Cultura
Prévias e eventos de Carnaval continuam a todo vapor no Nordeste
Cultura
As prévias e eventos tradicionais de Carnaval continuam a todo vapor em todo o Nordeste neste último fim de semana que antecede os dias oficiais da folia.

Em Fortaleza, pelo menos 50 atrações vão movimentar os vários polos da capital cearense. Um dos destaque é o Aterrinho da Praia de Iracema que neste sábado tem Cortejo com músicos dos grupos Sambamor, Bonde Batuque, Baqueta Clube de Ritmistas, Camaleões do Vila e Unidos da Cachorra. A concentração é a partir das três da tarde. E à noite, às oito e trinta, o espaço recebe a cantora Joelma.
Já em Salvador, o Quilombo Aldeia Tubarão, que fica em Paripe, realiza neste sábado a partir das três horas a décima primeira edição da Festa das Caretas. As Caretas, figuras de tradição e resistência do carnaval de rua soteropolitano, saem em cortejo junto com os foliões pela rua Ray Charles. A concentração é a partir das três da tarde.
Em São Luís, no Maranhão, o sábado será dia de reverenciar os orixás e pedir bençãos para o período carnavalesco. A partir das quatro da tarde, o Centro Histórico recebe o evento Banho de Axé, reunindo representantes de 102 terreiros e 22 grupos de capoeira. O cortejo sai da Praça Dom Pedro II e segue pela Avenida Beira-Mar até a Praça Nauro Machado, onde o cantor Fernando de Iemanjá encerrará o evento.
Patrimônio Imaterial da Cultura Alagoana, o Pinto da Madrugada, ganha a orla de Maceió, neste sábado. A partir das nove da manhã, começa a concentração do maior bloco de rua do estado, surgido a 27 anos. Com quase 20 orquestras da capital e de diversos municípios alagoanos, centenas de músicos devem arrastar cerca de 500 mil foliões ao som de frevos e marchinhas, retornando ao seu percurso tradicional, com saída do começo da Pajuçara em direção à Ponta Verde.
E Domingo é dia de Recife celebrar Alceu Valença. O cantor e compositor pernambucano, que em 2026 celebra 80 anos, leva para a Rua da Aurora, o Bloco Bicho Maluco Beleza, que no ano passado reuniu mais de setecentas mil pessoas. O evento gratuito, terá as participações de Almério, Larissa Lisboa, Juba Valença e Lenine, além de cortejos de frevo, maracatu e caboclinhos. A concentração começa às três da tarde, nas proximidades da Rua Capitão Lima, no bairro de Santo Amaro.
*Sonoplastia de Jailton Sodré
Cultura
São Luís sedia 31ª edição do Festival de Boi de Zabumba neste sábado
Se a temporada dos festejos juninos acabou, São Luís reforça que a temporada do bumba boi do Maranhão acontece o ano inteiro. Neste sábado (25), a capital maranhense sedia a edição de número 31 do Festival de Boi de Zabumba, que começa às 19h, no Largo da Antiga Barrigudeira, no bairro Monte Castelo.

O festival deste ano presta homenagem ao Boi de Carutapera, fundado em 1965, e à folclorista Therezinha Jansen, que faleceu em 2008. Dona Therezinha foi a primeira mulher a dirigir um grupo de bumba meu boi no Maranhão: o Boi da Fé em Deus e o Tambor de Crioula Amor de São Benedito, ambos na capital maranhense.
A expectativa é que mais de 15 grupos de bumba boi do estado passem pela festa, entre eles, o Boi Brilho de São João Liberdade 2, anfitrião do evento; Boi da Fé em Deus; Boi da Liberdade; de Guimarães; de Dona Zeca; e o Orgulho de Pinheiro.
Zabumba
Surgido nas fazendas e senzalas da região da Baixada Maranhense ainda no século 18, o sotaque de zabumba é considerado a manifestação mais antiga ligada ao bumba meu boi do Maranhão. Ao longo dos anos, passaram a existir diversos modos de brincar o festejo, conhecidos como sotaques. Entre os mais reconhecidos estão os de matraca, zabumba, baixada, costa de mão e orquestra.
Em 2016, o Festival de Boi de Zabumba foi reconhecido pelo Iphan com o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, como manifestação de preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro. Já o bumba meu boi do Maranhão foi registrado como Patrimônio Cultural do Brasil em 2011, no Livro das Celebrações. Em 2019, foi reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
Em seu livro “Bumba Meu Boi no Maranhão”, o autor Américo Azevedo Neto apresenta características dos grupos de zabumba: “O sotaque de zabumba tem a singularidade em manter os saberes técnicos originais, como a comédia, os personagens, o toque, os cantos e as danças, além da peculiaridade das indumentárias. O ritmo é definido pelas zabumbas rústicas (feitas à mão, de madeira retirada do mangue em data certa, com lua apropriada, seguindo a tradição) arrochadas na corda. Os pandeiros são confeccionados de jenipapo e cobertos com couro. Os brincantes organizam-se nos papéis de amo, indígenas, rajados, vaqueiros, palhaços, pai Francisco, Catirina, assim como o próprio boi.”
-
Cuiabá5 dias atrásMais de 60 mil alunos voltam às aulas; veja como evitar congestionamentos
-
Economia5 dias atrásVárzea Grande realiza 1º Open de Vôlei para fortalecer o esporte e a inclusão social
-
Entretenimento5 dias atrásDeborah Secco curte passeio de barco em Noronha com a filha e declara: ‘Apaixonada’
-
Entretenimento5 dias atrásArthur Aguiar e Jheny Santucci oficializam união com festa intimista: ‘Enfim casados’
-
Política7 dias atrásMedidas provisórias sobre transporte, diesel, chuvas e aviação são prorrogadas
-
Política4 dias atrásProjeto cria protocolo contra discriminação racial nas escolas
-
Entretenimento5 dias atrásBianca Biancardi celebra 30 anos e ganha homenagem da irmã, Bruna Biancardi
-
Polícia3 dias atrásTribunal do Júri de Carlinhos Bezerra é remarcado após abandono da defesa durante sessão
