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Semana Pedagógica é encerrada com debates que fortalecem a atuação dos servidores de Cuiabá

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Cuiabá

O último dia da Semana Pedagógica realizada pela Prefeitura de Cuiabá foi registrado nesta sexta-feira (30), com a presença de professores, técnicos e servidores nas escolas e creches, participando de debates a respeito da organização interna, projetos e atividades que serão desenvolvidas ao longo de 2026. O ciclo de debates ocorreu em todas as escolas e creches vinculadas ao município de Cuiabá.

No Centro Educacional Infantil (CEIC) Nasla Joaquim Aschar, localizado na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, professores, CADs (Cuidadoras de Alunos com Deficiência), profissionais envolvidos nos serviços de limpeza e outros participaram de um ciclo de debates nos períodos matutino e vespertino.

A diretora Sueila Assis de Freitas liderou um breve bate-papo com os servidores, ressaltando a importância da colaboração e cooperação no ambiente escolar. “Considero que somos uma equipe gestora capaz de oferecer qualidade no ensino e segurança aos pais. Tivemos um diálogo para reforçar o papel de cada professor e servidor dentro da escola”, disse.

O secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes, destacou que a Semana Pedagógica foi muito produtiva e aposta em um ano letivo de muito êxito em Cuiabá ao longo de 2026.

“Tivemos um ciclo de palestras que nos oportunizou debates ricos sobre a inclusão, a didática em sala de aula e o material didático que será explorado para o conhecimento dos alunos. Todos os servidores estão dedicados a construir diariamente bons resultados na educação pública.”

Semana Pedagógica

A Prefeitura de Cuiabá deu início, na última segunda-feira (26), no Hotel Fazenda Mato Grosso, à Semana Pedagógica 2026, Trilhando conhecimentos, competências e conexões com a tecnologia. O evento reuniu cerca de 10 mil servidores da educação municipal para formação, planejamento e alinhamento das ações educacionais antes do início do ano letivo, marcado para 2 de fevereiro.

A rede municipal de ensino de Cuiabá concluiu os preparativos para o início do ano letivo de 2026, com atendimento a mais de 61 mil alunos distribuídos em 174 unidades escolares da capital, da educação infantil ao ensino fundamental.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Câmara de Cuiabá aprova moção de repúdio contra indicação de Jorge Messias ao STF

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Luciéder Luz | Assessoria do vereador Dilemário Alencar 

A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, durante a sessão desta quinta-feira (23), requerimento de autoria dos vereadores Dilemário Alencar (UB) e Rafael Ranalli (PL) de moção de repúdio à indicação de Jorge Messias ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.

No requerimento, os parlamentares alegaram que, após parecer favorável emitido por Jorge Messias quando ocupava a chefia da Advocacia-Geral da União (AGU), a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a ADPF 1141, na qual permitiu a situação de morte de três bebês por dia no Brasil, desde maio de 2024.

“Enquanto 33 mil famílias esperam na fila de adoção, essa triste realidade de matança de bebês indefesos vem ocorrendo porque o ex-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, assinou parecer jurídico que endossou o posicionamento do ministro relator Alexandre de Moraes na ADPF 1141, que permitiu o aborto de bebês durante os nove meses de gestação. Por isso, a Câmara de Cuiabá repudiou o nome de Jorge Messias, que foi indicado pelo presidente Lula, para o STF. Essa indicação não pode prosperar”, disse o vereador Dilemário.

A aprovação da ADPF 1141 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) é uma ação no STF que suspendeu a Resolução 2.378/24 do Conselho Federal de Medicina (CFM), a qual proibia a assistolia fetal para interrupção de gravidez acima de 22 semanas decorrente de estupro.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) havia proibido a assistolia fetal em razão da crueldade do método. O CFM considerou o fato de que o bebê, no último trimestre da gestação, é um ser humano formado.

“O CFM alertou que o correto é fazer o parto e entregar o bebê para adoção, e não praticar o assassinato. Mas o STF derrubou a proibição estabelecida pela resolução do CFM, dizendo que a morte do bebê no ventre materno é um elemento indissociável do direito da mulher de abortar”, relatou o vereador Rafael Ranalli.

A assistolia fetal é um procedimento feito por meio de uma agulha que atravessa o ventre da mãe, guiada por um ultrassom, para perfurar o ponto central do coração do bebê. Sem anestesia, o bebê sente a agulha entrar. E a agulha injeta cloreto de potássio no coração do bebê para matá-lo. O bebê sente uma dor fortíssima, equiparada à dor provocada por infarto no adulto, antes de morrer.

A assistolia fetal foi liberada até o momento do parto. E o mais absurdo é que o ministro Alexandre de Moraes proibiu punições a médicos que realizarem o procedimento de assistolia fetal.

“Estão fazendo esse tipo de procedimento com bebês de 7, 8 e 9 meses de gestação. Bebês que já ouvem a voz da mãe, que colocam o dedinho na boca, que já sentem dor. É muita crueldade! O bebê pode tentar fugir da agulhada, se contorcer dentro do útero, mas não tem como escapar da picada mortal”, observou Dilemário.

“Eu jamais ficarei calado vendo esse tipo de atrocidade! E Jorge Messias, defensor de tamanha crueldade, pode se tornar ministro do STF, caso a indicação de seu nome seja aprovada pelos senadores. Isso não pode acontecer, pois quem defende a morte não pode decidir sobre a vida”, concluiu o vereador Dilemário Alencar.

A moção de repúdio será encaminhada pela Câmara Municipal para os três senadores de Mato Grosso e ao presidente do Senado Federal.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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