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Prefeitura de Sinop realiza novo mutirão de especialidades neste sábado (16) e amplia acesso da população aos atendimentos de saúde

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Saúde, realiza neste sábado (16) mais um mutirão de atendimentos especializados de média e alta complexidade, reforçando o compromisso da gestão municipal em ampliar o acesso da população aos serviços de saúde e garantir mais qualidade de vida aos pacientes atendidos dentro do próprio município. A ação possui mais de 100 pacientes agendados e os atendimentos serão realizados das 7h às 17h, no Núcleo Avançado de Especialidades (NAE), localizado na Avenida das Sibipirunas, nº 4.248, no Setor Residencial Norte.

Nesta etapa do mutirão, serão ofertadas consultas nas especialidades de ortopedia (28), cirurgia vascular (56), psicologia (8), nutrição (10) e podologia. A ação integra a estratégia da Secretaria de Saúde para acelerar os atendimentos especializados, reduzir a fila de espera e ampliar a oferta de serviços à população sinopense. O município vem fortalecendo constantemente a rede de média e alta complexidade, permitindo que os pacientes realizem tratamentos e acompanhamentos médicos em Sinop, sem a necessidade de deslocamento para outras cidades.

O secretário de Saúde, Érico Stevan, reforçou que todos os atendimentos realizados no NAE e no Centro de Especialidades Médicas (CEM) – onde se concentram os atendimentos de média e alta complexidade -, são previamente organizados pela Central Municipal de Regulação. “É importante ressaltar que todos os atendimentos realizados no NAE e no CEM, por se tratarem de especialidades de média e alta complexidade, são previamente agendados pela regulação municipal. A equipe entra em contato com o paciente para informar o agendamento, por isso é essencial manter os dados atualizados e ficar atento ao telefone”, destacou.

Segundo o secretário, os mutirões têm sido fundamentais para ampliar a capacidade de atendimento da rede municipal. “Realizamos esses mutirões desde o ano passado justamente para acelerar o atendimento dos pacientes de Sinop. Estruturamos o CEM e criamos o NAE para ampliar a oferta de especialidades na rede municipal. Esse trabalho é desenvolvido em parceria com o Consórcio Público de Saúde Vale do Teles Pires e com o Governo de Mato Grosso, e tem apresentado bons resultados. Estamos avançando”, avaliou.

Stevan também destacou que a realização de atendimentos aos fins de semana e feriados faz parte da estratégia para facilitar o acesso da população aos serviços especializados. “Temos duas frentes principais. A primeira é facilitar o acesso do trabalhador, que muitas vezes não consegue comparecer a consultas em dias úteis. Assim, ele pode realizar o atendimento sem prejuízo ao trabalho. Já realizamos mutirões aos domingos e também em feriados. Outro ponto é que algumas especialidades não estão disponíveis no município, sendo necessário contratar profissionais de outros estados, que têm maior disponibilidade nesses períodos”, explicou.

O NAE é um serviço itinerante criado para ampliar os atendimentos especializados conforme a demanda do município. A unidade oferta especialidades como psicologia, psiquiatria, podologia, ortopedia, nutrição, cirurgião vascular e oncologia.

Já o Centro de Especialidades Médicas (CEM), localizado na Rua das Seringueiras, nº 1.027, aos fundos do Ganha Tempo, conta atualmente com cerca de 20 especialidades médicas, além de atendimentos multiprofissionais, fortalecendo a estrutura da saúde pública municipal e garantindo mais resolutividade no atendimento à população.

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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