Política
Prefeitura de Cuiabá realiza audiências públicas para discutir orçamento de 2027
Política
A Prefeitura realizará audiências públicas presenciais para discutir a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2027, entre esta quinta-feira (17) e sexta-feira (18). Os encontros serão realizados às 14h30, no auditório da CuiabáPrev, e são abertos à participação da população.
As audiências públicas integram o processo de planejamento e definição das prioridades do município para o próximo exercício financeiro. Durante os encontros, a população poderá acompanhar a discussão sobre a previsão de receitas e despesas e contribuir com sugestões relacionadas às ações e políticas públicas que deverão compor o orçamento de 2027.
A LOA é o instrumento que estima as receitas que o município deverá arrecadar e fixa as despesas previstas para o ano seguinte. Sua elaboração deve observar as diretrizes estabelecidas no planejamento municipal e a legislação orçamentária vigente.
A realização das audiências também atende ao princípio da transparência na administração pública e amplia os mecanismos de participação social na definição das prioridades do município.
A presença dos moradores permite que demandas da comunidade sejam apresentadas e consideradas durante o processo de elaboração do orçamento. Os encontros ocorrerão de forma presencial, sempre às 14h30, no auditório da CuiabáPrev.
A programação foi estabelecida por meio de edital de convocação, que prevê a realização das duas audiências para tratar da elaboração da LOA referente ao exercício de 2027.
A participação popular é uma etapa importante do processo orçamentário, pois permite que a sociedade acompanhe como o município planeja a aplicação dos recursos públicos e apresente contribuições para as prioridades do próximo ano.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Política
CDH aprova indicação para que CCJ crie grupo de reforma do Judiciário
A Comissão de Direitos Humanos do Senado (CDH) aprovou nesta terça-feira (15) uma indicação para que a Comissão de Constituição e Justiça da Casa (CCJ) crie um grupo de trabalho para apresentar uma proposta de reforma do Judiciário no prazo de 60 dias.
A decisão ocorreu durante reunião da CDH em que foram discutidos os desdobramentos institucionais da sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) que também aconteceu hoje.
A indicação é um tipo de proposição legislativa pela qual se sugere a adoção de providência, a realização de um ato administrativo ou a sugestão de que determinado assunto seja tratado por outra comissão, por exemplo.
A proposta de indicação feita à CCJ foi apresentada pela presidente da CDH, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), no início da noite e foi aprovada em seguida pelos parlamentares presentes.
— A indicação é para que a Comissão de Constituição e Justiça do Senado crie imediatamente um grupo de trabalho que busque todas as propostas de emenda à Constituição e todos os projetos de lei em tramitação [no Congresso Nacional] de reforma do Poder Judiciário e apresente, em no máximo 60 dias, uma única proposta de reforma do Poder Judiciário, especialmente pelo espetáculo grotesco que eles [os ministros do STF] apresentaram para o Brasil hoje — disse a senadora.
Sessão
A sessão do STF tinha a finalidade de decidir se haveria ou não investigação sobre o ministro Alexandre de Moraes por supostas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, liquidado após a constatação de fraudes.
Já a reunião da CDH havia sido iniciada de manhã e depois suspensa até que acabasse a sessão do STF — o que ocorreu no início da noite, quando o ministro Flávio Dino apresentou um pedido de vista após uma discussão no Plenário da Corte que envolveu vários ministros.
— Só a ministra Cármen Lúcia, uma mulher, teve a decência de pedir desculpas aos brasileiros. Porque o que nós vimos foi um espetáculo triste: pelo menos três ministros atuando de forma agressiva, destemperada, equivocada, atacando a autoridade do presidente do Supremo, nomeadamente ministros Alexandre [de Moraes], Gilmar [Mendes] e Flávio Dino — declarou o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) durante a reunião da CDH.
Alessandro anunciou ter impetrado um mandado de segurança para que o Supremo Tribunal Federal determine que o Congresso Nacional instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) específica para apurar a relação dos ministros do STF com Daniel Vorcaro. De acordo com o senador, apesar de haver um pedido de instalação dessa CPI com 40 assinaturas, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não a instalou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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