Política
Prefeitura de Cuiabá realiza audiências públicas para discutir orçamento de 2027
Política
A Prefeitura realizará audiências públicas presenciais para discutir a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2027, entre esta quinta-feira (17) e sexta-feira (18). Os encontros serão realizados às 14h30, no auditório da CuiabáPrev, e são abertos à participação da população.
As audiências públicas integram o processo de planejamento e definição das prioridades do município para o próximo exercício financeiro. Durante os encontros, a população poderá acompanhar a discussão sobre a previsão de receitas e despesas e contribuir com sugestões relacionadas às ações e políticas públicas que deverão compor o orçamento de 2027.
A LOA é o instrumento que estima as receitas que o município deverá arrecadar e fixa as despesas previstas para o ano seguinte. Sua elaboração deve observar as diretrizes estabelecidas no planejamento municipal e a legislação orçamentária vigente.
A realização das audiências também atende ao princípio da transparência na administração pública e amplia os mecanismos de participação social na definição das prioridades do município.
A presença dos moradores permite que demandas da comunidade sejam apresentadas e consideradas durante o processo de elaboração do orçamento. Os encontros ocorrerão de forma presencial, sempre às 14h30, no auditório da CuiabáPrev.
A programação foi estabelecida por meio de edital de convocação, que prevê a realização das duas audiências para tratar da elaboração da LOA referente ao exercício de 2027.
A participação popular é uma etapa importante do processo orçamentário, pois permite que a sociedade acompanhe como o município planeja a aplicação dos recursos públicos e apresente contribuições para as prioridades do próximo ano.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Política
Eleições: prazo para troca de candidatos se encerrou na segunda
O prazo para substituição de candidatos nas Eleições deste ano terminou nessa segunda-feira (14).
A Lei das Eleições (Lei 9.504, de 1997) permite que partido, federação ou coligação peça à Justiça Eleitoral a substituição de candidaturas indeferidas, canceladas e cassadas, ou em caso de renúncia do candidato. Mas a troca só pode ser feita até 20 dias antes da data do pleito.
Como neste ano o primeiro turno está marcado para 4 de outubro, o prazo final para mudanças caiu no dia 14 de setembro.
A exceção a essa regra é o falecimento de candidato. Nesse caso, o partido pode solicitar à Justiça Eleitoral a substituição de candidatura mesmo após o fim do prazo. No entanto, se a substituição ocorrer após a preparação das urnas e da lista de concorrentes, o substituto concorrerá com nome, número e foto da pessoa substituída.
Senado
Algumas candidaturas ao Senado sofreram alterações dentro do prazo legal. Foi o que ocorreu com o ex-senador e deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG). Inicialmente, ele estaria fora da disputa eleitoral deste ano.
No entanto, ele decidiu concorrer ao Senado apoiando a chapa de Alexandre Kalil (PDT), candidato ao governo de Minas Gerais. Assim, Aécio substituiu dois candidatos ao Senado anteriormente registrados: Marcelo Heringer (PDT) e Gustavo Galassi (PSDB), que renunciaram. Aécio registrou sua candidatura no dia 1º de setembro.
Outro exemplo é o senador Renan Calheiros (MDB-AL), candidato à reeleição, que trocou seus dois suplentes. Saíram Paulo Barbosa Leão e Sabino Fidélis de Moura e entraram Gustavo Henrique e Christiane Bulhões.
Presidência
Desde o início da campanha, houve apenas uma alteração nas candidaturas à Presidência da República.
A Justiça Eleitoral negou o registro de Pablo Marçal por falta de comprovação de filiação ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) dentro do prazo legal, uma vez que ele estava filiado ao União Brasil em abril — prazo final para escolha do partido.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também apontou a falta de comprovação da condição de elegibilidade do candidato, pois Marçal está inelegível até 2032, condenado por promover concursos de cortes de vídeos com ofertas de prêmios para divulgação de conteúdo eleitoral. Nesse caso, não houve substituição de candidato.
Sem Marçal, o TSE validou 12 candidaturas à Presidência da República.
Expulsão
Os partidos ainda podem solicitar o cancelamento do registro de candidatura, sem substituição, daqueles que foram expulsos da sigla até a data da eleição.
O processo de expulsão do partido deve garantir ampla defesa, com observância das normas estatutárias.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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