Polícia Federal
Medalha JK homenageia senadores por contribuição ao setor de transportes
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Quatro senadores estavam entre as autoridades homenageadas nesta quarta-feira (11) com a Medalha JK, concedida pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). A comenda, criada em 1991, é um reconhecimento pela contribuição ao fortalecimento do transporte e da logística no país.
Os senadores que receberam a medalha foram o presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre; Marcos Rogério (PL-RO), presidente da Comissão de Infraestrutura (CI) do Senado; Laércio Oliveira (PP-SE); e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).
A maior distinção, a Grã-Cruz, foi entregue a Davi Alcolumbre, em reconhecimento pela sua atuação à frente do Parlamento em pautas estratégicas para o setor.
— Juscelino Kubitschek sabia que tínhamos vocação para a grandeza. Mas também sabia que só cumpriríamos nosso destino quando integrássemos todas as regiões deste grande país. Integração se faz investindo em transporte e logística. Integração se faz conectando cada um de nossos estados. Integração se faz aproximando brasileiras e brasileiros de todos os rincões do país — disse Davi na solenidade.
Na categoria Grande Oficial, foram agraciados os senadores Marcos Rogério e Laércio Oliveira; o deputado federal Gilberto Abramo (Republicanos-MG); e o ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho, entre outros parlamentares e autoridades.
Na categoria Oficial, receberam a medalha o senador Veneziano Vital do Rêgo; o secretário especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Casa Civil da Presidência da República, Marcus Cavalcanti; e o secretário nacional de Trânsito, Adrualdo Catão, entre outros.
— Nós temos consciência de que preservar é muito diferente de isolar. Para manter a floresta em pé, precisamos de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. E precisamos, sobretudo, da colaboração entre o poder público e a iniciativa privada do Brasil — acrescentou Davi em sua fala.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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Pivetta admite possibilidade de boicote no DAE e diz que “já viu de tudo”
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) não descartou a possibilidade de ter ocorrido um boicote dentro do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) em meio à crise de abastecimento enfrentada pelo município. Questionado sobre a hipótese, Pivetta afirmou que já presenciou diferentes situações na autarquia, mas evitou apontar possíveis responsáveis.
“A gente já viu de tudo lá, tá? Já vimos de tudo lá, mas nós vamos vencer. O importante é que o interesse da população vai prevalecer”, afirmou o governador.
A declaração ocorre em meio à tentativa do Governo do Estado e da Prefeitura de Várzea Grande de enfrentar os problemas históricos do sistema de abastecimento. A crise também ganhou contornos políticos após episódios envolvendo a administração do DAE e a troca de integrantes da direção da autarquia.
Entre os episódios que aumentaram a pressão sobre o departamento está a divulgação de um vídeo no qual o então diretor Rogerinho Dakar aparece com uma mala contendo dinheiro. O caso provocou questionamentos sobre a gestão do DAE e ampliou o desgaste em torno da estrutura responsável pelo abastecimento da cidade.
Apesar dos problemas, Pivetta afirmou que as medidas adotadas pelo Estado já começaram a apresentar resultados. Segundo o governador, 14 poços que estavam desativados foram recuperados, permitindo uma produção aproximada de 700 mil litros de água por hora. As ações teriam beneficiado cerca de 20% dos moradores que enfrentavam problemas de abastecimento.
O governador, no entanto, afirmou que ainda existem dificuldades para identificar a origem de todos os problemas no sistema.
“O grande problema lá é o mistério que existe debaixo das ruas que precisa ser conhecido. E nós estamos lá mapeando isso”, explicou.
Pivetta disse que equipamentos e materiais já foram adquiridos para ampliar as ações, mas parte dos itens ainda não chegou por se tratar de produtos importados. Por enquanto, segundo ele, o trabalho tem se concentrado na recuperação de estruturas existentes e na reativação de poços.
As ações fazem parte da “Aliança pela Água”, acordo firmado entre Governo do Estado, Prefeitura de Várzea Grande, Ministério Público e Tribunal de Contas de Mato Grosso. O objetivo é buscar uma solução para os problemas estruturais do DAE e evitar medidas mais drásticas para a gestão da autarquia. O TCE já havia apontado um cenário de endividamento superior a R$ 315 milhões e suspeitas de irregularidades administrativas.
Pivetta reconheceu que ainda há um longo caminho pela frente.
“Cerca de 20% da população que sofria com a falta de abastecimento de água já tem água. Temos 80% para vencer ainda”, afirmou.
Apesar de admitir a possibilidade de boicote, o governador não apresentou evidências de que a prática tenha ocorrido nem indicou quem poderia estar envolvido. A declaração, portanto, mantém a hipótese no campo da suspeita enquanto as autoridades avançam na apuração e nas medidas para tentar normalizar o abastecimento em Várzea Grande.
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