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Comitês Gestores de Sítios do Patrimônio Mundial Cultural abrem edital

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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, publicou, nesta sexta-feira, um edital para selecionar representantes da sociedade civil para integrar os Comitês Gestores de Sítios do Patrimônio Mundial Cultural no Brasil.

O objetivo desses comitês é aumentar a participação social de comunidades locais e povos tradicionais na proteção e salvaguarda de dez sítios considerados patrimônios mundiais culturais.

Entre eles, estão os centros históricos das cidades de Diamantina, em Minas Gerais; de Olinda, em Pernambuco; de São Luís e de Salvador. Também fazem parte as Ruínas de São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul; a Praça São Francisco em São Cristóvão, em Sergipe; as Paisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar, no Rio de Janeiro; o Santuário do Bom Jesus de Congonhas e a cidade Ouro Preto, ambos em Minas Gerais; além de Brasília.

Podem se candidatar organizações, instituições, comunidades e povos tradicionais, grupos ou coletivos, formalizados ou não, com vínculo nessas localidades e atender a um dos seguintes critérios: ter feito parte da candidatura de algum dos sítios; ser referência cultural e social na região, ser composto por detentores de bens culturais imateriais que têm o sítio como referência; atuar em patrimônio cultural, educação patrimonial, cultura ou em áreas correlatas.

Os representantes do comitê gestor terão o papel de acompanhar e formular recomendações relacionadas ao plano de gestão do sítio em questão; à preservação e uso sustentável do território e à articulação entre entes públicos, privados e comunitários que atuam na gestão do local.

As inscrições podem ser feitas até o dia 8 de março pelo formulário que consta no edital publicado na data de hoje no Diário Oficial da União e o resultado deve ser divulgado entre os dias 16 e 17 de março.


Fonte: EBC Cultura

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Olodum completa 47 anos com festa na Bahia

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Fundado em 25 de abril de 1979, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador (BA), o Olodum se consolidou como um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira.

Os 47 anos dessa referência cultural terão celebração à altura. A programação começa nesta quarta-feira (22) e segue até o próximo domingo (26) com uma série de atividades: visitas guiadas, atividades formativas, lançamento de materiais pedagógicos, inauguração de novo espaço cultural e, claro, apresentação do Olodum no Largo do Pelourinho.

Um dos destaques da agenda de aniversário é o anúncio, na sexta-feira (24), a partir das 10h, na sede do grupo, do tema do Carnaval 2027 e do calendário de ações até os dias da folia do ano que vem. No mesmo dia, será inaugurado oficialmente o Estúdio Fela Kuti, um novo espaço voltado para a produção artística e audiovisual da instituição.

A sexta-feira ainda abre espaço para o relançamento das cartilhas do Kit Revoltas Negras, com publicações dedicadas a episódios marcantes da história brasileira, como a Revolta de Búzios, dos Malês, da Chibata e de Zumbi dos Palmares, além de um novo kit pedagógico voltado ao ambiente escolar.


O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho
O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho

O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho – Sayonara Moreno/Agência Brasil

No domingo, a partir das 15h, acontece o ensaio especial do Olodum, aberto ao público, celebrando os 47 anos de trajetória no Largo do Pelourinho.

 Além do bloco e da banda, o Olodum também atua como ONG e centro de atividades culturais de caráter sócio-comunitário. O espaço promove o desenvolvimento de projetos em parceria com os governos municipal, estadual e federal, vários deles ligados à educação, cultura, cidadania e letramento racial. O grupo também é integrado por ramificações de teatro, um centro digital e de memória.

A palavra Olodum é de origem yorubá e, no ritual do candomblé, significa “Deus dos Deuses” ou “Deus maior” Olodumaré. Não representa um orixá, mas o Deus criador do Universo.

As cores do grupo formam a base do Pan-africanismo, Rastafarianismo e do Movimento Reggae: a cor verde representa as florestas equatoriais da África; o vermelho é o sangue da raça negra; o amarelo, o ouro da África; o preto é o orgulho da população negra e o branco, a paz mundial.
 


Fonte: EBC Cultura

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