Mato Grosso

Seduc lança Prêmio Mais Inglês 2025 para valorizar boas práticas no ensino da língua nas escolas municipais

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT), em parceria com a Editora Pearson, lançou o Prêmio Mais Inglês: Boas Práticas no Ensino de Inglês – Edição 2025, uma iniciativa voltada ao reconhecimento e à valorização de professores da rede pública municipal que atuam no componente curricular de Língua Inglesa nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Em 2025, o prêmio também contou com a participação de professores da rede estadual, ampliando o alcance da ação.

O prêmio integra o Programa Mais Inglês, política educacional desenvolvida pela Seduc em regime de colaboração, e tem como objetivo estimular práticas pedagógicas inovadoras, fortalecer a formação continuada dos docentes e contribuir para a melhoria da qualidade do ensino de Língua Inglesa nas escolas públicas de Mato Grosso.

A iniciativa reconhece experiências exitosas desenvolvidas em sala de aula com o uso da coleção de inglês disponibilizada pela Seduc, em parceria com a Pearson. Podem participar professores da rede pública municipal que atuem com Língua Inglesa nos anos iniciais do Ensino Fundamental e que tenham utilizado, ao longo do ano letivo de 2025, o material didático do Programa Mais Inglês. A participação é voluntária e possui caráter exclusivamente pedagógico, sem gerar vínculo funcional, remuneração ou benefícios administrativos.

O processo seletivo ocorre em três etapas. A primeira analisa o engajamento dos professores nas formações oferecidas pelo Programa Mais Inglês. A segunda considera a evolução do desempenho dos estudantes, com base em dados de avaliações de Listening e Reading. Já a terceira etapa consiste na avaliação de vídeos de relato de experiência pedagógica, nos quais os docentes apresentam e descrevem as boas práticas desenvolvidas em sala de aula.

Ao final do processo, serão premiados cinco professores, um representante de cada ano escolar dos anos iniciais do Ensino Fundamental. O primeiro colocado de cada categoria será contemplado com uma viagem internacional para Bogotá, na Colômbia, voltada ao intercâmbio de experiências pedagógicas. Também estão previstas premiações institucionais, kits pedagógicos para professores e escolas, além do reconhecimento ao município com melhor desempenho geral.

A programação da viagem internacional inclui visita técnica a uma escola pública colombiana reconhecida por práticas consistentes no ensino de inglês como língua adicional. Durante o intercâmbio, os professores poderão observar aulas, participar de oficinas, dialogar com educadores e conhecer metodologias aplicadas em contextos educacionais semelhantes ao brasileiro.

O foco da experiência é ampliar o repertório metodológico dos docentes, incentivar a inovação em sala de aula e fortalecer práticas que contribuam para elevar a qualidade do ensino de Língua Inglesa.

O Prêmio Mais Inglês reforça o compromisso da Seduc com a valorização do magistério, a melhoria da aprendizagem dos estudantes e a consolidação de práticas pedagógicas alinhadas às diretrizes da política educacional do Estado, pautadas pela transparência, legalidade e eficiência administrativa. Todas as informações oficiais, incluindo cronograma, resultados e comunicados, são divulgadas exclusivamente pelos canais institucionais da pasta.

Cronograma

Publicação do edital: 22 de dezembro de 2025

Inscrição e submissão do vídeo de relato de experiência pedagógica: 02 a 20 de fevereiro de 2026

Divulgação do resultado da 1ª etapa: 24 de fevereiro de 2026

Prazo para recurso da 1ª etapa: 24 e 25 de fevereiro de 2026

Divulgação do resultado dos recursos da 1ª etapa e da 2ª etapa: 27 de fevereiro de 2026

Prazo para recurso da 2ª etapa: 02 e 03 de março de 2026

Divulgação do resultado final: 06 de março de 2026

Premiação: 13 de março de 2026

Realização da viagem: abril de 2026

Fonte: Governo MT – MT

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Vacina disponível, proteção possível: Sorriso precisa aderir já

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Sorriso vive um momento decisivo na campanha de vacinação contra a gripe. As doses estão disponíveis, as equipes de saúde estão mobilizadas, mutirões vêm sendo organizados — há, portanto, um esforço concreto e contínuo do poder público para ampliar a cobertura vacinal. Ainda assim, os números revelam um desafio: apenas cerca de 15% do grupo prioritário foi vacinado até o momento.Esse dado não deve ser lido como falha isolada, mas como um sinal de alerta que exige corresponsabilidade.A vacina oferecida pelo Sistema Único de Saúde é atualizada anualmente e protege contra os principais vírus da influenza em circulação — H1N1, H3N2 e influenza B. Mais do que reduzir casos leves, ela cumpre um papel essencial: evitar agravamentos, internações e mortes, sobretudo entre os grupos mais vulneráveis.E aqui está o ponto central: a gripe não é uma doença trivial.Em determinadas situações, ela evolui para quadros graves, com complicações como pneumonia, desidratação e descompensação de doenças crônicas. No Brasil, todos os anos, a influenza está associada a centenas de internações e a um número expressivo de óbitos, especialmente entre idosos e pessoas com comorbidades.Ou seja, quando a adesão vacinal é baixa, não se trata apenas de um número aquém da meta — trata-se de uma janela aberta para o agravamento de casos que poderiam ser evitados.Diante disso, é preciso reconhecer: o sistema de saúde tem feito sua parte. Mas a vacinação não se sustenta apenas na oferta — depende da adesão.E adesão se constrói com envolvimento.As famílias têm um papel decisivo. Levar um idoso ao posto, garantir que uma criança seja vacinada, orientar alguém com doença crônica — são gestos simples, mas que fazem diferença concreta nos indicadores de saúde.A sociedade também precisa assumir protagonismo. Informação de qualidade, combate à desinformação e incentivo ao cuidado coletivo são elementos que ultrapassam o espaço das unidades de saúde.Mas há um ponto ainda mais relevante: a resposta precisa ser intersetorial.O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) podem intensificar as ações destinadas a mobilizar a comunidade. São estruturas que conhecem o território, mantêm contato direto com famílias em situação de vulnerabilidade e têm capacidade de identificar, orientar e ajudar a encaminhar quem ainda não se vacinou. Sua atuação pode ser decisiva para alcançar exatamente aqueles que mais precisam da proteção.A rede de educação pode atuar como multiplicadora de informação e mobilização, envolvendo professores, alunos e famílias.As áreas de esporte e cultura, por sua capilaridade e proximidade com a população, podem incorporar a pauta da vacinação em suas atividades e eventos.As lideranças religiosas, por sua vez, ocupam um lugar singular de confiança social. Igrejas, templos e comunidades de fé alcançam pessoas onde muitas vezes o Estado não chega com a mesma força. Podem orientar, incentivar e engajar, transformando a vacinação em um compromisso com o cuidado da vida.A comunicação institucional precisa ser clara, direta e insistente — não apenas informando, mas convocando.E as lideranças comunitárias e associativas também podem desempenhar papel decisivo ao reforçar a importância da imunização em seus espaços de influência. Os Presidentes das associações de moradores podem ajudar muito nesse sentido!É importante destacar que a vacina já está disponível em todas as unidades básicas de saúde do município. Ainda assim, para ampliar o acesso e incentivar a adesão, será realizado um novo mutirão neste sábado, dia 25. Três unidades estarão abertas no período da tarde, das 15h às 17h: os postos de saúde dos bairros Mário Raiter, Jardim Amazonas e União.Além disso, no próprio sábado, das 7h às 11h, a vacinação também estará disponível no Centro de Convivência da Pessoa Idosa (CCPI), localizado na Rua Criciúma, nº 165, bairro Centro-Sul, ao lado do Fórum de Sorriso — uma oportunidade especialmente relevante para facilitar o acesso da população idosa.O mutirão é uma medida acertada. Mas, mais do que um evento pontual, ele precisa ser compreendido como parte de um movimento maior: transformar disponibilidade em acesso real, e acesso em adesão efetiva.No fim, a equação é simples.Vacina disponível + mobilização social = proteção ampliada.Sem essa soma, o esforço público perde alcance. Com ela, a cidade ganha em saúde, reduz internações, evita complicações e protege quem mais precisa.Sorriso já deu o primeiro passo, com uma rede de saúde atuante e comprometida. Agora, é hora de dar o passo seguinte: engajar famílias, instituições e toda a sociedade nessa agenda comum.Vacinar é um ato de cuidado individual. Mas, sobretudo, é uma decisão que protege o coletivo.E cidades que se mobilizam juntas, salvam vidas!Márcio Florestan Berestinas é promotor de Justiça do MPMT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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