Cultura
Paixão de Cristo de Nova Jerusalém segue com apresentações até domingo
Cultura
A Paixão de Cristo de Nova Jerusalém segue com apresentações até este domingo de Páscoa, na cidade teatro que fica em Brejo da Madre de Deus, distante pouco menos de 200 quilômetros do Recife. São 57 anos de história e tradição, uma trajetória que já atraiu quase 4 milhões de pessoas e que este ano homenageia o legado do seu idealizador, Plínio Pacheco.

O enredo é conhecido de todos, mas a forma de contar a história se renova com efeitos especiais inéditos que aumentam a emoção de quem assiste. E uma das grandes novidades desta temporada acontece na cena mais aguardada pelo público, o momento em que Jesus sobe aos céus. Quem destaca os detalhes dessa inovação é o coordenador geral do espetáculo, Robson Pacheco:
“A cena da Ascensão, que está encantando a todos que já vieram e que estão vindo à Paixão de Cristo… o Jesus subindo aos céus e desaparecendo entre as nuvens… e está dando, assim, muita emoção ao espetáculo, e as pessoas estão extasiadas pela beleza cênica”, conta.
E para dar vida a tudo isso, a estrutura é de impressionar: são nove palcos monumentais e um elenco de 450 pessoas, entre atores e figurantes. No meio dessa multidão, o público encontra rostos conhecidos.
*Com trabalhos técnicos de Guilherme Ribeiro
Cultura
Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026
A´UWÊ, A´UWÊ, A´UWÊ! VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:
Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.
Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
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