Cultura
Dia do Quadrilheiro Junino: dançantes mantêm a cultura viva
Cultura
Se não pode haver São João sem dança de quadrilha, não pode haver quadrilha junina sem os dançantes que mantêm viva a cultura e a alegria das festas, por meio de cantos e gestos, além da tradição popular. E em homenagem aos responsáveis por essa animação, é celebrado nesta sexta-feira (27) o “Dia do Quadrilheiro Junino”. Ser quadrilheiro é mais do que dançar. É ensaiar com vontade, vestir a animação e empolgar o público.

As quadrilhas foram trazidas pela corte portuguesa ainda no começo do século 19. O que era uma dança de salões da elite parisiense, se tornou uma das principais formas de manifestação popular brasileira.
O que era uma dança de apenas quatro casais, se ampliou para até milhares de pares, como no caso de Campina Grande, na Paraíba, famosa por promover uma das maiores festas de São João do Brasil.
Com elementos culturais, religiosos e folclóricos, as quadrilhas ganharam importância econômica e turística, principalmente na região nordestina.
No ano passado, a quadrilha junina foi reconhecida oficialmente como manifestação da cultura nacional, ao lado das escolas de samba, do forró e das festas juninas.
E a melhor forma de comemorar é dançando. Na zona da mata pernambucana, por exemplo, acontece nesta sexta-feira a segunda noite do concuro da Federação Estadual de Quadrilhas Juninas. A etapa final da competição será na cidade pernambucana de Goiana, nos dias 5 e 6 de julho.
Cultura
Parintins ganha novos murais e amplia circuito de arte urbana
A cidade de Parintins segue se preparando para receber milhares de visitantes durante o Festival Folclórico de 2026. Além da programação cultural dos bois-bumbás, o município ganha novos atrativos por meio do projeto “Parintins Galeria Cidade Aberta”, que amplia o circuito de arte urbana espalhado pelas ruas da ilha.

A iniciativa, promovida pelo Governo do Amazonas, prevê a criação de 12 novos murais nesta edição. As obras são produzidas por artistas locais e transformam fachadas e espaços públicos em verdadeiras galerias a céu aberto, valorizando a identidade cultural amazônica.
Os murais retratam elementos da cultura regional, da ancestralidade indígena, das tradições populares e da história de Parintins. Além de embelezar a cidade, o projeto fortalece o trabalho dos artistas urbanos e cria novos pontos de visitação para moradores e turistas.
Criado em 2022, o Galeria Cidade Aberta já soma dezenas de obras espalhadas pelo município. Com os novos painéis, a expectativa é ultrapassar a marca de 60 murais, consolidando Parintins como uma das principais referências em arte urbana da Região Norte.
A proposta também integra o Circuito da Cultura 2026 e reforça a ideia de que o Festival de Parintins vai além do Bumbódromo, levando arte e cultura para diferentes espaços da cidade durante todo o ano.
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