Mato Grosso
Polícias Civil e Militar prendem suspeito de estupro em Matupá
Mato Grosso
Uma ação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar de Matupá, nessa quinta-feira (25.12), resultou na prisão de um homem de 26 anos, suspeito de cometer o crime de estupro contra uma mulher de 41 anos, no município.
A vítima procurou a unidade da Polícia Militar acompanhada de familiares, relatando que, após uma confraternização em sua residência, recolheu-se ao quarto para dormir. Segundo o relato, ela despertou ao perceber que estava sendo tocada de forma indevida, constatando que o suspeito tentava manter conjunção carnal sem o seu consentimento. Assustada, a vítima conseguiu se desvencilhar e buscou ajuda imediata.
Após o atendimento inicial, a vítima foi deixada aos cuidados de familiares, enquanto as forças de segurança iniciaram diligências para localizar o suspeito. Durante as buscas, os policiais identificaram indícios de que o investigado estaria escondido em um imóvel, onde foi localizado e preso.
No local, o suspeito foi encontrado dormindo, sendo cientificado sobre o crime pelo qual é investigado e sobre seus direitos constitucionais. Para resguardar a integridade física dos envolvidos, foi necessário o uso de algemas. Durante a ação, foram apreendidos objetos que podem contribuir para a elucidação dos fatos, os quais foram devidamente lacrados e encaminhados para análise pericial.
O suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Matupá, onde permanece à disposição da Justiça para as providências legais cabíveis.
O caso segue sob investigação.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
MP participa da inauguração de oficina de costura em penitenciária
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal, participou, nesta quinta-feira (23), da inauguração da oficina de costura escola da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. A nova estrutura vai ofertar 120 vagas de trabalho, com jornada de oito horas diárias, contribuindo para a reintegração social das reeducandas e para a redução de custos do Estado. Ao todo, foram instaladas 91 máquinas de costura, adquiridas pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP).
Atualmente, 20 reeducandas já foram certificadas pelo Senai e atuarão como multiplicadoras, auxiliando na capacitação das demais internas. O espaço conta com área de produção, estoque de matéria-prima e de peças prontas, além de refeitório e área de descanso. A produção da oficina será destinada, principalmente, à confecção de uniformes escolares da rede estadual, o que permitirá economia aos cofres públicos.
A procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou que o Ministério Público atua de forma permanente no fortalecimento de projetos voltados à ressocialização no sistema prisional. “A oficina de costura representa uma oportunidade concreta de qualificação profissional e de reinserção social. Além do trabalho e da renda, iniciativas como essa fortalecem a autoestima dessas mulheres e contribuem para um recomeço digno.”
A procuradora também ressaltou a importância de práticas humanizadas, alinhadas a experiências exitosas, como as desenvolvidas na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), em especial nas unidades femininas, que estimulam responsabilidade, autonomia e a reconstrução de vínculos familiares.
A diretora da Penitenciária Feminina, Keily Adriana Arruda Marques, afirmou que a participação no projeto é voluntária e teve grande adesão. “As reeducandas recebem capacitação prática e certificação profissional, o que amplia as chances de retorno digno à sociedade. Já temos uma lista de mulheres interessadas em participar das próximas etapas.”
O presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, informou que a oficina atenderá demandas de órgãos públicos, com produção inicial estimada em 110 mil peças de uniformes escolares, podendo ser ampliada gradativamente.
Já o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, destacou que o investimento reforça a política de ressocialização adotada pelo Estado. “Esse investimento representa um caminho eficaz para a ressocialização, ao garantir trabalho, dignidade e qualificação profissional. As reeducandas saem mais preparadas para o mercado de trabalho e para a vida em sociedade.”
Fonte: Ministério Público MT – MT
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