Cuiabá
Há 200 anos Dom Pedro I previa criar um jardim botânico na região do Morro da Luz
Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá apresenta, no próximo dia 24, o documento que estabeleceu a criação do Jardim Botânico de Cuiabá. A proposta completa 200 anos e previa a instalação do Jardim Botânico no Morro da Luz, seguindo determinação do Imperador Dom Pedro I. Na data de 24 de setembro de 1825, ele enviou uma carta comunicando sua decisão. O sonho adormecido continua sendo um desafio até os dias atuais e pode florescer agora, no coração da Cidade Verde, incorporando a nova visão de futuro da capital mato-grossense.
Para comemorar o aniversário de dois séculos do fato, no dia 24 de setembro, às 9h, a Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano promove a palestra “A Importância dos Jardins Botânicos para as Cidades”, ministrada pelo pesquisador do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, doutor em Biologia Vegetal, Dr. Claudio Nicoletti de Fraga. A programação acontecerá no auditório da sede da Energisa.
O evento é gratuito, mas condicionado à inscrição, devido às vagas limitadas à capacidade do auditório. Interessados devem se inscrever pelo QR Code ou pelo link abaixo:
https://www.even3.com.br/palestra-sobre-a-importancia-dos-jardins-botanicos-para-as-cidades-626321
#PraCegoVer
A foto que ilustra o texto exibe o Morro da Luz, localizado em região privilegiada da cidade, em época de florada dos ipês.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Plenário vota moções contrárias à indicação de Jorge Messias ao STF
Antoniel Pontes | Assessoria do vereador Ranalli
Com 11 votos favoráveis, a Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, na sessão desta quinta-feira (23), duas moções de repúdio contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. As propostas foram apresentadas pelos vereadores Rafael Ranalli (PL) e Dilemário Alencar (União Brasil), levando ao plenário a discussão sobre a escolha para a mais alta Corte do país.
As manifestações fazem oposição direta à nomeação, sob o argumento de que a trajetória do indicado estaria fortemente vinculada a governos petistas, o que, segundo os parlamentares, levanta dúvidas sobre a independência necessária para o exercício do cargo.
Na justificativa, Ranalli destaca que a indicação gera “profunda preocupação” e menciona o episódio conhecido nacionalmente como “Bessias”, ocorrido em 2016, durante o governo Dilma Rousseff. À época, o nome de Messias apareceu em diálogos relacionados ao envio de um termo de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em meio às investigações da Operação Lava Jato, fato que teve grande repercussão pública.
As moções também apontam críticas à atuação do indicado à frente da Advocacia-Geral da União, citando questionamentos sobre a condução de pautas jurídicas e suposta omissão em casos sensíveis, como descontos indevidos em benefícios do INSS.
Outro ponto levantado nos documentos é o perfil considerado político do indicado, com a alegação de que não haveria demonstração suficiente de independência e solidez técnica exigidas para um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Ao final, Ranalli sustenta que o STF deve ser composto por nomes com reputação ilibada, equilíbrio institucional e compromisso absoluto com a Constituição Federal, posição reforçada com a aprovação das moções em plenário.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
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