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Passistas comemoram o Dia do Frevo em Recife

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A capital pernambucana celebra nesta segunda-feira (9) o Dia do Frevo.

Uma grande saudação ao ritmo aconteceu no início da manhã, na Praça e Sinal do Derby, um dos pontos mais movimentados de Recife, reunindo várias companhias de dança na Alvorada dos Passistas. Frevo Zen, Som Brasil Banda Show e Trilha Nordestina embalaram os passos de grupos.

A partir das 15h, é hora do Almoço com o Frevo, que reúne na Praça do Arsenal, no Centro Histórico, a Troça Carnavalesca Mista Abanadores do Arruda, o Clube de Boneco seu Malaquias, a Cia de Dança Trapiá e a Escola de Frevo do Recife.

Já às 17h, mais de dez agremiações e grupos musicais e de dança irão percorrer o circuito Rio Branco – Arsenal. Dentro da programação estão os blocos Madeira do Rosarinho, Clube Carnavalesco Misto Pão Duro, Passistas de Zenaide Bezerra e Bloco Carnavalesco Lírico Edite no Cordão.

Às 18h, o palco montado na Praça do Arsenal recebe a Apoteose dos Alegres Bandos, com músicos de mais 6 blocos.


Passista de frevo (divulgação)
Passista de frevo (divulgação)

Passista de frevo (divulgação) – Divulgação

História

A data é celebrada nesta segunda em referência ao trabalho do pesquisador e escritor Evandro Rabello. De acordo com seus estudos, o dia 9 de fevereiro de 1907 foi quando o termo “frevo” apareceu pela primeira vez na imprensa, no Jornal Pequeno, com sede na capital pernambucana.

Além da celebração desta segunda em Recife, o ritmo, que é Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro e da Humanidade, também é festejado nacionalmente em 14 de setembro, no Dia Nacional do Frevo.

A data escolhida é uma homenagem ao nascimento do jornalista Oswaldo Almeida, considerado o responsável por nomear a manifestação cultural como “frevo”.

O termo surgiu da alteração fonética da palavra “frever”, usada popularmente para descrever a efervescência das ruas durante o carnaval.
 


Fonte: EBC Cultura

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Dia de São Jorge é comemorado no Rio de Janeiro

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“23 de abril, dia do santo guerreiro. São Jorge e Ogum, como o santo é cultuado no sincretismo religioso, reúnem uma legião de devotos que celebram a data com festa em todo o estado do Rio de Janeiro.

Desde a madrugada, uma multidão de fiéis se concentra na Igreja Matriz de São Jorge, em Quintino, na zona norte da capital, para festejar o soldado romano, padroeiro do estado, famoso pela lenda de ter matado um dragão.

A programação especial já teve louvor, momentos de oração e espetáculo com 300 drones antes da tradicional missa da alvorada. Durante a manhã e a tarde, estão agendadas outras missas, inclusive com a presença do cardeal arcebispo Dom Orani João Tempesta, além de outras autoridades.

A partir das 16h, os fiéis saem em procissão até a noite, quando as missas retornam. A última será às 19h30

No centro do Rio, em palco montado na Avenida Presidente Vargas, próximo à Igreja de São Jorge na Praça da República, as missas começaram também na madrugada e desde as sete da manhã ocorrem de hora em hora até as 16h.

Às 18h, a celebração de encerramento será presidida pelo cardeal Dom Orani. O padre Celso Copetti lembra que São Jorge dialoga com todas as realidades da vida do povo do Rio de Janeiro:

‘São Jorge é considerado aquele que vence o dragão e o dragão significa o mal, significa as injustiças, as lutas cotidianas. E tem uma matriz africana, sim, porque todos se sentem às vezes excluídos e como nós sabemos que ao longo da história e da cultura carioca também houve momentos difíceis de discriminação. E São Jorge faz parte de toda a vida das comunidades, não importa de que religião, de que igreja, de que cultura nós somos.’


Rio de Janeiro (RJ), 23/04/2025 – O babalorixá Luiz Alberto de Oxóssi, do candomblé, oferta bençãos a devotos durante as celebrações ao Dia de São Jorge, no centro da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 23/04/2025 – O babalorixá Luiz Alberto de Oxóssi, do candomblé, oferta bençãos a devotos durante as celebrações ao Dia de São Jorge, no centro da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O babalorixá Luiz Alberto de Oxóssi, do Candomblé, oferta bençãos a devotos durante as celebrações ao Dia de São Jorge, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.

Além dos eventos católicos, terreiros de Umbanda e Candomblé abrem suas portas para o toque em homenagem a Ogum, orixá da mitologia iorubá. É ele o senhor da tecnologia e da agricultura, aquele que forja as ferramentas, enfrenta as guerras e protege os trabalhadores.

Diversas feijoadas e rodas de samba em homenagem a São Jorge também estão na agenda da cidade neste 23 de abril. Este é o primeiro ano em que as celebrações ocorrem após o reconhecimento da festa no calendário oficial da capital fluminense.

Fonte: EBC Cultura

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