LUCAS DO RIO VERDE
Abertura dos Jogos Abertos reúne atletas de todo o estado em noite especial em Lucas
LUCAS DO RIO VERDE
Uma noite especial para os atletas mato-grossenses que prestigiaram a Abertura Oficial da Etapa Estadual dos Jogos Abertos, nesta sexta-feira (14), em Lucas do Rio Verde. O evento, realizado no Ginásio Ernesto Zortéa, marcou o início da competição de voleibol e basquete adulto, que seguirá ao longo de todo o final de semana.
Esta é uma organização da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, em parceria com a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer.
“Nós já estamos em um trabalho de cerca de três meses pensando nesses Jogos, e hoje chegou o grande dia, com as melhores equipes de cada modalidade de Mato Grosso, campeãs de suas regiões. E Lucas do Rio Verde não podia ficar de fora dessa festa. Agradeço ao David Moura pela confiança em trazer os Jogos Abertos para o município, à equipe da Secretaria de Esporte e ao prefeito Miguel Vaz por acreditar no esporte, incentivar e investir nesse grande trabalho, que hoje nos permite colher esses resultados”, declarou o secretário municipal de Esporte, André Matto.
(Foto: Ascom Prefeitura/Watyson Santos)
“Essa é uma competição muito importante. A gente precisa desses Jogos para que o público adulto continue praticando esporte o ano todo. Então, nessa gestão do governo Mauro Mendes, a SECEL passa a pensar o esporte como um todo. Isso fez com que os Jogos Abertos voltassem e, hoje, estivessem em Lucas do Rio Verde, uma cidade maravilhosa, que tem toda a estrutura esportiva para atender os atletas do estado de Mato Grosso”, destacou o coordenador da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, Marcelo Cruz.
Ao todo, o campeonato conta com a participação de 700 atletas e dirigentes de 24 municípios de Mato Grosso.
Filipe Freitas, ponteiro de Pontes e Lacerda, destacou o diferencial de competir em Lucas. “Estamos muito felizes em representar nosso município e confiantes para os jogos. Lucas oferece excelente apoio ao esporte, com ginásios de ótima qualidade, boa estrutura e até UTI móvel. A organização sempre é um show. É muito bom vir para essa cidade e ver o quanto ela é desenvolvida e valoriza o esporte.”
Representando toda a simpatia do povo luverdense, o mascote do Programa Viva Lucas marcou presença na abertura. Agora, com o nome escolhido pela população: Araroldo.
(Foto: Ascom Prefeitura/Watyson Santos)
A entrada do fogo simbólico, que representa a união, a amizade e o espírito de paz durante a competição, ficou por conta do atleta luverdense Saymon Feitosa.
A noite também foi marcada pelos jogos de voleibol adulto, masculino e feminino, entre as delegações de Lucas do Rio Verde e Sinop, no Ginásio Ernesto Zortéa, além da disputa do vôlei masculino entre Ipiranga do Norte e Pontes e Lacerda, no Ginásio Didé Martins.
Além disso, no Ginásio Pimpão ocorreram os jogos de basquetebol, nas categorias feminina e masculina, com confrontos entre Lucas do Rio Verde e Campo Verde, e contra Araputanga. Já no Ginásio Ângelo Nadin, a equipe de basquete de Sorriso enfrentou Sinop, e Rondonópolis jogou contra Campo Verde.
Para Marthus Guedes, ponteiro da equipe de vôlei luverdense, campeã do primeiro jogo contra Sinop, a expectativa para os próximos confrontos é positiva. “É sempre uma grande satisfação jogar em casa, com o apoio da torcida. Sinop veio muito bem e ofereceu forte resistência, mas nossa equipe estava preparada e superou o desafio. Estamos confiantes para avançar e, quem sabe, conquistar o título.”
Os Jogos Abertos seguem até o dia 16 de setembro (Domingo). Confira os horários e os locais das disputas na escala em anexo.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
-
Política5 dias atrásDavi comemora autorização para busca de petróleo na costa do Amapá
-
Política6 dias atrásMudanças no seguro rural seguem para sanção
-
Política5 dias atrásCaso Master: Viana pede providências em relação a denúncias contra Moraes
-
Política5 dias atrásCongresso estará fechado para visitação neste fim de semana e feriado
-
Política6 dias atrásSancionado programa de incentivo à indústria nacional de fertilizantes
-
Entretenimento6 dias atrásAna Castela diverte fas ao correr atrás de garoto no meio de uma multidão: ‘Atentado’
-
Esportes6 dias atrásGrêmio vence o Internacional por 3 a 1 e avança às semifinais da Copa do Brasil
-
Saúde6 dias atrásPalestra aborda protocolo dos Bombeiros para vítimas de violência
