Mato Grosso
Governo relança plataforma Descubra MT com roteiros e informações essenciais para turistas
Mato Grosso
O Descubra Mato Grosso, plataforma oficial de promoção turística do Estado, foi relançado neste sábado (29.11) pelo Governo de Mato Grosso, totalmente reformulado no endereço www.descubramatogrosso.com.br. Mais moderno e intuitivo, o portal passa a ser o principal canal de divulgação dos destinos mato-grossenses nos biomas Cerrado, Amazônia, Pantanal e Araguaia. O evento ocorreu no Sesc Arsenal, dentro da programação do Feirão FIT Turismo.
A nova versão reúne informações essenciais para viajantes: opções de atrativos, gastronomia, hospedagem e rotas de acesso. Os conteúdos estão organizados por temas de interesse, com buscas cruzadas que facilitam a navegação e ampliam a presença digital de Mato Grosso, melhorando o desempenho em mecanismos de busca. O site foi desenvolvido por meio de emendas do deputado estadual Beto Dois a Um.
“Nós sempre tivemos um site, mas ele era muito institucional e voltado ao público interno, o que não condizia com nosso objetivo. Agora temos uma plataforma que nos permite alcançar a promoção nacional e internacional, mostrando tudo o que oferecemos ao turista. São informações essenciais, reunidas de forma prática, para que o visitante consiga planejar sua viagem dentro do nosso estado”, afirmou a secretária adjunta de Turismo, Maria Letícia Arruda.
Durante a cerimônia, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, foi homenageado pelo trade turístico. O reconhecimento destacou o trabalho na captação de um voo internacional para o Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, e na elaboração do projeto de lei que institui uma política de subvenção para atrair companhias aéreas interessadas em operar rotas internacionais. A proposta segue modelos já adotados em estados como Ceará, Pará, Bahia e Rio Grande do Norte.
Segundo Miranda, o governador Mauro Mendes autorizou o envio do projeto à Procuradoria-Geral do Estado. Ele explica que a subvenção não se trata de incentivo fiscal, mas de um mecanismo de apoio direto.
“A empresa deve apresentar um plano de trabalho para implantar o voo internacional e informar, de forma transparente, quantos assentos precisam ser ocupados e quantos estimam vender inicialmente. A diferença, caso houver assentos vagos, é subsidiada pelo Estado, após comprovação”, diz.
O secretário cita o exemplo do Pará, onde a Gol opera a rota Belém–Miami com frequência de duas vezes por semana. Embora o governo paraense tenha estabelecido o subsídio de 250 dólares por assento não ocupado, a alta demanda fez com que nenhum pagamento fosse necessário.
“Quando a rota é bem planejada, o mercado responde e essa conectividade internacional é decisiva para impulsionar o turismo mato-grossense, pois, com voo internacional, o Parque Novo Mato Grosso, os investimentos em infraestrutura e as belezas naturais únicas do estado, vamos atrair turistas do mundo inteiro”, afirma o secretário.
O evento também marcou o lançamento da FIT Pantanal 2026, que ocorrerá de 4 a 7 de junho no Centro de Eventos do Pantanal. O presidente do Sistema Fecomércio, José Wenceslau Junior, ressalta que a feira se consolidou como a maior do Centro-Oeste e Norte do país e registrou quase 80 mil visitantes na edição deste ano.
“Queremos ir além e atrair 100 mil pessoas em 2026, mostrando ao mundo a nossa grandeza. Mato Grosso é único: temos Pantanal, Amazônia e Cerrado, três tesouros naturais que precisam ser vistos e vivenciados. Trabalhamos para entregar experiências incríveis e fortalecer o turismo do estado. A próxima FIT será um espaço de conexões, inovação e oportunidades”, afirma.
A FIT Pantanal 2026 contará com fóruns, rodadas de negócios, gastronomia e manifestações culturais. Dentre os principais parceiros está o Governo de Mato Grosso, por meio da Sedec e a Secretaria de Agricultura Familiar (Seaf), que coordena a tradicional feira da agricultura familiar.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Vacina disponível, proteção possível: Sorriso precisa aderir já
Sorriso vive um momento decisivo na campanha de vacinação contra a gripe. As doses estão disponíveis, as equipes de saúde estão mobilizadas, mutirões vêm sendo organizados — há, portanto, um esforço concreto e contínuo do poder público para ampliar a cobertura vacinal. Ainda assim, os números revelam um desafio: apenas cerca de 15% do grupo prioritário foi vacinado até o momento.Esse dado não deve ser lido como falha isolada, mas como um sinal de alerta que exige corresponsabilidade.A vacina oferecida pelo Sistema Único de Saúde é atualizada anualmente e protege contra os principais vírus da influenza em circulação — H1N1, H3N2 e influenza B. Mais do que reduzir casos leves, ela cumpre um papel essencial: evitar agravamentos, internações e mortes, sobretudo entre os grupos mais vulneráveis.E aqui está o ponto central: a gripe não é uma doença trivial.Em determinadas situações, ela evolui para quadros graves, com complicações como pneumonia, desidratação e descompensação de doenças crônicas. No Brasil, todos os anos, a influenza está associada a centenas de internações e a um número expressivo de óbitos, especialmente entre idosos e pessoas com comorbidades.Ou seja, quando a adesão vacinal é baixa, não se trata apenas de um número aquém da meta — trata-se de uma janela aberta para o agravamento de casos que poderiam ser evitados.Diante disso, é preciso reconhecer: o sistema de saúde tem feito sua parte. Mas a vacinação não se sustenta apenas na oferta — depende da adesão.E adesão se constrói com envolvimento.As famílias têm um papel decisivo. Levar um idoso ao posto, garantir que uma criança seja vacinada, orientar alguém com doença crônica — são gestos simples, mas que fazem diferença concreta nos indicadores de saúde.A sociedade também precisa assumir protagonismo. Informação de qualidade, combate à desinformação e incentivo ao cuidado coletivo são elementos que ultrapassam o espaço das unidades de saúde.Mas há um ponto ainda mais relevante: a resposta precisa ser intersetorial.O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) podem intensificar as ações destinadas a mobilizar a comunidade. São estruturas que conhecem o território, mantêm contato direto com famílias em situação de vulnerabilidade e têm capacidade de identificar, orientar e ajudar a encaminhar quem ainda não se vacinou. Sua atuação pode ser decisiva para alcançar exatamente aqueles que mais precisam da proteção.A rede de educação pode atuar como multiplicadora de informação e mobilização, envolvendo professores, alunos e famílias.As áreas de esporte e cultura, por sua capilaridade e proximidade com a população, podem incorporar a pauta da vacinação em suas atividades e eventos.As lideranças religiosas, por sua vez, ocupam um lugar singular de confiança social. Igrejas, templos e comunidades de fé alcançam pessoas onde muitas vezes o Estado não chega com a mesma força. Podem orientar, incentivar e engajar, transformando a vacinação em um compromisso com o cuidado da vida.A comunicação institucional precisa ser clara, direta e insistente — não apenas informando, mas convocando.E as lideranças comunitárias e associativas também podem desempenhar papel decisivo ao reforçar a importância da imunização em seus espaços de influência. Os Presidentes das associações de moradores podem ajudar muito nesse sentido!É importante destacar que a vacina já está disponível em todas as unidades básicas de saúde do município. Ainda assim, para ampliar o acesso e incentivar a adesão, será realizado um novo mutirão neste sábado, dia 25. Três unidades estarão abertas no período da tarde, das 15h às 17h: os postos de saúde dos bairros Mário Raiter, Jardim Amazonas e União.Além disso, no próprio sábado, das 7h às 11h, a vacinação também estará disponível no Centro de Convivência da Pessoa Idosa (CCPI), localizado na Rua Criciúma, nº 165, bairro Centro-Sul, ao lado do Fórum de Sorriso — uma oportunidade especialmente relevante para facilitar o acesso da população idosa.O mutirão é uma medida acertada. Mas, mais do que um evento pontual, ele precisa ser compreendido como parte de um movimento maior: transformar disponibilidade em acesso real, e acesso em adesão efetiva.No fim, a equação é simples.Vacina disponível + mobilização social = proteção ampliada.Sem essa soma, o esforço público perde alcance. Com ela, a cidade ganha em saúde, reduz internações, evita complicações e protege quem mais precisa.Sorriso já deu o primeiro passo, com uma rede de saúde atuante e comprometida. Agora, é hora de dar o passo seguinte: engajar famílias, instituições e toda a sociedade nessa agenda comum.Vacinar é um ato de cuidado individual. Mas, sobretudo, é uma decisão que protege o coletivo.E cidades que se mobilizam juntas, salvam vidas!Márcio Florestan Berestinas é promotor de Justiça do MPMT
Fonte: Ministério Público MT – MT
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