LUCAS DO RIO VERDE
Prefeitura de Sinop já imunizou mais de 8,2 mil animais contra a raiva
LUCAS DO RIO VERDE
A Prefeitura de Sinop, por meio do Centro de Combate às Endemias (CCE), vinculado à Secretaria de Saúde, realiza campanhas itinerantes de vacinação antirrábica e, somente neste ano, já atingiu a marca de 8.270 animais imunizados contra a raiva em todo o município.
Dos mais de 8,2 mil animais imunizados, foram 6.158 cães e 2.112 gatos. A vacinação é considerada a principal forma de prevenção da doença, que pode ser transmitida aos seres humanos por meio da saliva de animais infectados
A mais recente ação da campanha foi realizada, no último sábado (6), na Gleba Mercedes – Campos Novos. Durante o mutirão, as equipes do CCE vacinaram 569 animais, sendo 432 cães e 137 gatos.
Para o coordenador do CCE, Alef Souza, o resultado demonstra o comprometimento da população com a saúde dos animais e a prevenção da doença. “Cada animal vacinado representa mais proteção para toda a comunidade. A raiva é uma doença grave, mas que pode ser evitada com a imunização. Ficamos satisfeitos com a adesão dos moradores da Gleba Mercedes – Campos Novos e reforçamos que a vacinação continua sendo ofertada para garantir a cobertura vacinal dos cães e gatos em todo o município”, afirmou.
Além das ações em comunidades rurais e bairros da cidade, a Prefeitura mantém estratégias itinerantes para ampliar o acesso da população ao imunizante, levando as equipes diretamente às residências e a pontos estratégicos do município. A vacina é gratuita, disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e deve ser aplicada em cães e gatos a partir dos 90 dias de idade.
A Secretaria de Saúde reforça a importância de manter os animais vacinados anualmente, contribuindo para o controle da raiva animal e para a preservação da saúde coletiva. Sinop está livre da doença há mais de uma década, resultado de uma vacinação eficiente aos animais domésticos.
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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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