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Antonio Pitanga tem trajetória cinematográfica contada no CCBB do Rio

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A trajetória do ator Antônio Pitanga, considerado fundamental para o protagonismo negro no cinema brasileiro, é contada em uma grande retrospectiva no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro.

Pitanga destacou-se especialmente pela atuação no período do Cinema Novo, movimento de renovação estética e política do cinema brasileiro, marcado por narrativas voltadas às desigualdades sociais e às tensões do país. Ele atuou em filmes centrais do período, tornando-se um de seus rostos mais conhecidos.

Sueli Voltarelli, Gerente Geral do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, conta como surgiu o projeto.

“A ideia de fazer a mostra sobre o Pitanga, e homenagear o Pitanga, surgiu a partir de uma inscrição da mostra no nosso edital de seleção de projetos. Quando nós vimos essa inscrição, nos apaixonamos pelo projeto, entendemos que era uma coisa muito importante a ser feita”.

Sueli também destaca a importância de Antonio Pitanga na história do cinema.

“Ele trabalhou com Glauber Rocha e está ativo até hoje. Então, são muitos e muitos anos que ele está no cinema brasileiro e é muito, muito merecido, essa homenagem.

A programação da “Mostra Pitanga” reúne clássicos da sétima arte com a participação do artista, obras restauradas e atividades paralelas, como um curso, leitura dramática e mesa redonda.

As sessões de cinema reúnem 39 filmes, entre longas, médias e curtas-metragens, que atravessam diferentes momentos do cinema brasileiro. Entre os destaques estão “Barravento”, de Glauber Rocha, “Ganga Zumba”, de Cacá Diegues, e “O Pagador de Promessas”, de Ancelmo Duarte.

Também vão ser exibidos filmes em versões restauradas em 4K, como “A Grande Feira” e “Tocaia no Asfalto”, do cineasta baiano Roberto Pires.

A mostra Pitanga fica em cartaz até o próximo dia 29, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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Maceió sedia Campeonato Brasileiro de Quadrilhas Juninas

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Representantes de mais de 20 estados brasileiros, além do Distrito Federal, participam em Maceió, a partir de desta sexta-feira (24) até domingo (26), da 11ª edição do Campeonato de Quadrilhas Juninas, considerado o “Brasileirão” das quadrilhas. Mais de três mil quadrilheiros disputarão o título de melhor quadrilha do país no evento, promovido pela Confederação Nacional de Quadrilhas Juninas e Grupos Folclóricos do Brasil.

A ordem das apresentações, que ocorrerão no Parque da Pecuária José da Silva Nogueira, no bairro do Prado, foi confirmada por meio de sorteio. Além da competição, os dias de evento contarão com apresentações de outras manifestações culturais, shows de forró e um espaço dedicado à gastronomia e ao artesanato regional.

Nesta sexta, o parque recebe a seletiva alagoana, que vai escolher as duas quadrilhas juninas que irão representar Alagoas no campeonato. Estão na disputa os grupos Sanfona do Rei, Gonzagão, Fazendinha e Luar do Sertão.

Disputa interestadual

A peleja interestadual será no sábado (25), a partir das 17h, e no domingo, começando uma hora mais cedo, às 16h. Os grupos entram no tablado para dançar e cantar os temas e histórias que cada quadrilha irá homenagear.

A “Inovação”, de São Paulo, por exemplo, apresenta o tema “Apocalipse – O Último São João”. O grupo faz uma reflexão sobre a perda das tradições, da memória e dos laços que unem o povo. Já os pernambucanos da “Raízes do Nordeste” trazem o tema “O Romance do Pavão Misterioso”, fazendo um mergulho musical pelo universo da literatura de cordel. A campeã brasileira em 2024, a Junina Garranxê, do estado de Roraima, faz uma homenagem ao povo potiguar da cidade de Mossoró. Com o tema “Resistência”, a quadrilha revive a coragem do povo mossoroense diante da invasão do bando de Lampião à cidade.


Fonte: EBC Cultura

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