LUCAS DO RIO VERDE
Obras de construção da Unidade Básica de Saúde Parque das Emas entram na reta final
LUCAS DO RIO VERDE
As obras de construção da Unidade Básica de Saúde (UBS) Parque das Emas devem ser concluídas nos próximos dias. A previsão é que o prédio, de mais de 1.300 metros quadrados de área, seja entregue no mês de agosto.
A nova unidade será a maior do município e atenderá uma das regiões que mais cresce na cidade, os bairros Parque das Emas e Bandeirantes. A UBS contará com ampla recepção, consultórios médicos e odontológicos, sala de coleta de exames e farmácia satélite.
A secretária municipal de Saúde de Lucas do Rio Verde, Fernanda Heldt Ventura, explica que a unidade será Porte III, o que significa, o mínimo de três equipes de saúde da família e capacidade para atender até 13.500 pacientes.
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Cada equipe de saúde conta com no mínimo um médico, dentista e auxiliar de saúde bucal, enfermeira e técnica, agentes comunitários de saúde (ACS), endemias (ACE) e administrativo.
“A UBS Parque das Emas é uma unidade muito aguardada pela população do bairro, que muito em breve terá disposição uma estrutura moderna e com profissionais capacitados pra atender a comunidade”, ressalta a secretária.
No total, serão investidos pouco mais de R$ 6.3 milhões, parte do recurso, R$ 1 milhão foi viabilizado pela vereadora Sandra Barzotto (2021/2024), junto ao deputado estadual Gilberto Cattani.
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O prefeito Miguel Vaz reafirmou o compromisso de continuar investindo na infraestrutura da saúde, com a construção de novas unidades, amplas e modernas, como a UBS Vival dos Ipês, que também está em obras.
“Lucas do Rio Verde vive um outro momento, em que não cabe mais a construção de unidades pequenas. É preciso estar atento ao crescimento do município e planejar a construção de espaços amplos e que possam atender com a qualidade que a população merece”.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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