vereador cobra providências sobre obras paralisadas nos bairros Serra Dourada e 8 de Abril
Cuiabá
O vereador Demilson Nogueira (PP) utilizou seu expediente, em sessão plenária na Câmara de Cuiabá, para relatar a situação preocupante sobre as obras de pavimentação asfálticas e drenagem no bairro Serra Dourada, onde uma empresa contratada pelo montante de R$ 12 milhões já recebeu parte do valor — aproximadamente R$ 2 milhões — mas não apresentou avanço significativo nos serviços. Segundo o parlamentar, a região enfrenta grande acúmulo de lama, dificultando inclusive, o trânsito de pedestres.
Demilson afirmou que encaminhou ao secretário municipal de Obras, Reginaldo Teixeira, a solicitação de medidas imediatas, incluindo a possibilidade de rescisão contratual caso a empresa não tenha condições de dar continuidade às obras.
“Se ela não tem condições de tocar a obra, que faça a rescisão e coloque alguém com capacidade de executar. Não podemos permitir que a população pague o preço da ineficiência”, afirmou.
O vereador também estendeu o alerta à situação no bairro 8 de Abril, que enfrenta cenário semelhante. De acordo com ele, empreiteiras têm assumido contratos sem estrutura para cumprir o planejamento, resultando em paralisações que prejudicam diretamente a comunidade.
“O município precisa garantir que os recursos públicos sejam aplicados corretamente e que as obras avancem. A população não pode continuar sofrendo com atrasos e abandono”, concluiu.
Cuiabá
Plenário vota moções contrárias à indicação de Jorge Messias ao STF
Antoniel Pontes | Assessoria do vereador Ranalli
Com 11 votos favoráveis, a Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, na sessão desta quinta-feira (23), duas moções de repúdio contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. As propostas foram apresentadas pelos vereadores Rafael Ranalli (PL) e Dilemário Alencar (União Brasil), levando ao plenário a discussão sobre a escolha para a mais alta Corte do país.
As manifestações fazem oposição direta à nomeação, sob o argumento de que a trajetória do indicado estaria fortemente vinculada a governos petistas, o que, segundo os parlamentares, levanta dúvidas sobre a independência necessária para o exercício do cargo.
Na justificativa, Ranalli destaca que a indicação gera “profunda preocupação” e menciona o episódio conhecido nacionalmente como “Bessias”, ocorrido em 2016, durante o governo Dilma Rousseff. À época, o nome de Messias apareceu em diálogos relacionados ao envio de um termo de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em meio às investigações da Operação Lava Jato, fato que teve grande repercussão pública.
As moções também apontam críticas à atuação do indicado à frente da Advocacia-Geral da União, citando questionamentos sobre a condução de pautas jurídicas e suposta omissão em casos sensíveis, como descontos indevidos em benefícios do INSS.
Outro ponto levantado nos documentos é o perfil considerado político do indicado, com a alegação de que não haveria demonstração suficiente de independência e solidez técnica exigidas para um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Ao final, Ranalli sustenta que o STF deve ser composto por nomes com reputação ilibada, equilíbrio institucional e compromisso absoluto com a Constituição Federal, posição reforçada com a aprovação das moções em plenário.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
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