Política
Comissão da Câmara aprova projeto que institui diretrizes para elevar a qualidade do gengibre
Política
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1737/23, que cria a Política Nacional de Incentivo à Produção de Gengibre de Qualidade e de seus Processados.
A proposta prevê as diretrizes da política e os instrumentos para a sua execução. O objetivo é elevar a qualidade do gengibre ofertado ao consumidor e aperfeiçoar os sistemas produtivos.
Parecer favorável
O relator, deputado Toninho Wandscheer (PP-PR), recomendou a aprovação do texto, apresentado pelo deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES).
O relator fez ajuste na redação e também acatou sugestões feitas pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.
Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara.
Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.
Principais medidas
Conforme o texto aprovado, entre as diretrizes da Política de Incentivo à Produção de Gengibre estão:
- a sustentabilidade da produção e do processamento;
- a geração de emprego e renda; e
- o desenvolvimento e uso de tecnologias que melhorem a qualidade do produto.
Os instrumentos previstos para a nova política incluem, entre outros:
- o crédito rural em condições mais favoráveis para a produção;
- comercialização e processamento do produto in natura;
- o seguro rural; e
- a assistência técnica.
Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein
Política
Comissão debate leilão de reserva de capacidade no setor elétrico brasileiro
A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados realiza, na próxima terça-feira (28), duas audiências públicas sobre o leilão de reserva de capacidade no setor elétrico brasileiro.
O primeiro debate será realizado às 10 horas, no plenário 14. E o segundo, às 16 horas, no mesmo local.
Termelétricas
O deputado Danilo Forte (PP-CE) foi quem pediu a reunião. Segundo ele, o modelo desses leilões pode induzir à contratação de usinas termelétricas com custos operacionais elevados, o que pode gerar aumento de tarifas.
O parlamentar também aponta possíveis distorções concorrenciais no mercado de energia, especialmente quanto à participação de fontes mais eficientes e alinhadas à transição energética.
Por fim, Danilo Forte reclama de frequentes mudanças nas diretrizes dos leilões, o que, segundo ele, pode afetar a confiança dos investidores e elevar o custo de capital no setor, com reflexos para o consumidor final.
Da Redação – ND
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