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Polícia Militar prende dois faccionados com arma de fogo e drogas em Cáceres

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Equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do 6º Batalhão de Cáceres prenderam um homem e uma mulher por porte ilegal de arma de fogo e tráfico ilícito de drogas, na noite desta terça-feira (3.2). Com a dupla de faccionados, foram apreendidas uma pistola e porções de entorpecentes.

Durante a execução da segunda fase da Operação Força Total – Território Livre, as equipes policiais receberam informações sobre a localização de um homem suspeito de cometer o crime de sequestro mediante extorsão, em janeiro deste ano, em Cáceres. Segundo as informações adquiridas, o homem estaria escondido no bairro Vila Irene.

Equipes do Bope e do 6º Batalhão da Polícia Militar deslocaram-se até o endereço indicado, onde localizaram o suspeito, que tentou fugir ao perceber a aproximação das viaturas. O homem foi seguido pelos policiais e rapidamente abordado, dentro de sua casa.

Com ele, foi encontrada uma pistola de calibre .9mm carregada com 10 munições. Ainda dentro da residência, os militares localizaram e apreenderam porções de substâncias análogas a maconha e cocaína, balanças de precisão e outros materiais utilizados no tráfico e a quantia de R$ 434,00 em dinheiro.

No imóvel, os policiais também localizaram uma mulher, identificada como integrante de uma facção criminosa. Ela afirmou ser prima do suspeito detido e disse que estava no local apenas para consumir bebidas alcoólicas e entorpecentes.

Diante da situação, os dois faccionados receberam voz de prisão e foram conduzidos até a delegacia de Cáceres, com todo o material apreendido para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Juridicast debate desinformação e eleições com presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes

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Uma mulher de cabelos longos e claros, vestindo preto, e um homem de terno estão sentados em lados opostos de uma mesa redonda azul em um estúdio de podcast, com microfones e uma tela vertical ao fundo exibindo a logo O cenário eleitoral e os complexos desafios impostos pela era digital foram os temas centrais do novo episódio do Juridicast, o videocast do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Em um bate-papo esclarecedor, a desembargadora Serly Marcondes, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), discutiu o enfrentamento à desinformação, o uso da inteligência artificial e a importância da conscientização do eleitor para a manutenção da democracia.

Na entrevista, a magistrada explica porque o TRE-MT passou a utilizar o termo desinformação em vez de “fake news”. Segundo ela, a mudança busca valorizar o papel da imprensa como parceira na divulgação de informações confiáveis durante o processo eleitoral.

“A imprensa é a nossa maior colaboradora, é a que prestigia todo o processo eleitoral, é a nossa parceira número um. A imprensa é o meu canal da verdade”, destaca a desembargadora.

IA no combate à desinformação

Outro assunto de destaque é o GuaIA, ferramenta de inteligência artificial desenvolvida em parceria pelo TRE de Mato Grosso, o TRE de Goiás e a Universidade Federal de Goiás (UFG). O sistema permite identificar e agilizar o tratamento de denúncias relacionadas à desinformação, reduzindo o impacto da circulação de conteúdos falsos durante o período eleitoral.

Close lateral de uma mulher de cabelos longos e loiros, vestindo blusa preta e um colar longo verde, gesticulando enquanto fala em um microfone instalado em uma mesa redonda azul.“A gente trabalha com um instrumento forte, rápido e efetivo, que faz com que a resposta do tribunal seja quase que imediata. Se você tem uma desinformação no ar, em 10 minutos é um estrago absurdo. Um enfrentamento rápido evita esse desgaste”, explica Serly Marcondes.

Ao longo do episódio, a presidente do TRE-MT também faz um alerta sobre a responsabilidade de cada cidadão no compartilhamento de informações. A orientação é simples: antes de encaminhar qualquer conteúdo, é preciso verificar a origem e a confiabilidade da informação.

“Se você não conhece a fonte daquele produto que chega no seu telefone, não reproduza. Isso é crime”, enfatiza.

Voto consciente e transparência

Além da desinformação, a conversa aborda outros temas importantes para o período eleitoral, como compra de votos, uso indevido de recursos públicos e a necessidade de que candidatos, servidores públicos e eleitores atuem com ética e responsabilidade.

A desembargadora também apresenta as medidas adotadas para garantir a segurança e a transparência das eleições, destacando o trabalho integrado entre instituições, por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), e os mecanismos de auditoria que acompanham todas as etapas do processo eleitoral.

A entrevista reúne orientações importantes para quem deseja compreender melhor o funcionamento da Justiça Eleitoral e o papel de cada cidadão no fortalecimento da democracia.

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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